Vida de maluco
Por Marmota | 28/03/2003, 11h25
Ô semaninha essa. Mesmo escalado para o plantão do final de semana, ao menos agradeço a Deus por ser sexta-feira. Vez ou outra eu paro pra pensar se vale a pena seguir nessa rotina de doido… Enfim, de certa forma, todos que trabalham em uma cidade com o ritmo de São Paulo devem se sentir meio tantãs mesmo.
Mas poderia ser bem pior, como mostra o texto “Como parecer um louco na sociedade moderna”, cujo autor, depois de tantas idas e vindas pelas caixas postais e blogs alheios, entrou para o rol dos desconhecidos. Serve como anedotário, para aliviar a sua tensão, ou ainda como receituário, caso você queira admitir sua frágil sanidade!
No elevador:
- Quando houver só uma pessoa no elevador, de um tapinha no ombro dela e finja que não foi você.
- Aperte os botões do elevador e finja que eles dão choque. Sorria e faça de novo.
- Ofereça-se para apertar os botões para os outros, mas aperte os botões errados.
- Segure a porta e diga que está esperando por um amigo. Depois de um tempo, deixe a porta fechar e diga: “Olá Zé. como vai você?”
- Deixe cair sua caneta e espere até alguém se oferecer para pega-lá, então grite: “Ei, é minha!”
- Traga uma câmera e tire fotos de todos no elevador.
- Traga uma mesa para dentro do elevador e quando alguém entrar, pergunte se marcaram hora.
- Leve um Banco Imobiliario e pergunte para as pessoas se elas querem jogar.
- Deixe uma caixa no canto, e quando alguém entrar, pergunte se elas ouviram um tique-taque.
- Finja ser uma aeromoça e revise os procedimentos de emergência com os passageiros.
- Pergunte: “Você sentiu isso?”
- Fique bem perto de alguém, fungando seu cangote de vez em quando.
- Quando a porta se fechar, fale: “Tudo bem. Não entrem em pânico. Ela abrirá novamente”.
- Mate moscas que não existem.
- Diga às pessoas que vc pode ver sua aura.
- Grite: “Abraço grupal”, então force-as.
- Faça caretas dolorosamente, bata na sua testa e murmure: “Calem a boca, todos vocês, calem a boca!”.
- Abra sua pasta ou bolsa, e enquanto olha dentro, pergunte: “Tem ar suficiente aí dentro?”
- Fique quieto e parado no canto do elevador, encarando a parede.
- Encare outro passageiro por um tempo, e grite com horror: “Você é um deles!”, e recue devagar.
- Coloque uma marionete na mão e use-a para falar com os outros.
- Escute as paredes do elevador com seu estetoscópio.
- Faça barulhos de explosão quando alguém apertar um botão.
- Encare outro passageiro por um tempo e fale: “Estou usando meias novas”.
- Desenho um pequeno quadrado no chão com giz, e diga para os outros: “Este é o meu espaço”.
No trabalho:
- No seu horário de almoço, sente-se no seu carro estacionado, coloque seus óculos escuros e aponte um secador de cabelos para os carros que passam. Veja se eles diminuem a velocidade.
- Insista que o seu e-mail é: Xena.Princesa.Guerreira@nomedaempresa.com.br ou Elvis.O.Rei@nomedaempresa.com.br.
- Sempre que alguém lhe pedir para fazer alguma coisa, pergunte se quer que fritas acompanhem.
- Encorage seus colegas de sala para fazer uma dança de cadeiras sincronizada com você.
- Coloque a sua lata de lixo sobre a mesa e escreva “Entra” nela.
- Desenvolva um estranho medo de grampeadores.
- Coloque café descafeinado na máquina de café por três semanas.
- Quando todos tiverem superado o vício da cafeína, mude para expresso.
- Sempre que alguém lhe falar alguma coisa, responda com “isso é o que você pensa”.
- Termine todas as suas frases com “de acordo com a profecia”.
- Ajuste o brilho do seu monitor para o que o nível dele ilumine toda a área de trabalho. Insista com os outros que você gosta desse jeito.
- Não use pontuações.
- Sempre que possível, pule em vez de andar.
- Descubra onde o seu chefe faz compras e compre exatamente as mesmas roupas. Use-as um dia depois que o seu chefe usá-as. Isso é especialmente efetivo se o seu chefe for do sexo oposto.
- Mande e-mails para o resto da empresa para dizer o que você está fazendo. Por exemplo: “Se alguém precisar de mim, estarei no banheiro, na cabine 3″.
- Coloque uma tela de mosquitos ao redor do seu cubículo. Toque um CD com sons da floresta o dia inteiro.
- Faça seus colegas de trabalho lhe chamarem pelo seu apelido, “Duro na Queda”.
- Fale para o seu chefe “não, são as vozes na minha cabeça”.
No dia-a-dia:
- No canhoto de todos os seus cheques escreva “Ref. favores sexuais”.
- Pergunte às pessoas de que sexo elas são. Ria histericamente depois que elas responderem.
- Quando estiver em um drive-thru, especifique que o pedido é para viagem.
- Cante junto na ópera.
- Vá a um recital de poemas e pergunte por que os poemas não rimam.
- Com cinco dias de antecedência, avise seus amigos que você não vai à festa deles porque não está no clima.
- Ligue para o CVV e não fale nada.
- Quando sair dinheiro do caixa eletrônico, grite.
- Ao sair do zoológico, corra na direção do estacionamento gritando “Salve-se quem puder, eles estão soltos!”.
- Na hora do jantar, anuncie para os seus filhos: “Devido à nossa situação econômica, teremos de mandar um de vocês embora”.
- Todas as vezes que você vir uma vassoura, grite “Amor, sua mãe chegou!”.
Agradecimentos especiais a bela e simpática moça que enviou esta mensagem. Ah se ela me desse bola…


Falar em spam já virou perda de tempo. Uma pena, a impressão que eu tenho é a de que esse bando nefasto vai continuar espalhando lixo pela rede sem maiores pudores. A única saída é tentar bloqueá-los – aquela velha história, mascarar a febre quebrando o termômetro.

Trata-se de uma expressão criada por Paulo Francis, baseada no hino nacional. “O VIRUNDUM Ipiranga às margens plácidas, do que a terra MARGARIDA, verás que um FILISTEU não foge à luta” são alguns dos comuns trocadalhos do carilho existentes em nosso símbolo nacional.
Uma das mais antigas campanhas propostas pelo Globlog MMM, o banner “No Stress – Make a Blog”, disponível ali no item “Diversos”, sintetiza outra grande virtude que só esta ferramenta é capaz de fazer. Muito se especula a respeito da influência dos blogs na Internet, mas sabemos – e até já escrevi sobre isso em 
Só quem faz um blog sabe o quanto é bom. Por isso, é bastante comum encontrarmos pela web pedidos e campanhas direcionadas a pessoas que já conhecemos bem, e que certamente fariam blogs soberbos. É o caso do teimoso Narazaki, que ainda acredita que esse negócio de blog é como se fosse um “querido diário” e, mais recentemente, do nosso companheiro de Hopi Hari DilmarX – campanha da 
Existe ainda o outro lado da moeda: blogs que começaram, cresceram, foram inseridos dentro do contexto e, por motivos dos mais diversos, terminaram. Ultimamente, os blogs com o indicativo “morreu” ali do lado direito aumentou bastante. Aqui a campanha é outra: queremos ver esses caras de novo! Vou citar dois exemplos: o 
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