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	<title>Próximos Capítulos &#187; o cravo e a rosa</title>
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	<description>Porque nós adoramos novelas!</description>
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		<title>Alma Gemia: uma sinopse</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marmota</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A estréia de <b>Alma Gêmea</b> no Vale a Pena Ver de Novo revela ao menos uma constatação: as novelas de Walcyr Carrasco estão na moda. Neste século, foram dele os grandes sucessos das seis: além desta, <b>Chocolate com Pimenta</b> e <b>O Cravo e a Rosa</b> &#8211; todas, não à toa, já reprisadas na hora do almoço. Sem falar que, inquestionavelmente, <b>Caras &amp; Bocas</b> (de Walcyr Carrasco) é o melhor folhetim inédito em exibição na Globo.</p>
<p>Mas enfim. Em busca de informações sobre a história de amor entre Rafael e a índia Serena &#8211; reencarnação de Luna, ex-esposa do mocinho e assassinada com um tiro a mando de sua prima interesseira Cristina, muitos visitantes caem neste espaço utilizando uma curiosa combinação de palavras, que provocam até outro sentido: <b>Alma Gemia</b>. Gemia como sendo o pretérito imperfeito do verbo gemer e, evidentemente, sem acento circunflexo.</p>
<p>Sobre os próximos capítulos de Alma Gêmea, vale o mesmo raciocínio de <a href="http://dialetica.org/proximoscapitulos/2009/07/07/que-marmota-e-essa"><b>Senhora do Destino</b></a>: por ter sido exibida entre 2005 e 2006 (ou seja: ontem), é possível encontrar farto material sobre a história na Internet. E essa brincadeira vai continuar, a não ser que a faixa vespertina seja ocupada por <a href="http://dialetica.org/proximoscapitulos/2009/03/11/quero-rever-novelas-velhas"><b>novelas mais antigas</b></a>, da era pré-Web.</p>
<p>Agora, lamento informar que não existe nenhuma novela de nome <b>Alma Gemia</b>. Mas se existisse, sua sinopse poderia ser algo assim.</p>
<p><i>Em plena década de 70, os irmãos Inácio, Décio e Lucrécio Pinto choram a morte de seu pai, o empresário H. Romeu Pinto, dono da Estrela Prateada, uma próspera fábrica de clipes para papel na pacata cidade de Vale Verde. A viúva e matriarca, Dona Valentina Grande, decide esconder o testamento do marido, com o intuito de promover a igualdade e fraternidade entre seus entes.</p>
<p>Mas a reconstrução da família Grande Pinto é interrompida quando, no tradicional Baile do Repolho, na sede da Associação Agrícola de Vale Verde, Dona Valentina é brutalmente atingida por um rastelo, arremessado do telhado. Um misto de desespero e ambição tomará conta dos irmãos, que alternarão altos e baixos em busca do assassino da mãe e do testamento perdido. As coisas se complicam quando um primo distante, Melo Pinto, retorna da Argentina e se une ao inescrupuloso prefeito, o Conde de Boa Vista, para tomar o controle da fábrica.</p>
<p>O episódio atrai a atenção de quatro descolados: Fred, Dafne, Velma e Salsicha. Atraídos pelo agito e curtição da Festa do Repolho, os garotos e seu cachorro Iscubidu decidem ficar em Vale Verde, em busca de respostas para o crime do rastelo. Gertrudes, a dona do pensionato, receberá não apenas os jovens, mas também figuras estranhas como Felizberto, um senhor que julga ter sido abduzido por extraterrestres. Nem mesmo suas diferenças de comportamento serão capazes de impedir uma linda história de amor.</p>
<p>Os mistérios ficarão ainda mais fortes quando os cidadãos de Vale Verde começarem a ouvir estranhos gemidos, durante à noite, vindos da fábrica Estrela Prateada.</i></p>
<p>Pronto, agora só falta chamar o Paulo Betti pro papel de delegado &#8211; aquele que aparecerá no fim para resolver todos os problemas da trama e ridicularizar os amigos do Iscubidu &#8211; e o Hans Donner pra bolar uma identidade visual batuta.</p>
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		<title>Brincando de escalar remakes</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 15:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz um texto recentemente onde dizia que no dia que fizessem o remake de <strong>Tieta</strong>, Cássia Kiss podia perfeitamente fazer a Perpétua, visto o show que está dando como a também beata Mariana, em <strong>Paraíso</strong>.</p>
<p>Aí, o <a href="http://www.trottolices.com.br">Trotta</a> reclamou dizendo que pensava que eu ia escalar o elenco inteiro!</p>
<p>Bem, não me empolguei em fazer isso, mas fiquei animada pra outra coisa: sugerir remakes de novelas que não vi.</p>
<p>É tentador pedir remake de novelas que já vimos, mas ao mesmo tempo me faz pensar: se fizesssem o remake de <strong>Amor com amor se paga</strong>, que outra pessoa poderia viver o seu Nonô Correa do que o mesmo Ary Fontoura? Se fizessem o remake de <strong>Tititi</strong>, impossível não querer de novo Luiz Gustavo e Reginaldo Faria para reviverem os costureiros.</p>
<p>Então, se é pra fazer remake, que seja de algo que eu não vi e que, por isso, não me apeguei ao trabalho dos atores.</p>
<p>A primeira novela da minha lista é <strong>Sol de verão</strong>, de Manoel Carlos. Infelizmente acho difícil de acontecer, porque, ao contrário de Benedito Ruy Barbosa, Maneco ainda está em processo de plena criação, fazendo novelas novas.</p>
<p>Mas fica mesmo assim o pedido. <strong>Sol de verão</strong> é de 1982 e contava a história de Raquel que depois de 18 anos de casada, se divorcia e se apaixona por um mecânico vizinho da mãe dela. Já filha de Raquel, Clara, se apaixona por um rapaz surdo, ajudante da oficina mecânica.</p>
<p>Manoel Carlos escreveu <strong>Sol de verão</strong> para Jardel Filho, que segundo ele era um homem belíssimo, interpretar esse mecânico boa praça que se apaixona pra valer na meia-idade. Ele só não contava que Jardel fosse morrer durante a novela, mudando totalmente o rumo da trama &#8211; Maneco inclusive não quis continuar a escrever, pois pra ele a novela terminou quando o amigo faleceu. Lauro Cesar Muniz foi designado para cumprir a tarefa de levar <strong>Sol de verão</strong> até o final.</p>
<p>A trama do rapaz surdo também mobilizou o país &#8211; merchandising social dos bons de Manoel Carlos! &#8211; fazendo com que as crianças aprendessem a linguagem dos sinais. Mérito de Tony Ramos que com a sensibilidade de sempre deu vida a Abel.</p>
<p>Então, depois de muito matutar, pensei: em um remake de Sol de verão, Tony Ramos &#8211; figurinha carimbada das tramas de Manoel Carlos &#8211; ficaria com o papel que foi de Jardel Filho e Reynaldo Gianecchini interpretaria Abel. Ia ser lindo, sim?</p>
<p><strong>Dancin&#8217; Days</strong> eu também adoraria ver &#8211; pena que o Gilberto Braga tenha receio de refazê-la. Para viver a Júlia Mattos eu escalaria a Letícia Sabatella e para o papel do Cacá, o Wagner Moura &#8211; ambos são velhos conhecidos de Gilberto: Letícia fez <strong>O dono do mundo</strong> e Wagner, <strong>Paraíso tropical</strong>. Pra fazer a irmã de Júlia - tarefa que na primeira versão coube a Joana Fomm - chamaria Lília Cabral. E pra formar o casal jovem &#8211; que antes foi feito por Glória Pires e Lauro Corona &#8211; colocaria Carolina Oliveira e Miguel Rômulo.</p>
<p>Faz tempo, Aguinaldo Silva comentou um possível remake de <strong>Gabriela</strong>. Se não me engano, seria Camila Pitanga e eu penso e repenso e não encontro alternativa melhor. Para Nacib, chamava o Eduardo Moscovis. Para Edmundo Falcão, mais uma vez Wagner Moura, e repetia o par da minissérie <strong>JK</strong> e dava a Jerusa para Débora Falabella &#8211; que já fez duas novelas de Aguinaldo, <strong>Senhora do destino</strong> e <strong>Duas Caras</strong>. A rebelde Malvina ficaria pra Natália Dill e o Coronel Ramiro Bastos ficaria com José Wilker, que fez Edmundo Falcão na primeira versão, sendo o opositor do coronel.</p>
<p><strong>Elas por elas</strong> fecha meu desejo por remakes, e aí foi a farra! Escolher sete atrizes que eu gosto para dar vida às amigas da trama de Cassiano Gabus Mendes. Aí vão: Cláudia Raia, Adriana Esteves, Viviane Pasmanter, Christiane Torloni, Letícia Spiller, Betty Lago e Ângela Vieira.</p>
<p>Sei que talvez rolasse fogueirinha de egos, mas foram essas que me vieram à cabeça. Cláudia Raia por muito mais que <strong>A favorita</strong>; Adriana Esteves por <strong>O cravo e a rosa</strong>, <strong>Kubanakan</strong> e <strong>A lua me disse</strong>; Viviane Pasmanter por <strong>Mulheres de areia</strong>, <strong>Uga uga</strong> e <strong>Páginas da vida</strong>; Christiane Torloni, ah!, por <strong>A gata comeu</strong>, <strong>Selva de Pedra</strong>, <strong>A viagem</strong>, <strong>Cara e Coroa</strong>, <strong>Um anjo caiu do céu</strong>, <strong>América</strong>; Letícia Spiller por <strong>Quatro por quatro</strong> e <strong>Senhora do destino</strong>; Betty Lago por <strong>Anos Rebeldes</strong> e <strong>Quatro por quatro</strong>; e Ângela Vieira por <strong>Coração de estudante</strong> e <strong>Senhora do destino</strong>.</p>
<p>Ufa!</p>
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		<title>As sogras mais terríveis das novelas!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 18:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o dia da sogra foi ontem, vai aqui uma homenagem à sogra de todas as minhas vidas, mãe do homem de todas as minhas vidas. Nem de longe ela é megera como certas sogras de novelas&#8230; A sogra da vez é a implicantíssima Laksmi, de Caminho das Índias. Como se não bastasse implicar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o dia da sogra foi ontem, vai aqui uma homenagem à sogra de todas as minhas vidas, mãe do homem de todas as minhas vidas. Nem de longe ela é megera como certas sogras de novelas&#8230;</p>
<p>A sogra da vez é a implicantíssima Laksmi, de <strong>Caminho das Índias</strong>. Como se não bastasse implicar com a nora Indira, a sogra interpretada por Laura Cardoso implica também com as mulheres dos netos, com os netos, com a bisneta e com a empregada. Are baba!</p>
<p>Outra sogra inesquecível é a Dona Guiomar, de <strong>A viagem</strong>. Também feita por Laura Cardoso, no início da novela era a melhor sogra do mundo pro Raul. Mas, infelizmente, Dona Guiomar passou a ser obsediada pelo espírito do Alexandre, que queria se vingar do irmão. Com isso, de sogra do ano ela passou a sogra das trevas, atazanando a vida do genro e incentivando a filha a brigar e até traí-lo&#8230;</p>
<p>Já a sogra das minhas mais longínquas recordações é a Dona Marcelina, de <strong>Roque Santeiro</strong>. Assim como a neta Tânia, ela também não via com bons olhos o &#8220;noivado&#8221; do genro Sinhozinho Malta com a Viúva Porcina.</p>
<p>Tem algumas sogras que são megeras, mas são divertidas. É o caso da Dona Gema, mãe do Bello, em <strong>Perigosas Peruas</strong>. Ela ensinava errado para a nora as receitas das comidas favoritas do filho! Mas quando ele quis trocar a Cidinha pela Leda, ela ficou do lado da nora &#8220;original&#8221;.</p>
<p>Outra engraçadíssima era a Dona Josefa, de <strong>O cravo e a rosa</strong>. Sogra de Cornélio &#8211; o nome já diz &#8211; a velhinha fazia o genro escovar a gatinha de estimação dela, mesmo ele sendo alérgico; dava cobertura para as armações dos filhos; e se o Cornélio ousasse timidamente reclamar de algo, ela fazia a maior cara de vítima! Até quando foi raptada Dona Josefa fez da vida dos sequestradores um inferno!</p>
<p>A Ofélia feita por Nicette Bruno em <strong>Alma Gêmea</strong> também era garantia de diversão! Apesar do genro Osvaldo ser apaixonadíssimo pela esposa, Divina, a sogra arranjava motivos e mais motivos para implicar com ele.</p>
<p>Outra que está atualmente no ar que nem a Laksmi é a Dona Flaviana, de <strong>Senhora do Destino</strong>. Mesmo com a filha já falecida, ela mora com o genro Giovanni Improtta e os netos. E é claaaaaaro que ela torra a paciência do Dr. Jeová, ironizando o jeito de falar e vestir assim como o namoro com a ninfa-bebê Daniele, que tem idade pra ser neta dele!</p>
<p>Em <strong>Por Amor</strong>, Branca tinha uma adoração pelo filho mais velho, Marcelo. Mesmo torcendo pela ex-namorada dele, Laura, Branca aceitou Eduarda, a escolhida do filho, pra não criar atritos com ele.</p>
<p>Mas assim, aceitou a Eduarda naquelas, né? Quando o Marcelo voltou da lua-de-mel com a esposa, Branca mandou encher o quarto dos dois de rosas&#8230; Mesmo a Eduarda sendo alérgica!</p>
<p>E teve também a Violetinha, de <strong>Três irmãs</strong>, que além de acusar pela morte do filho, abriu inquérito contra a nora. Como a nora em questão era uma das três irmãs mocinhas da novela, não pegou nada pra ela e no final a Violetinha acabou caindo penhasco abaixo!</p>
<p>Ai ai, as sogras&#8230;</p>
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		<title>Casais que se amam e se odeiam</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 01:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O capítulo de Caras &#38; Bocas acabou há pouco e eu não resisti: liguei para o André para compartilhar. - Ei, Caras &#38; Bocas é a melhor novela do momento! - Ah é, por quê? - Cara, ela tem os melhores ganchos hoje. O capítulo acabou e eu pensei: &#8220;Puxa, vou ter que esperar até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O capítulo de <strong>Caras &amp; Bocas</strong> acabou há pouco e eu não resisti: liguei para o <a href="http://dialetica.org/marmota">André</a> para compartilhar.</p>
<p>- Ei, <strong>Caras &amp; Bocas</strong> é a melhor novela do momento!</p>
<p>- Ah é, por quê?</p>
<p>- Cara, ela tem os melhores ganchos hoje. O capítulo acabou e eu pensei: &#8220;Puxa, vou ter que esperar até segunda!&#8221;.</p>
<p>- Nossa&#8230;</p>
<p>- É que ela tem uma coisa que eu adoro muito: casais que se amam e se odeiam, que passam a novela TODA brigando feito cão e gato.</p>
<p>- Ah, tipo a gente!</p>
<p>- É! Escreverei sobre isso e dedicarei o texto a você!</p>
<p>***</p>
<p><em>Para o André.</em></p>
<p>***</p>
<p><em>&#8220;E sozinha eu te chamo<br />
Bem baixinho eu reclamo<br />
Que vontade de dizer</p>
<p>Te amo&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Sim, adoro casais que se amam, mas brigam que é uma beleza. Quando não são os protagonistas, acabam roubando a cena.</p>
<p>Seja por machismo x feminismo, seja por implicância, seja por um equívoco, um mal-entendido, os casais brigam.</p>
<p>Jô e Fábio, de <strong>A gata comeu</strong>, são os primeiros da minha lista, não só por adorá-los, mas pela ordem cronológica mesmo.</p>
<p>A Jô era super acostumada a fazer e desfazer dos homens, já tinha tido oito noivos, até que conheceu o professor, que era adepto do &#8220;bateu, levou&#8221;. Eles se estapearam bastante até se entenderem&#8230;</p>
<p>A Val e o Luti, de <strong>Ti ti ti</strong>, não chegaram a se estapear, mas implicaram bastante um com o outro até começarem a namorar.</p>
<p>Um dos casos de coadjuvantes que chamaram pra si as atenções, os problemas pintaram mesmo pra eles quando descobriram que os pais, André e Ari, eram inimiguinhos de infância! Rolou até uma simulação de Romeu &amp; Julieta pra que os pais permitissem o namoro deles&#8230;</p>
<p>Aí veio a vingativa Cláudia, de <strong>Fera Radical</strong>, fazer justiça com as próprias mãos com o assassino da família dela.</p>
<p>A Cláudia só não contava em se apaixonar pelo Fernando, um dos filhos do casal com o qual ela veio ajustar contas.</p>
<p>Os dois viviam em pé de guerra, até que resolveram virar sócios, morar juntos, mesmo não indo um com a cara do outro&#8230; Pra se apaixonarem foi só um pé!</p>
<p>Ainda lembro nitidamente do Fernando andando a cavalo com o filho deles e ela emparelhando com eles de moto, no fim da novela.</p>
<p>Coadjuvantes também eram a Malu e o Alaor, de <strong>Mulheres de Areia</strong>. Por esses eu torcia muito!</p>
<p>A Malu tinha uma birra enorme com o pai, que propôs adiantar a herança da moça se ela se casasse. Ela foi e casou com o Alaor, um peão da fazenda da prima!</p>
<p>A Malu fazia o gênero moderninha, mas era virgem. Se casou deixando bem claro que era um contrato apenas, um acordo e que nada rolaria entre ela e o marido.</p>
<p>Até que ela se apaixonou&#8230; Aí vieram mil artimanhas pra conquistar o Alaor, inclusive contando com a ajuda da irmã dele. Lembro que ele resistiu bastante, e só tomou uma atitude quando ela o chamou de bicha na cara dura! Rá!</p>
<p>Ah, depois vem Diná e Otávio, de <strong>A viagem</strong>. A Diná odiava o Otávio porque ele tinha sido decisivo na condenação do irmão dela, o Alexandre. O Otávio por sua vez a achava uma mulher maluca de pedra que até invadir o escritório dele invadiu!</p>
<p>Até que ele entendeu que a Diná era a mulher de todas as vidas dele e correu atrás do prejuízo, partindo pra melhor das conquistas de um homem por um mulher feitas em uma telenovela.</p>
<p>Assim como Dafne e Gabriel &#8211; o casal pivô desse texto &#8211; Catarina e Petruchio são criações de Walcyr Carrasco. Na verdade, são criações de Shakespeare, mas a adaptação para a São Paulo dos anos 20 é toda mérito do autor de <strong>O cravo e a rosa</strong>.</p>
<p>A feminista e o machão brigaram que brigaram até o diabo dizer chega. Catarina era a onça, Petruchio o grosseirão!</p>
<p>Aí, pra variar, ela se apaixonou &#8211; na maioria das vezes são as mulheres que se apaixonam e tentam seduzir&#8230; Entre mil intriguinhas e equívocos, o casal conseguiu se acertar e teve até gêmeos! A cena da primeira noite de amor de Catarina e Petruchio é das coisas mais delicadas que já vi até hoje na TV. A novela era tão adorada que chegou a se cogitar que virasse seriado!</p>
<p>E, agora, em meio a febre indiana, a novela que estou adorando é <strong>Caras &amp; Bocas</strong>. Walcyr Carrasco se redime a cada dia que passa de <strong>Sete Pecados</strong> com a novela onde a filha adolescente faz de tudo pra unir o pai e a mãe, separados por &#8211; sempre eles! &#8211; mal-entendidos. Tudo bem, a filha faz isso porque não quer ficar pobre &#8211; e a mãe tem que casar pra ter direito a fortuna do avô &#8211; mas isso já é outra história&#8230;</p>
<p>Cansada de remakes e de novelas com homens frouxos, minha torcida agora é toda para Dafne e Gabriel, mesmo sabendo que eles ainda vão brigar muuuuito até ficarem juntos.</p>
<p>Mas é assim que tem mais sabor. <img src='http://dialetica.org/proximoscapitulos/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Guloseimas das novelas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prometi à Lu, do Guloseima, que faria um texto sobre os acepipes das novelas, afinal, assim como nós, as personagens também cozinham e comem&#8230; Por questões literário-sentimentais, a primeira lembrança que me veio à cabeça foi a de Gabriela, cozinhando e encantando Nacib (e todos os clientes do Vesúvio) com os quitutes baianos: acarajé, vatapá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prometi à Lu, do <a href="http://guloseima.net">Guloseima</a>, que faria um texto sobre os acepipes das novelas, afinal, assim como nós, as personagens também cozinham e comem&#8230;</p>
<p>Por questões literário-sentimentais, a primeira lembrança que me veio à cabeça foi a de <strong>Gabriela</strong>, cozinhando e encantando Nacib (e todos os clientes do Vesúvio) com os quitutes baianos: acarajé, vatapá, moqueca&#8230; Sem contar que ela própria, Gabriela, era feita de cravo e canela.</p>
<p>Quando uma novela conta com um bar, restaurante, lanchonete, padaria ou buffet, pode ter certeza que todos os personagens só irão até esse estabelecimento, como se ele fosse o único de toda São Paulo, de todo Rio de Janeiro; como se fosse, enfim, o <em>point</em> do momento.</p>
<p>E esses estabelecimentos são muitos: o buffet <strong>Marrom Glacê</strong>, de Madame Clô; a rede de cantinas da Mamma Vitória; a creperia Chez Silvie, de <strong>Vamp</strong>; o Pão Português, de <strong>Negócio da China</strong>; o restaurante grego Tebas, de <strong>Belíssima</strong>; o Monsieur Vatel, de <strong>Senhora do Destino</strong>; a cantina La Tavola de Michele, de Bina, em <strong>Vereda Tropical</strong>; o Castelo de São Jorge, de <strong>Duas Caras</strong>, o Bar da Dona Jura, em <strong>O Clone</strong>; o Frigideira, de <strong>Paraíso Tropical</strong>; o Pão com Linguiça, de <strong>A Favorita</strong>; a rede de padarias de Auxi e Alce, em <strong>Quatro por Quatro</strong>; o restaurante da livraria Dom Casmurro, de <strong>Laços de Família</strong>; a lanchonete Mingau, onde Virgínia foi trabalhar em <strong>Ciranda de Pedra</strong>; o bar Flor do Douro, de <strong>Sabor da Paixão</strong>; o restaurante de Vitório, em <strong>Alma Gêmea</strong>; a empresa de catering Paladar, de Raquel Acioli em <strong>Vale Tudo</strong>.</p>
<p>Muitos desses lugares tinham especialidades, como o famoso pastel da Dona Jura; o sanduíche natural que Raquel vendia pela praia de <strong>Vale Tudo</strong>; o bacalhau do Bernadinho do Castelo de São Jorge, que ficava na Portelinha; o bolinho de bacalhau do Flor do Douro; as saladinhas da Dom Casmurro; a galinha feita por Esmeralda, em <strong>Coração de Estudante</strong>&#8230;</p>
<p>E o que dizer dos títulos de novela sugestivos como <strong>Pão pão, Beijo Beijo</strong>, <strong>Chocolate com Pimenta</strong> e <strong>Sabor da Paixão</strong>?</p>
<p>Mais sugestivos ainda eram os pratos afrodisíacos preparados pela bibliotecária Ilka Tibiriçá para o seu Ataliba Timbó com quem &#8220;só casando&#8221; ela iria ficar em <strong>Fera Ferida</strong>&#8230;</p>
<p>Também teve muita gente que ganhou a vida em novela fazendo quentinha, como a ex-milionária Rafaela, de <strong>Brega &amp; Chique</strong>; sendo garçom, como o conde de Parma fajuto, de <strong>A Gata Comeu</strong>; produzindo queijos como o Petruchio, de <strong>O Cravo e a Rosa</strong>; fazendo bolos e tortas como na Deli de Hilda, de <strong>Mulheres Apaixonadas</strong> ou como a Clarisse, de <strong>Sete Pecados</strong>; preparando tapioca na rua, como a Preta, de <strong>Da Cor do Pecado</strong>.</p>
<p>Outros, já com a vida ganha, só quiseram desfrutar de profiteroles, como o Foguinho, de <strong>Cobras &amp; Lagartos</strong>; ficar sarados como os filhos da Mamuska, ao tomar a sopa fortificante que ela preparava; se deliciar com o leitão a pururuca de Dona Purezinha, de <strong>Desejo Proibido</strong>; e até mesmo, num clima divertidamente mórbido, beber sangue congelado, como os vampiros de <strong>Vamp</strong>.</p>
<p>Tem determinadas cenas envolvendo comidas que eu preciso lembrar aqui: a mais do que comentada cena do puro desperdício onde Paulo Autran e Fernanda Montenegro jogam o café da manhã inteiro um na cara do outro &#8211; depois o povo não entende os motivos do Paulo Autran ter raramente topado fazer TV; a italiana Leonora dando alcachofra no jantar dos patrões brasileiros e a surpresa que eles tiveram ao ver aquela &#8220;flor&#8221; para ser comida com as mãos, ali, dentro do prato deles; e a homenagem à Miriam Pires, que faleceu durante as gravações de <strong>Senhora do Destino</strong>, onde o livro <em>A cozinha de Dona Clementina</em> foi lançado.</p>
<p>Como o texto começa citando motivos literário-sentimentais, assim ele terminará: com a lembrança de <strong>Dona Flor e seus Dois Maridos</strong> &#8211; que não foi novela, foi minissérie, eu sei &#8211; e da escola de culinária dela, a Sabor &amp; Arte, com a qual Vadinho fazia o trocadilho mais deliciosamente canalha que consigo lembrar agora: &#8211; Flor, quero saborear-te.</p>
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