A novela Três Irmãs acabou na semana passada e com ela se foi uma das personagens que mais arrancou risadas do André e da minha mãe por conta do nome: Gilda Sueli – vivida pela Bianca Byington.
Mas os amantes dos nomes esquisitos em novelas podem ficar tranquilos que Gilda Sueli foi sucedida por alguém a altura em Caras & Bocas: o Pelópidas, de Marcos Breda!
Aí ficamos pensando, André e eu, nos nomes mais esdrúxulos que já passaram pelas novelas que vimos.
Lembramos dos filhos do Gaspar, de Top Model – aqueles que tinham nomes de celebridades: Jane Fonda, Elvis Presley, Ringo Starr, John Lennon; e dos nomes igualmente célebres dos filhos de Carmen Maura, em Vamp: Scarlett, Sigmund…
Lembramos das personagens de Jorge Amado que saíram dos livros e ganharam vida na televisão como Osnar, Carmosina, Ascânio e Amintas, de Tieta. Também tinha o Gladstone, vivido pelo Paulo José, mas esse foi invenção do Aguinaldo Silva…
Aguinaldo também se inspirou em contos de Lima Barreto e deles fez Fera Ferida, de onde conhecemos o Professor Praxedes, por exemplo.
Outro professor, o Astromar, vivia em Asa Branca, a mesma cidade da viúva Porcina, de Roque Santeiro.
Tem a cigana Dara, o libanês Rachid, a mulçumana Latifa, o frouxo Raj (tá, ele é o queridinho do momento, mas eu acho ele frouxo por não ficar com a Duda!) – esses são, digamos, temáticos.
Quem adora um nome diferente é o Miguel Falabella! Em A lua me disse tinha a Ademilde, a Sulanca, a Zelândia; já em Negócio da China teve a Semíramis, a Maralanis…
Cassiano Gabus Mendes homenageou Lima Duarte em Ti ti ti, nomeando um dos protagonistas de Ariclenes – pra quem não sabe, esse é o nome verdadeiro de Lima Duarte. O Ariclenes da novela foi vivido por Luiz Gustavo, mas todo mundo lembra dele como Vítor Valentim!
Voltando ao Aguinaldo Silva, tem a Crescilda de Senhora de Destino. Na mesma novela tem o Políbio que bem podia ser primo do Porfírio, de Meu bem, meu mal, novela de Cassiano…
Ainda falando em Cassiano Gabus Mendes, Que rei sou eu? contou com uma profusa lista de nomes estranhos: Pichot, Szmirá, Corcoran e… RAVENGAR! Nunca mais veremos ninguém com esse nome por aí, leitor.
Em Pecado Capital tem uma história que gosto muito: na 1ª versão, o nome da irmã da Lucinha era Emilene – Emilinha e Marlene (as duas maiores rivais da Era do Rádio), cantoras das quais os pais das meninas eram fãs; na 2ª versão, anos e anos depois, o nome mudou para Clarelis – Clara e Elis. A Emilene foi da Elisângela e a Clarelis da Leandra Leal.
Outros nomes que vieram de um livro foram os do frei Maltus e do ator Aramel, da minissérie Hilda Furacão.
Da turma de Benedito Ruy Barbosa tem o Deocleciano, de Renascer, e o Boanerges, de Cabocla.
Já Sílvio de Abreu criou a incrível Fedora, de Sassaricando, e o engraçadíssimo e gaguíssimo Fladson, de Belíssima.
Em Uga Uga tinha a Bionda e a Dona Pierina, mas é de Bebê a bordo o nome mais bacana que o Carlos Lombardi já colocou em uma personagem: Raio de Luar, mais conhecida como Raio!
Tão fofamente inspirado na hipongagem como a Raio era o Shiva Lênin, de A favorita.
Você lembra de alguém mais, leitor? Apelido não vale, até porque, ficarei devendo um texto só sobre apelidos…
Esses dias, a Luciana citou Roupa Nova, atribuindo a eles o título de “campeão em trilhas sonoras de novela”. Fiquei lembrando como, realmente, algumas bandas e artistas atingem destaque ainda maior quando fazem parte da trilha sonora de uma novela.
Mais do que isso, como lembra Nilson Xavier em seu “Almanaque da Telenovela Brasileira”: até os anos 60, os cantores não gostavam de ter suas músicas atreladas a essas produções. Havia preconceito, vejam vocês! Só a partir de O Cafona, em 1969, com o sucesso de vendas da trilha, as coisas começaram a mudar.
Nesses últimos 40 anos, outros artistas são marcados por seus trabalhos em novelas. Nilson Xavier contou: Caetano Veloso e Gal Costa já ultrapassaram as cinquenta músicas em trilhas sonoras. Além do Roupa Nova, Simone, Fafá de Belém, Maria Bethânia, Marina Lima, Rita Lee, Fábio Jr., Milton Nascimento , Djavan e Lulu Santos também são recorrentes.
Sem falar em Ana Carolina e Adriana Calcanhoto, que nos últimos anos repetiram o mesmo fenômeno de Guilherme Arantes nos anos 70 e 80, emplacando vários hits.
Seria insanidade contar quantas vezes cada artista aparece nos discos e CDs nacionais e derivados. Mas se contarmos apenas as aberturas de novelas, você saberia dizer quem é o intérprete que mais aparece?

Sempre que lembro de Ney Matogrosso, vem à memória esse… Mmmhhh… Ousado clipe do Fantástico.
Desde 1977, Ney Matogrosso apareceu cantando “Bandido Corazon” na abertura de Coquetel de Amor – novela metalinguística de Espelho Mágico, foram oito aberturas na voz de Ney Matogrosso. Uma a mais em relação a Rita Lee, com Gal Costa completando o pódio.
O auge da carreira do ex-líder do Secos e Molhados coincidiu com sua presença em cinco aberturas entre o final dos anos 70 e o começo dos 80. Mais: a música “Não Existe Pecado ao Sul do Equador” (Chico Buarque), de Pecado Rasgado (1978) é a mesma que aparece na abertura de Dona Anja, exibida pelo SBT em 1997. Com dois adendos: a mais nova tinha ritmo de mambo, além do verso “vamos fazer um pecado safado debaixo do meu cobertor”, evidentemente proibido pela censura na versão anterior.

Dessa fase, as duas que me recordo com maior facilidade são as de duas comédias das sete: Jogo da Vida (1981), onde cantava “Vida vida que mais te quero ainda / linda vida que mais te faço linda”, e Vereda Tropical (1984), cujo tema de abertura era cantado em espanhol.
A primeira versão de Paraíso, de 1982, também tinha Ney Matogrosso na abertura. Promessas Demais, em uma canção assinada por Moraes Moreira, Zeca Barreto e o poeta Paulo Leminski. Depois dessas, ele demorou algum tempo para voltar a uma abertura da Globo.

Foi em 2003, com Kubanacan – a propósito, por razões misteriosas, a música-tema escreve-se “Coubanakan”. A oitava vez foi em Negócio da China (2008), onde o cantor aparece no primeiro capítulo cantando “Lig-Lig-Lig-Lé” em Macau, enquanto o mocinho briga com meio mundo no cassino – cenas que se repetiram em toda a abertura.

Chinês come somente uma vez por mês!
Ah sim, voltando ao Roupa Nova: esta reportagem da Folha relembra que o grupo é recordista em temas de novelas entre os anos 80 e 90, repercutindo em sua aceitação popular. “Artista que diz que não faz trabalho direcionado para o público é mentiroso. Se não é para o público, vai fazer para quem? Então, é melhor nem gravar”, diz Ricardo Feghali, tecladista e vocalista da banda. O mesmo se aplica às novelas, não?
Prometi à Lu, do Guloseima, que faria um texto sobre os acepipes das novelas, afinal, assim como nós, as personagens também cozinham e comem…
Por questões literário-sentimentais, a primeira lembrança que me veio à cabeça foi a de Gabriela, cozinhando e encantando Nacib (e todos os clientes do Vesúvio) com os quitutes baianos: acarajé, vatapá, moqueca… Sem contar que ela própria, Gabriela, era feita de cravo e canela.
Quando uma novela conta com um bar, restaurante, lanchonete, padaria ou buffet, pode ter certeza que todos os personagens só irão até esse estabelecimento, como se ele fosse o único de toda São Paulo, de todo Rio de Janeiro; como se fosse, enfim, o point do momento.
E esses estabelecimentos são muitos: o buffet Marrom Glacê, de Madame Clô; a rede de cantinas da Mamma Vitória; a creperia Chez Silvie, de Vamp; o Pão Português, de Negócio da China; o restaurante grego Tebas, de Belíssima; o Monsieur Vatel, de Senhora do Destino; a cantina La Tavola de Michele, de Bina, em Vereda Tropical; o Castelo de São Jorge, de Duas Caras, o Bar da Dona Jura, em O Clone; o Frigideira, de Paraíso Tropical; o Pão com Linguiça, de A Favorita; a rede de padarias de Auxi e Alce, em Quatro por Quatro; o restaurante da livraria Dom Casmurro, de Laços de Família; a lanchonete Mingau, onde Virgínia foi trabalhar em Ciranda de Pedra; o bar Flor do Douro, de Sabor da Paixão; o restaurante de Vitório, em Alma Gêmea; a empresa de catering Paladar, de Raquel Acioli em Vale Tudo.
Muitos desses lugares tinham especialidades, como o famoso pastel da Dona Jura; o sanduíche natural que Raquel vendia pela praia de Vale Tudo; o bacalhau do Bernadinho do Castelo de São Jorge, que ficava na Portelinha; o bolinho de bacalhau do Flor do Douro; as saladinhas da Dom Casmurro; a galinha feita por Esmeralda, em Coração de Estudante…
E o que dizer dos títulos de novela sugestivos como Pão pão, Beijo Beijo, Chocolate com Pimenta e Sabor da Paixão?
Mais sugestivos ainda eram os pratos afrodisíacos preparados pela bibliotecária Ilka Tibiriçá para o seu Ataliba Timbó com quem “só casando” ela iria ficar em Fera Ferida…
Também teve muita gente que ganhou a vida em novela fazendo quentinha, como a ex-milionária Rafaela, de Brega & Chique; sendo garçom, como o conde de Parma fajuto, de A Gata Comeu; produzindo queijos como o Petruchio, de O Cravo e a Rosa; fazendo bolos e tortas como na Deli de Hilda, de Mulheres Apaixonadas ou como a Clarisse, de Sete Pecados; preparando tapioca na rua, como a Preta, de Da Cor do Pecado.
Outros, já com a vida ganha, só quiseram desfrutar de profiteroles, como o Foguinho, de Cobras & Lagartos; ficar sarados como os filhos da Mamuska, ao tomar a sopa fortificante que ela preparava; se deliciar com o leitão a pururuca de Dona Purezinha, de Desejo Proibido; e até mesmo, num clima divertidamente mórbido, beber sangue congelado, como os vampiros de Vamp.
Tem determinadas cenas envolvendo comidas que eu preciso lembrar aqui: a mais do que comentada cena do puro desperdício onde Paulo Autran e Fernanda Montenegro jogam o café da manhã inteiro um na cara do outro – depois o povo não entende os motivos do Paulo Autran ter raramente topado fazer TV; a italiana Leonora dando alcachofra no jantar dos patrões brasileiros e a surpresa que eles tiveram ao ver aquela “flor” para ser comida com as mãos, ali, dentro do prato deles; e a homenagem à Miriam Pires, que faleceu durante as gravações de Senhora do Destino, onde o livro A cozinha de Dona Clementina foi lançado.
Como o texto começa citando motivos literário-sentimentais, assim ele terminará: com a lembrança de Dona Flor e seus Dois Maridos – que não foi novela, foi minissérie, eu sei – e da escola de culinária dela, a Sabor & Arte, com a qual Vadinho fazia o trocadilho mais deliciosamente canalha que consigo lembrar agora: – Flor, quero saborear-te.
É injusto pensar que a ousadia não funciona em novelas. E que a fórmula manjada “novelinha de época ou rural água-com-açúcar” seja a única que funciona no horário das 18 horas. E que Negócio da China, que interrompeu a sequência época-rural (vinda desde 2005 ao fim de Como uma Onda) teria melhor sorte se fosse programada às 19 horas (como previsto, diga-se), onde só funcionam “novelinhas jovens e bem humoradas”.
Pois eu conheço ao menos uma pessoa que não deve ter perdido o desfecho da trama nesta sexta-feira 13 (talvez isso explique alguma coisa), aplaudindo a trama de Miguel Falabella – se bem que, de tão apaixonada pelo moço, é capaz até de contemplar aquela maluquice do Toma Lá Dá Cá. Mas enfim. A verdade é que também considero injusto o “lig-lig-lig-lé” acabar carregando consigo o rótulo de “peor audiência do horário ever”.
O que, convenhamos, não desqualifica uma história. Antes, uma das detentoras do título foi Sabor da Paixão, de Ana Maria Moretzsohn, repleta de críticas e encurtada para não dar mais prejuízo. Novela que, para a mentora intelectual deste blog, era muito boa – especialmente as tramas paralelas.
“Tinha uma do Claudio Lins e da Vanessa Loes, que não podiam ter filhos. Então adotavam uma menina – só que ela topou para salvar o casamento, pois estavam em crise. E ele estava envolvido com outra moça… Quando ele finalmente sai de casa ameaçando levar a menina, ela percebeu que não conseguia viver sem a menina, e disse que a filha dela ficava! Ela realmente se apegou a menina, isso fez com que ele se apaixonasse outra vez por ela e largasse a namorada! A menina era negra, e a Vanessa branquíssima… O povo olhava e ela criava o maior barraco, defendia a menina…”, lembra Luciana.
“Tinha outra histéria legal: o Lima Duarte morre e a Cassia Kiss fica viúva. Ela acaba casando com o veterano garçom do restaurante da família, que era o Pedro Paulo Rangel. Mas antes de casar ela descobre que ele não sabe ler! Ele sempre dava desculpa da vista, e já sabia o cardapio de cor! Quando ela descobre, ela o ensina a ler!
Muito bonito!”, conclui.
Outras produções também esbarraram em questões externas, como horário de verão, final de ano, eventos esportivos ou concorrência – como Salomé, em 1991, uma história muito bacana mas ofuscada pelo fenômeno Aqui Agora, do SBT. Teve ainda Eterna Magia, cuja surpresa não estava na ambientação (mais uma de época) mas nas bruxas e afluentes (até Paulo Coelho entrou na roda). O ambiente soturno, que sustentava a trama inicial, não caiu no gosto popular. Mas no fim, para a Luciana, a história se salvou – muito graças às atuações de Thiago Rodrigues, Osmar Prado e Irene Ravache.
Enfim, não entrávamos em consenso a respeito de histórias ruins para o horário. Mesmo fazendo parte da formulinha de sempre, adoramos Esplendor e Vida Nova, por exemplo. “Não gostei de O Sexo dos Anjos, Sonho Meu e Anjo de Mim“, disse. Três injustiças, no meu ponto de vista. A primeira, confesso, não lembro bem (então não conta). A segunda era divertida, e aproveitou o carisma do casal de Renascer. Já a terceira é uma daquelas que, se voltasse no “Vale a Pena Ver de Novo”, cairia no gosto do povo. Podíamos meter o pau em Estrela-Guia, da Sandy. Mas como era a Sandy (e a novela foi curtinha), é desnecessário.
Finalmente, encontramos algumas bombas em comum, suficientes para um pódio respeitável. Para respaldar nossas escolhas, vou recorrer a uma terceira opinião para reforçar nossas escolhas: os comentários de Nilson Xavier, responsável pela maior referência do gênero na web.
É claro que você pode questionar e lembrar de outras buchas. Vamos lá?
Bronze: Quem é Você
“Ivani Ribeiro escreveu o argumento dessa novela pouco antes de falecer, em 1995 (o título original era Caminho dos Ventos), e passou para Solange Castro Neves, sua habitual colaboradora. Ela escreveu apenas os 24 primeiros capítulos, e, ao desentender-se com a Globo, deixou a novela nas mãos de Lauro César Muniz, que continuou a trama”, lembra Nilson Xavier. Ou seja: é a típica novela que está tudo preparado pra dar merda.
“Era com a Elizabeth Savalla e o filho dela com o Marcelo Picchi. Ele se vestia de mulher, tipo Victor e Victoria. Fazia par com a Mylla Christie. A vilã era a Cassia Kiss. Ela tinha inveja da irmã, o pai delas se nao me engano era o Cuoco e o marido o Capri, acho. Ah, era fraquinha. Nem lembro o enredo. A única coisa bacana era a abertura, com a musica dos mascarados do Chico Buarque”. Céus, pra Luciana não lembrar de uma novela recente, é porque era ruim pacas.
Prata: Agora é que São Elas
Eu gosto do Ricardo Linhares. Ao lado do Aguinaldo Silva, participou de grandes sucessos das oito. E sem a Leonor Bassères, colaboradora fiel de Gilberto Braga até seu falecimento em 2004, foi com Linhares que o autor deu vida a inesquecível Bebel, em Paraíso Tropical. Enfim, com toda a franqueza, não há muito o que falar de uma novela cuja trilha sonora internacional foi impedida de ir às lojas, já que a história seria sumariamente interrompida.
“Cara, o casal principal era Falabella e Vera Fischer. Medo. Ela casada com o Paulo Famoso Quem Gorgulho, e ele ainda casado com a Cala Boca Magda”, apavora-se Luciana. Realmente, como lembra Nilson Xavier, os protagonistas não combinaram: “o autor avisou que usaria de realismo fantástico… Como o acidente na rede de esgoto que levou uma vaca para os ares, e a estranha alergia que deixou o prefeito Juca Tigre literalmente roxo. Mais irreal do que os delírios do autor, porém, é ver Vera Fischer no papel de mulher comum e Miguel Falabella como galã apaixonado”. Cruzes.
O ouro, com méritos: O Amor Está no Ar
Rodrigo Santoro, cuja presença cinematográfica aqui e lá fora o tornou um dos nomes mais respeitados da categoria, poderia facilmente suprimir esta passagem de seu currículo. “Tinha um lance de ET. A menina era abduzida. Voltava um ano depois e encontrava o namorado pegando a mãe dela. Muito bobo!”. Não, Lu. Muito bobo não. É muito ruim pacaraio!!!
“Apesar da boa trama inicial, a novela não cativou o público. Nem mesmo ETs e a discussão sobre existência ou não de vida em outros planetas foi suficiente para manter o telespectador”. Pô, Nilson! Você deve ser amigo do Alcides Nogueira. Boa trama inicial??? Francamente.
Menção honrosa para Gente Fina. Nívea Maria. Hugo Carvana. Lizandra Tande Samuel Souto. Quatro semanas de amor em noites de luar. Um lance com dinheiro. Quem matou Gracindo Júnior. E ninguém lembra de mais nada… De qualquer forma, não devia ser tão ruim quanto nosso pódio.