Quando você pensa em foto instantânea, é impossível não lembrar da famosa Polaroid que, em 1948, causou uma revolução na fotografia e engoliu sua maior concorrente, a Kodak, numa batalha de patentes. Isso foi em 86. Ano passado, foi a vez da Polaroid ser engolida: a facilidade de não precisar revelar filmes com máquinas digitais e a queda do preço das mesmas foram motivos suficientes para que a empresa estadunidense encerrasse sua produção de fotografia instantânea.
Alguns meses antes, no auge do meu vício em comprar bugigangas no Mercado Livre, acabei arrematando uma Polaroid por módicos 50 reais. “Um dia vai valer muito mais”, pensei. A essa altura, já era impossível comprar filme pra ela – consegui apenas um, que foi presente. Ele dura até hoje, com apenas duas poses restantes. A câmera virou minha relíquia preferida.
Essa semana, a Polaroid anunciou que que irá vender as últimas unidades existentes do filme e da câmera ONE600 Classic em lojas da Urban Outfitters. A edição será limitada, com apenas 700 conjuntos de câmeras e filmes. É pra enlouquecer. O chato é que isso só vai valer para Estados Unidos e Reino Unido. A menos que você esteja nesses países, o jeito é torcer para que a lendária Polaroid volte a ser produzida.
The Window Phone é o tipo de invenção que só imaginaríamos ver nos Jetsons. O aparelho é capaz de transformar sua aparência conforme a temperatura local – se o dia está ensolarado, a imagem fica clara; se chove, ele fica úmido. E o que acontece quando está nevando? O Window Phone “congela”. A tela será translúcida e mostrará as informações como se fosse uma janela. Legal, não? Pena que é, por enquanto, apenas um conceito. Quem sabe num futuro mais próximo essa belezinha já esteja à venda. Eu quero!
O ruim é que, morando no Brasil, vai ser bem difícil ver o telefone congelar.