Marmota, mais dos mesmos

Desde 2002, muito obrigado por nada.

Arquivos: outubro/2004

Uma semana em alguns parágrafos

Por Marmota | 25/10/2004, 18h34

Roma (Itália) – Não sei se vocês sentiram a minha falta por aqui tanto quanto eu senti falta de Internet durante uma semana. Meu sorriso abriu-se ainda mais quando descobri um cyber café em conta perto da Stazione Termini, capital italiana. Nos últimos dias, frustração na bela Paris (apenas um lugar, cobrando quatro euros a hora) e outros muitos em Veneza – acima de seis euros. Multiplique esses valores por 3,50 e coloque no outro prato da balança sua abstinência…

Enfim. Uma semana muito bem aproveitada, diga-se de passagem. Meio complicado resumir tudo usando os minutos que restam, mas vamos tentar. Ainda falta muita coisa – o resto eu conto quando chegar em casa, se tudo der certo, na madrugada deste sábado (vai demorar uma vida pra chegar…).

- Nas seis primeiras cidades da viagem – Portugal, Espanha e França, fiquei com a sensação maravilhosa de conhecer um lugar novo, mas sem vontade de voltar novamente. Tudo mudou quando conheci Veneza. Não me surpreende em nada a vontade de passar a lua de mel por lá – até eu, que estou longe disso, fiquei com vontade. E vai ser no BB Venice, a melhor das hospedagens sem sombra de dúvidas.

- Não fosse o idioma horroroso, algumas baguetes sem gosto e o quarto do tamanho do meu banheiro (para 3 pessoas), diria que Paris teria tudo para ser a melhor das sete cidades do nosso roteiro. Ou em que outro lugar do mundo seria abordado por uma curitibana linda (pena que desci na estação seguinte do metro), comeria queijo camembert, encontraria Playmobil na loja de brinquedos e assistiria Lost in Translation numa sala de cinema vazia (apenas eu, Lello e Lu)… Sem preço que pague…

- Tanto em Barcelona como em Veneza, uma realidade: impossível diferenciar turistas da população local. Nas outras cidades, era evidente – Paris então…

- Em portugal é Olá. Na Espanha, Frigo. Os parisienses conhecem como Miko. E na Itália, Algida. Na verdade, todas representam a nossa Kibon – culpa da Unilever, esta moedora de marcas.

- A quantidade de revistinhas de sacanagem nas bancas representam o “clima” em cada lugar. No Porto e em Lisboa, eram raras – sinal de seu conservadorismo. Em Madrid e Barcelona, cidades mais “calientes”, eram dezenas delas – mais do que em Veneza ou, por enquanto, Roma. Deixemos Paris de fora – acho que eles se limitam a procriar para manter a espécie.

- Empresas aéreas baratinhas valem mesmo a pena, mas a EasyJet é uma tremenda zona. Não existem assentos marcados – a sala de embarque vira um curral quando a porta abre e os animais entram. Os comissários de bordo mostraram algum despreparo – inclusive dando risada durante os procedimentos de segurança… Uma das experiências mais decepcionantes da minha vida.

- Todos os guias de viagem que encontrei diziam a mesma coisa: viaje leve. E realmente o mundo precisa repensar o problema universal das bagagens. Impressionante como elas atrapalham em cada deslocamento – até porque elas ficam cada dia mais cheias. Se existe algo que realmente jamais esqueceremos são as escadas que enfrentamos com algumas toneladas extras.

- Curiosidade: em Veneza (e acredito eu em boa parte da Itália), os canais de TV aberta não transmitem os jogos ao vivo, mas a informação não se perde em nenhum momento: as câmeras ficam no estádio, mas focalizam apenas dois narradores (um para cada time) e a torcida. No estúdio, um comentarista e cinco ou seis gatos pingados comentam a partida. Uma mistura de narração do rádio com mesa redonda ao vivo – e caracterres com a classificação em tempo real e o placar dos outros jogos. Muito esquisito.

- Com a noitada ao lado de Leandro Rodrigues em Barcelona, terminaram nossos encontros casuais com amigos na Europa – nenhum conhecido em Paris, e infelizmente o bate-papo com o Allan vai ficar para outra vez. Aliás, uma frase que usamos bastante durante a viagem, por conta da minha vontade de conhecer o bairro de Belém, em Lisboa, que não aconteceu: “belém belém, só na viagem que vem….

- Ainda sobre “piadas internas”, vamos voltar cheio delas. Não se surpreenda se eu começar a escrever “uhhh, scary!”, entre outras coisas.

- Placar parcial: cidades visitadas: sete. Igrejas: cinco (do Carmo e Sto. Ildefonso no Porto, Castelo de S. Jorge em Lisboa, Sagrada Familia em Barcelona e Notre Dame em Paris). Museus: dois (Reina Sofia em Madri e Palazzo Grassi, em Veneza. Como não entrei no Louvre, fica fora). Estádios: cinco (Alvalade em Lisboa, Bernabeu em Madri, Olimpico e Camp Nou em Barcelona e Stade de France). Postais: 50. Presentes para os amigos: 10kg. Donas de pousada acima de 60 anos: duas (Madame Min em Lisboa e a Miss Universo 1954 em Roma). Boa parte dos outros quesitos (entre eles aquele mesmo que passou na sua cabeça) ainda seguem zerados.

Fora essa sequência de detalhes, uma coisa ficou bem clara para mim nesses dias pelo velho mundo: todo medo e desconfiança que permeavam os primeiros dias do ano, repletos de incertezas e preocupações, dissipam-se rapidamente (como os euros na carteira). Ou seja, mesmo sendo um sujeito teimoso como eu, é perfeitamente possível realizar uma viagem dos sonhos.

E acredite: a certeza de que não foi a última é absoluta.

Enfim, nos vemos em São Paulo, um dia antes de votar na Marta.

Futebol: nada é impossível. De verdade.

Por Marmota | 16/10/2004, 19h38

Madri (Espanha) – Sempre costumo dizer que o brasileiro fanático por futebol é o único que segue consumindo o produto, mesmo sendo “maltratado” por ele. Vai ao estádio a pé – já que não tem metrô nem lugar para estacionar, é tratado como gado nos portões de entrada e nas arquibancadas… E com o dinheiro que os clubes embolsam das transmissões de TV, parece que não há estatuto que ajude a virar o quadro.

Pois Espanha e Portugal já viveu situação parecida, e seus clubes tiveram de reverter o quadro. O último deles, em linhas gerais, em função da Euro 2004 – foi o que aconteceu com o José Alvalade, que foi demolido e reformado para a competição. Ganhou um mini-shopping, cinemas e cerca de 40 mil lugares cobertos e com poltronas estofadas.

O Real Madrid, do tresloucado presidente Florentino Perez, também encontrou formas diversas de fazer dinheiro e apostar no marketing como arma certeira para atingir seus torcedores. A compra do meia Beckham, por exemplo, foi paga em poucos dias, graças a venda de camisas com o número 23. Mesmo se o dinheiro não desse, existem outras formas de explorar os aficcionados – mesmo que sejam “apenas” nove euros.

Esse é o preço do bilhete para um “tour” no Santiago Bernabeu. A começar por uma vista panorâmica, passando por arquibancadas, tribuna de honra, vestiários e sala de troféus. O ùnico clube brasileiro que tem algo parecido é o Atlético Paranaense – e mesmo assim, tenho certeza de que não são as mesmas dezenas de pessoas que passam pelo estádio durante todo o dia, como acontece em Madrid.

O assunto surgiu novamente na mesa de um kebab – lanchonete de churrasco grego, mas esqueçam aquele da Santa Ifigênia, com suquinho grátis. Minha amiga e conterrânea Andreia Leripio, cicerone que nos brindou com sua companhia na última sexta, lembrou de duas campanhas de TV interessantíssimas do Atlético de Madrid – aquele time que caiu para a segundona espanhola há algum tempo, levou dois anos para subir e, mesmo assim, lotava o seu Vicente Calderón. Méritos para a publicidade criativa.

Mas enfim. Na primeira propaganda, um pai de família dirige pelas ruas madrilenhas (e seu trânsito caótico), pára no semáforo e, no mesmo instante, é abordado pelo filho. “Papai, podes me responder a uma pergunta?”. “Claro, meu filho”, responde o pai atencioso. “Papai, me explica uma coisa: por que torcemos para o Atlético?”. O pai pensa… O sinal abre e ele simplesmente suspira e diz: “ah, vamos para casa”.

Outra, seguindo a mesma linha do apaixonado: um velhinho tipicamente espanhol revela, diante dos espectadores, que já largou de tudo. Largou a bebida, o cigarro, as frituras, o carteado… “Pero esta mierda de Atlético…”.

Devíamos aprender a tratar o futebol como nossos companheiros ibéricos.

A calle Huertas reúne boa parte dos barzinhos e danceterias da capital espanhola, dos mais variados estilos. O curioso é que, ao contrário dos paulistas, os madrilenhos não pagam consumação. Entram, sentem o clima e, se quiserem, pedem cerveja ou refrigerante – preços entre três e seis euros. Podem perfeitamente perambular entre um bar e outro, atrás das mocinhas – que, diga-se de passagem, adoram uma minissaia.

Falando em mocinhas, a Andreia revelou outra coisa interessantíssima: boa parte dos formandos de arquitetura de Pelotas acabam vindo parar por aqui, transformando Madri numa espécie de Porto Alegre: outra colônia pelotense. Já estou vendo os engraçadinhos lembrarem que, em Madri, casais de todos os tipos e formatos circulam numa boa, sem preconceitos – os pelotenses devem se “sentir em casa”.

Mensagem de Marcelo Sakate, outro que acompanha atentamente nossas aventuras (abraços a todos os outros!), a respeito de Barcelona – destino que será explorado por mim, Lello e Lu a partir deste domingo:

"Vi no seu blog que você já começa a achar madri o "melhor da viagem" até agora... Bom, não quero te influenciar, mas é bom se preparar para mudar de opinião em pouco tempo. Barcelona é muito mais bonita, e o povo, mais simpático. Quando for ao Camp Nou e cercanias, vá de metrô e desça na estação Collblanc e ande pelas redondezas, é muito legal! E não deixe de pagar para ter direito ao tour pelo estádio. Outro programa imperdível, como já te disse, é andar pela orla, uma parte nova da cidade, construída para a Olimpíada (acho que o nome é Barceloneta, perto do porto olímpico).".

Sugestões anotadas, Marcelo! Adorei Madrid mesmo, mas enfim… Veremos o que nos aguarda a partir deste domingo!

Sobre as tais condições de saúde

Por Marmota | 13/10/2004, 12h48

Lisboa (Portugal) - Foram onze horas de vôo, com poucas chances de sono (para não dizer nulas). Perdemos outras cinco horas, graças ao fuso horário: no dia seguinte, sem dormir, estávamos almoçando no horário que seria reservado para o café. Por fim, deixamos uma chuvosa Porto ao meio-dia de segunda-feira, sem almoço, quando desembarcamos na Estação Oriente, região leste de uma ensolarada Lisboa.

Óbvio que o meu organismo de atleta iria reclamar qualquer hora dessas. Aconteceu nesta terça-feira. O sujeito que perambulava pelo Chiado, Praça do Rossio, Castelo de São Jorge, entre outras atrações históricas extraordinárias da capital portuguesa, estava um tanto quanto debilitado. A virada climática, além da alimentação prejudicada, deixaram baqueado este viajante batizado de “bagre de rio” pelos amigos. O bagre é aquele peixe que, na maioria das criações, é responsável pela limpeza. É o que eu costumo fazer quando meus companheiros deixam comida no prato…

Enfim. Entre todas as novas lições que aprendemos nesse passeio, uma é bastante prática: nunca troque uma boa noite de sono ou mesmo um jantar a base de caldo verde e uma fruta (mesmo que ela permaneça pouco tempo no organismo), em troca de aproveitamento máximo. Certamente, nas poucas horas que nos restam em Lisboa, não vou conseguir visitar o bairro de Belém, menos ainda a cidade de Sintra – passeios imperdíveis para qualquer viajante nestas bandas.

Em compensação, espero retomar minha saúde 100% até chegar na Espanha, nossa próxima parada… Continuem torcendo por mim!

Apesar do pouco tempo em cada lugar, conseguimos absorver a essência e, mais do que isso, conhecer boa parte das atrações. E tudo ainda fica melhor quando estamos bem acompanhados pelos “nativos”. Pedro Gonçalves e Mário João, respectivamente amigo e primo da Lu, tornaram nossa escala em Lisboa ainda mais inesquecível!

Escala que, aliás, não acabou. Logo mais, as 21h15 (17h15 para vocês) estaremos no moderníssimo José Alvalade, acompanhando Portugal x Rússia. Bem melhor que assistir a Quinta das Celebridades, um reality show com direito a Alexandre Frota (que, acreditem, está agradando por ser um bom moço) e uma biba louca chamada José Castelo Branco. Aliás, o tal big brother rural é o grande assunto do momento: está na capa da maioria das revistas – inclusive da Focus, a nossa Época.

Mesmo por conta dessas, já é possível dizer que Portugal é fascinante. Não tem como não voltar.

Sei que você já está de saco cheio, mas saiba que essa birincadeira está só começado. E se ainda quer ver mais, não deixe de ver os blogs do Lello e da Lu. E até Madrid!

O Luís Fabiano bilheteiro

Por Marmota | 10/10/2004, 08h04

Porto (Portugal) - Sabe aquelas histórias que certamente vamos dar muita risada um dia, mas que por algum momento, podem causar pequenos contratempos? Uma delas marcou a manhã chuvosa deste domingo, quando garantimos nosso traslado entre a bela Porto, norte de Portugal, e a capital Lisboa. O responsável pelo pequeno momento infeliz? Um bilheteiro cretino – vamos chamá-lo, despretensiosamente, de Luís Fabiano.

Imagino que a vida de Luís Fabiano resume-se a acordar, comer rapidamente o resto do bacalhau de ontem e encarar a bilheteria da Estação São Bento, que fica algumas quadras do nosso hotel. Se bem que… Isso não é importante. Apenas vamos lembrar eternamente de que trata-se de um sujeito mal-amado, que deve levar uma vidinha sem graça pelo fato de não merecer nada muito melhor.

Enfim. Ao comprar os bilhetes, já sabendo que o trem partiria da estação Campanha (e não dali), a pergunta óbvia era: como fazer para chegar lá? Pois Luís Fabiano ouviu o tal questionamento da única mulher do nosso grupo, e respondeu de maneira… Hmmm, como posso dizer… Pouco comum. “Do mesmo jeito que você chegou a Portugal vindo do Brasil”. Luís Fabiano não completou a frase, e ouviu a segunda pergunta: “dá pra ir de ônibus, por exemplo”?.

A bola foi alçada, pedindo por uma piadinha. Fosse eu, simplesmente diria: ué, não dá para vir a Portugal de ônibus. Emendaria com uma risadinha e uma cara de bobo, seguindo nossa vida alegre. Quem chutou a bola, no entanto, foi Luís Fabiano: “tinha que ser mulher mesmo…”

Defina como quiser essa infelicidade: piada de português (literalmente), grosseria desnecessária, desrespeito absurdo… Preferi simplesmente ignorar o comentário infeliz, mas tratei a coisa como uma situação curiosa, encarando como mais uma piada feita por um zé mané qualquer. Do mesmo jeito que encaro um cururu que nunca me viu e, ao descobrir que a minha família é de Pelotas, por exemplo, emenda com um “bando de viadinhos”. Entra num ouvido e sai pelo outro.

Claro que nossa companheira de viagem detestou ouvir aquilo. Ficou pior quando viu que, além de não defendê-la, esbocei alguma risada, já entendendo a situação como uma piadinha de costumes. Enfim, talvez não tenha sido a melhor reação… Aproveito para registrar aqui, eternamente, meu pedido de desculpas por ser assim. Não fosse minha companheira de viagem uma grande amiga, certamente nossa viagem terminaria ali, debaixo de chuva, em frente à Estação São Bento.

Nossas vidas não vão mudar por conta de comentários feitos por Luís Fabiano ou por qualquer ignorante que cruze nosso caminho. Mais do que isso, existem diferenças culturais abissais mesmo entre pessoas da mesma cidade – que dirá países diferentes. O segredo é absorver estas situações como uma simples lição de vida. E se a situação não for das mais agradáveis, respire fundo e ponha uma coisa na cabeça: tudo é festa. Melhor lembrarmos de nossa passagem pelo Porto a partir do jantar à beira do Rio Douro, servido por uma ucraniana perdida…

E como suspeitávamos, o bate-volta em Milão não rolou. Decidimos passar seis horas, loucos de sono, circulando no Aeroporto Internacional de Malpensa – e observando as figuras que também circulam neste “não-lugar cosmopolita”. Um casal pouco apaixonado (apelidado de “modorra”), uma muçulmana com uma criança de colo (batizado de “menino-bomba”) e um gordinho esperto (o “Vinícius de Morais”) foram os mais marcantes. Mais detalhes sobre o gordinho picareta em breve aqui. Aguarrdemm!

Por hora, uma conclusão simples: os italianos são muito mais mal educados que os portugueses. Mesmo as aeromoças: trocaria todas as mal encaradas da Alitalia pela Alexandra Santos, a bela de olhos verdes da Portugalia…

Não deixe de acompanhar nossa aventura também pelos relatos (mais sucintos, mas não menos importantes) do Lello e da Lu. Torcendo para que a chuva diminua, ao menos em Lisboa…

Hora do último check-list

Por Marmota | 08/10/2004, 12h22

Passaporte. Cópia do passaporte. Passagens aéreas. Cartão do seguro-saúde. Cartão de crédito. Uns doze ou dezoito euros. Bolsa quase vazia. Cinco camisetas. Cinco camisas. Quatro calças. Algumas meias e cuecas. Uma sandália. Um casaco. Meu boné da seleção. Toalha do Internacional. Escova de dentes. Dentifrício. Xampu. Desodorante Avanço. Cortador de unhas. Barbeador. Preservativos (vai saber). Aspirina. Band-aid. Cadeado. Bolsa de mão. Filmadora digital. Fitas mini DV. Carregador de baterias. Caderno de anotações. Duas canetas bic. Guia de viagens. Relógio despertador. Calculadora. Guarda chuva. Radinho FM. Papel higiênico. Um beliscão no braço…

É, quem diria. Com os problemas de ordem bancária resolvidos, está tudo pronto para essa grande loucura. Hora de deixar os aposentos e seguir em direção a Guarulhos, onde o vôo AZ673, previsto para as 15h20, nos aguarda para dias inesquecíveis. Por volta das 7h30 (2h30 de Brasília) estaremos em Milão, e de lá, nossa primeira parada: Porto.

Caceta, preciso de outro beliscão…

Quer viajar conosco através de outro par de olhos? Não deixe de seguir os relatos do Lello e da Lu, meus companheiros nessa aventura.

Aproveitando a deixa para pedir desculpas a todos que não dei atenção alguma nos últimos dias (tomara que todos vocês consigam ir à Europa um dia), além de agradecer a todos os votos de “aproveitem” – tanto os do bota-fora do Quitandinha quanto durante a semana. E até a volta!

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