<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Algo a mais... &#187; Sem categoria</title>
	<atom:link href="http://dialetica.org/luninha/category/sem-categoria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dialetica.org/luninha</link>
	<description>Blog da Luna Vale</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Nov 2011 20:09:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Wellington era humano, assim como Hitler</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/wellington-era-humano-assim-como-hitler/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/wellington-era-humano-assim-como-hitler/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 23:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=108</guid>
		<description><![CDATA[Sei que todo mundo já está cansado de ler sobre essa tragédia de Realengo. Nessas horas, todo mundo vira especialista em cobertura jornalística, em operações policiais e, principalmente, em psicologia. Não vou analisar o caso, quero apenas discordar de uma opinião que vi muito por aí: a de que o assassino é doente ou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que todo mundo já está cansado de ler sobre essa tragédia de  Realengo. Nessas horas, todo mundo vira especialista em cobertura  jornalística, em operações policiais e, principalmente, em psicologia.</p>
<p>Não  vou analisar o caso, quero apenas discordar de uma opinião que  vi muito por aí: a de que o assassino é doente ou de que não é humano.  Sinto desapontá-los, mas ele é sim. Como todos nós. Infelizmente. Dizer que ele não é  humano ou é doente é pensar que isso foi uma fatalidade e que nunca mais  irá acontecer. É acreditar que todos os seres humanos são bons e que  não somos capazes de tamanha atrocidade. Infelizmente, o mundo não é tão  cor de rosa.</p>
<p>Hitler era humano. E foi capaz de comandar o maior genocídio que a  humanidade já viu. Mas mesmo assim, a gente não aprendeu. Por considerar  que ele era um monstro e não uma pessoa, acreditamos que coisa assim  jamais aconteceria de novo. E cada vez nos chocamos mais com notícias de  ditadores que ordenam massacre contra o seu prórpio povo.</p>
<p>Não adianta tentar arrumar desculpas para justificar o horror. Por  mais difícil que seja, é preciso aceitar que existem pessoas capazes de  fazer isso. De entrar em uma escola e atirar em crianças. E isso não  aconteceu por ser em uma área pobre de uma cidade violenta. Isso poderia  acontecer em qualquer lugar do mundo. Justamente porque somos todos  humanos. Nem toda pessoa é boa. Nem todo mundo tem aquele segundo de controle que temos entre pensar uma coisa e controlar a vontade de fazê-la. Quantas vezes já tivemos vontade de literalmente esganar alguém? Mas não fazemos porque pensamos duas vezes.  Muita gente não pensa.</p>
<p>Continuando no assunto, mas abordando o tema imprensa, acho que  precisamos rever o conceito de sensacionalismo. Sem julgar qualquer  emissora ou comportamento, é preciso lembrar que, em momentos como este,  as pessoas querem falar. Querem ser ouvidas, querem que as pessoas  tenham noção do desespero, da dor. Ninguém enfia o microfone na cara das  vítimas, liga a câmera e obriga as pessoas a falarem. Além disso,  muitos de nós tem um sórdido lado de querer saber tudo o que aconteceu,  ver tudo, por mais que isso nos choque. Claro que existe um limite do  bom senso e as famílias precisam ter o seu espaço respeitado. Mas o  papel da imprensa é mostrar o que acontece, é dar voz para quem busca  respostas.</p>
<p>Quando acontece alguma coisa que você não gosta, que te deixa  irritado ou chateado, uma das primeiras coisas que você faz, hoje em  dia, é desabafar no twitter, não é? Então não se pode condenar os  jornalistas por mostrar o desabafo dos pais e das crianças.</p>
<p>O que não significa que não haja exploração da dor e  sensacionalismo, mas aí, é de cada um escolher que tipo de jornalismo  vai seguir, porque todo mundo sabe muito bem em que veículos confiar.<br />
<span style="color: #888888"><br />
</span>﻿Em tempo: parabéns aos cariocas que atenderam ao apelo e lotaram o Hemorio para doar sangue. Desde as chuvas na serra, mostramos que somos um povo solidário quando queremos. Que continuemos assim, mas não só em grandes tragédias.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/wellington-era-humano-assim-como-hitler/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Au revoir, Paris!</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/au-revoir-paris/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/au-revoir-paris/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 21:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=87</guid>
		<description><![CDATA[Cheguei aqui no último fim de semana de verão. Sol, calor, céu azul e parques lotados de gente. Dois meses depois, outono, frio, chuva e folhas secas cobrindo o chão. Saio com a certeza de que ainda voltarei muitas vezes. Cheguei sozinha e saio com amigos espalhados pelo mundo. Cheguei uma jornalista recém-formada e desempregada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei aqui no último fim de semana de verão. Sol, calor, céu azul e  parques lotados de gente. Dois meses depois, outono, frio, chuva e  folhas secas cobrindo o chão. Saio com a certeza de que ainda voltarei  muitas vezes.</p>
<p>Cheguei sozinha e saio com amigos espalhados pelo mundo. Cheguei uma  jornalista recém-formada e desempregada e saio com uma experiência de  vida que salário nenhum no mundo paga.</p>
<p>Aqui, aprendi como é difícil, mas necessário, ficar sozinha. Como é bom, mas assustador, ser dona do próprio nariz, tomar decisões sozinha e cuidar do próprio dinheiro.</p>
<p>Chorei muito, mas me diverti muito também. O que eu cresci aqui como pessoa é imensurável. Aprendi a me virar sozinha, a ter um plano B e que, as vezes, há males que vem para o bem.<br />
A aventura continua, e que venha Londres!!</p>
<p>À Bientot Paris! Tu me manquerai beaucoup! Merci!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Je suis arrivé ici dans le dernier week-end de l&#8217;été. Soleil, chaleur,  ciel bleu tout le monde dans les parcs. Deux mois plus tard, automne,  froid, pluie, arbres avec belles couleurs et des feuilles sèche couvrant  le sol. Je pars avec la certitude que je vais revenir beaucoup de fois  encore.</p>
<p>Je suis arrivé seul et je pars avec des amis partout dans le monde. Je suis arrivé une journaliste chômeurs et je pars avec une  expérience de vie que aucun salaire peux payer.</p>
<p>Ici, j&#8217;ai appris que c&#8217;est difficile, mais nécessaire, d&#8217;être seul.  Comment est bonne et effrayant de prendre des décisions tout seul.</p>
<p>J&#8217;ai beaucoup souffert, mais je me suis amusée aussi. Et certaines  personnes ont été fondamentaux. Amis qui je connaissaient du Brésil et  de nouveaux amis que j&#8217;ai rencontrés ici.</p>
<p>Merci à tous ceux qui m&#8217;ont aidé dans ce voyage! L&#8217;aventure continue, et qui vient Londres!</p>
<p>À Bientot Paris! Tu me manquerai beaucoup! Merci!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/au-revoir-paris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia do consumidor, onde consumi dor à beça e não tinha nem morfina (sim, trocadilhos infames: trabalhamos)</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/dia-do-consumidor-onde-consumi-dor-a-beca-e-nao-tinha-nem-morfina-sim-trocadilhos-infames-trabalhamos/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/dia-do-consumidor-onde-consumi-dor-a-beca-e-nao-tinha-nem-morfina-sim-trocadilhos-infames-trabalhamos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=72</guid>
		<description><![CDATA[O blog hoje foi aberto especialmente para que a grande amiga Patricia pudesse publicar o seu texto a seguir: &#8220;Tanto que eu queria fazer parte do stablishment, especialmente do universo da publicidade e criação, desde muito nova. Eis que agora tenho acesso a ele e tudo ruiu. É tudo fake, pasteurizado, a cultura geral vigente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O blog hoje foi aberto especialmente para que a grande amiga Patricia pudesse publicar o seu texto a seguir:</div>
<div></div>
<div>&#8220;Tanto que eu queria fazer parte do <em>stablishment</em>, especialmente do  universo da publicidade e criação, desde muito nova. Eis que agora tenho acesso  a ele e tudo ruiu. É tudo fake, pasteurizado, a cultura geral vigente  nas agências, aqui generalizando, é rasa como um pires, poucos leem &#8211; muitos  fazem chiste quando me veem lendo na hora do almoço, uma das poucas que me  sobram para este meu raro prazer, já que os ônibus nos quais ando estão quase  sempre cheios.</p>
<p>As campanhas são ditadas pelos clientes, um tanto  alienados e ávidos por resultado$ rápidos. E os publicitários não têm a  criatividade que eu sempre achei que tivessem. Aliás, não lhes falta apenas  criatividade, mas, para muitos, até mesmo um português minimamente  correto.<br />
Estou como revisora e assistente de criação (sim, assumi as duas  funções, embora com o salário de uma, e ai de mim se reclamar), ajudando a fazer  publicidade da mais rasteira destinada à classe mais rica e acéfala do País, que  vê comerciais que afirmam que se seu carro estiver com o perfuminho tal,  qualquer pessoa irá querer andar nele (dentro do velho clichê mocinho dono do  carro e mocinha como uma &#8220;simples&#8221; atendente de pedágio. Poderiam inverter a  ordem aqui, para ao menos NISSO serem diferentes) ou de jipões cujos obstáculos  à sua frente não são nada &#8211; nem mesmo os que dizem respeito à natureza &#8211; e se  regozija.</p>
<p>E eu, claro, só quero sumir.</p>
</div>
<div>Cadê a propaganda do primeiro sutiã? Da Caloi? Os  slogans inesquecíveis como &#8220;Barbie, tudo o que você quer ser&#8221; (por mais que eu  nunca, em hipótese alguma, tenha querido ser uma Barbie, e ache uma campanha,  analisando hoje, de um sadismo danado), &#8220;Eu sou você amanhã&#8221;, &#8220;Faber Castell:  sua companhia para ler, desenhar e pintar&#8221; e outras tantas? Cadê as campanhas da  Parmalat (muito apelativas, qualquer campanha com crianças sempre é, mas enfim,  tinha sua graça e criatividade, perto de hoje), da Estrela com seu  jingle inesquecível para pessoas com mais de 27 anos e, claro, seus  pais?<br />
Não adianta eu ler tanto, ter ideias, conversar com criação e diretores  de arte, dar e pedir sugestões. Já cheguei à conclusão de que é tudo ilusório e  vai continuar essa porcaria mesmo. Os clientes mandam, o povo anestesiado  assiste e &#8211; pasme &#8211; gosta e agora é ladeira abaixo.</p>
<p>Eu nunca senti tanta  frustração por não ter a capacidade de ter me dedicado às Letras, à escrita ou  mesmo à Psicologia.<br />
Não aguento nem mais escutar o publicitês. Budget,  teaser, case de sucesso (misturar idiomas eu SEMPRE escutei ser errado na  escola e na faculdade, como escrever Nova York, mas eles fazem parte de uma  outra categoria, que tudo pode e cuja linguagem está acima do bem e do mal).<br />
O inglês (e anglicismos em geral), aliás, é a língua predominante não só no  ofício no qual me inseri por desespero de causa, mas dos produtos e anunciantes  com os quais a agência trabalha: lançamentos imobiliários de alto  padrão.</p>
<p>Passo o dia lendo &#8220;espaço gourmet&#8221;, &#8220;terraço  grill&#8221;, &#8220;espaço fitness&#8221;. São lançamentos aos borbotões,  muitos com mais de 400m de área construída e SEIS vagas na garagem. Para quem é  paulistano, sabe o que condomínios com 80 apartamentos e seis vagas cada  representam para o trânsito já mais do que caótico desta cidade. São cinco,  seis, dez lançamentos no mesmo bairro. Muitos ressaltando as benesses de estarem  próximos a alguma estação de metrô (por próximo entenda-se em alguns casos quase  dois quilômetros) e, ao mesmo tempo, frisando as SEIS vagas na garagem. Sim,  claaaro que numa família AAA algum deles se submeterá ao transporte público.  Gasp.</p>
<p>A agência não trabalha só com isso, mas como a Lady Murphy é  minha fiel escudeira, caí justamente nesta área absurdamente abominável. (Bom,  como se a publicidade, seja qual for a área, não estivesse mesmo cada dia  pior).<br />
Lembro de um dia em que eu, aos 17 anos, entrevistei um publicitário  cujo trabalho admirava muito. Ele era diretor de criação na W/Brasil. Bom,  daquele dia até hoje já se vão 16 anos. Em certa parte da entrevista, ele disse,  categórico: &#8220;Bom, eu sou publicitário e quero mais é que as pessoas gastem,  bebam, fumem, usem a roupa tal ou comprem o carro que dê mais status&#8221;.  Aquelas palavras foram um soco na cara, embora eu não pudesse esperar escutar  outra coisa de uma pessoa na posição dele. A Pollyana ali era eu. E  sou.</p>
<p>Dedico este texto ao dia do consumidor, com certo atraso, mas não  consegui escrever antes. Sabe como é, estava revisando e dando sugestões  (raramente acatadas) para persuadir pessoas a comprarem uma unidade do Unique,  no bairro da moda, que será garantia de felicidade eterna para toda a sua  família caucasiana de olhos claros de comercial de margarina (sem colesterol, de  preferência, já que o estresse causado pelos enormes engarrafamentos provocados  por centenas de famílias e seus seis carros já é suficiente para um ataque  cardíaco).&#8221;</p>
</div>
<div>Patrícia</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/dia-do-consumidor-onde-consumi-dor-a-beca-e-nao-tinha-nem-morfina-sim-trocadilhos-infames-trabalhamos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diploma sim! Mas, de quê?</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/diploma-de/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/diploma-de/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 13:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=52</guid>
		<description><![CDATA[O assunto é velho, mas a quantidade de e-mails que continuo recebendo sobre isso mostra que a decisão do STF continua em pauta. Recebo textos de pessoas magoadas, profundamente ofendidas com o fato de o diploma de jornalismo não ser mais obrigatório para o exercício da profissão. Uma pena.   Antes que venham com pedras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">O assunto é velho, mas a quantidade de e-mails que continuo recebendo sobre isso mostra que a decisão do STF continua em pauta. Recebo textos de pessoas magoadas, profundamente ofendidas com o fato de o diploma de jornalismo não ser mais obrigatório para o exercício da profissão. Uma pena.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Antes que venham com pedras, deixem-me explicar. Sou a favor sim do fim da obrigatoriedade pelo estado em que se encontram as faculdades de comunicação hoje em dia, mas sou contra os motivos pelos quais os ministros aprovaram as medidas. Dizer que jornalismo não é como medicina, que não pode influenciar diretamente na vida das pessoas é algo tão absurdo como dizer que o diploma de jornalista é uma garantia de caráter. Eu sei que é batido, mas o caso da <a href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp" target="_blank">Escola Base</a> é um ótimo exemplo. Os seis acusados tiveram suas vidas destruídas por que a imprensa resolveu que eles eram culpados. E com certeza, muitos dos jornalistas que cometeram esse erro imperdoável, eram formados.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">O que isso prova? Que os jornalistas podem sim arruinar a vida de uma pessoa e que o diploma não impede que isso aconteça. Quero deixar claro que defende alguma medida alternativa e não um vale tudo, no qual qualquer pessoa, independente da escolaridade possa exercer a profissão.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Já vi boas ideias, como um curso de pós-graduação de dois anos, ou uma prova, para pessoas com ensino superior.  Porque alguém que se formou em história precisa fazer mais quatro anos de faculdade para ser jornalista? Essa pessoa, muitas vezes, tem um conhecimento geral muito maior do que os formados em comunicação. Bastaria um curso mais técnico de dois anos para aprender as técnicas jornalísticas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Discordo dos que defendem que agora virou bagunça, que os empregadores irão contratar qualquer pessoa. Todos nós sabemos muito bem que algo ser contra a lei não significa que não acontece. Quantos exemplos conhecemos de desrespeito às leis trabalhistas? Não é porque era proibido o exercício da profissão por quem não tinha diploma que isso não acontecia. Os grandes veículos tem um compromisso de qualidade para com público consumidor. Não acredito que haverá uma contratação desenfreada de pessoas formadas em outras áreas, independente da qualidade, ao invés de formados em jornalismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Sinceramente? Muita gente sabe que a concorrência agora aumenta e que existem profissionais fora do mercado mais bem preparados do que os que estão empregados hoje em dia. Diploma não é atestado de qualidade, de caráter ou de profissionalismo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/diploma-de/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um país cheio de contrastes</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/um-pais-cheio-de-contrastes/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/um-pais-cheio-de-contrastes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 16:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=46</guid>
		<description><![CDATA[  Uma cerejeira carregada de frutos ao lado de um muro antigo e sem vida. Mas este não é um muro qualquer, é o que restou do Gueto de Varsóvia, construído pelos nazistas em 1940 para separar os judeus do resto da população. Esta é a Polônia, um país cheio de contrates, história e cultura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: center"><a href="http://dialetica.org/luninha/files/2009/06/yad-vaed-0293.jpg"><img class="size-medium wp-image-49 aligncenter" src="http://dialetica.org/luninha/files/2009/06/yad-vaed-0293-225x300.jpg" alt="" width="279" height="324" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Uma cerejeira carregada de frutos ao lado de um muro antigo e sem vida. Mas este não é um muro qualquer, é o que restou do Gueto de Varsóvia, construído pelos nazistas em 1940 para separar os judeus do resto da população. Esta é a Polônia, um país cheio de contrates, história e cultura.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">A capital Varsóvia é marcada pelos diferentes estilos, de diferentes épocas: a cidade velha com igrejas do século XVII convive com os prédios largos, simples e cinzas dos anos de comunismo e com apenas um prédio de vidro, espelhado, como símbolo da era capitalista. O que impressiona é que a paisagem característica dos anos de ditadura soviética ainda domina a capital mesmo vinte anos após o fim do regime.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> Para entender a Polônia hoje, é preciso voltar no tempo e compreender a história do país. Antes da Primeira Guerra Mundial, o território era dividido entre Áustria-Hungria, Alemanha e Rússia, se tornando independente apenas em 1918. “O que sustentou a identidade nacional da Polônia foi o engajamento, sobretudo dos grandes poetas e escritores românticos e da Igreja católica. Ou seja, ela sobreviveu e reviveu pela arte, pela cultura e pela religião”, explica o tradutor polonês Tomasz Lychowski.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Foram menos de vinte anos de liberdade e autonomia: em 1º de setembro de 1939, o país foi invadido pela Alemanha. Começava a Segunda Guerra Mundial, o capítulo mais sangrento da história do país, que além de ter sido dividido entre Alemanha e União Soviética, foi um dos que mais sofreu com a guerra, contabilizando mais de seis milhões de mortos, a maioria judeus, e tendo o território devastado pelas batalhas. “Meu pai participou da resistência, foi preso e enviado para Auschwitz. Eu e minha mãe estivemos presos na prisão Pawiak em Varsóvia”, relembra Tomasz.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">“Os fatores determinantes para o estabelecimento do comunismo no país foram muito mais externos que internos. Após o fim da guerra ficou decidido que os países da Europa oriental que foram libertados pelos soviéticos ficariam sob sua esfera de influência política”, explica o historiador Igor Gak. Além disso, no início da ocupação, em 1940, os soviéticos promoveram o massacre de Katyn, quando intelectuais, políticos e militares poloneses foram mortos, com o objetivo de dificultar a formação de grupos de resistência que se opusessem ao domínio soviético sobre o país. Entre 1947 e 1989 a Polônia foi um Estado autoritário sem partido de oposição.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify">É preciso diferenciar as Repúblicas Soviéticas das Repúblicas Socialistas. O primeiro era formado por países que já eram membros da URSS antes da Segunda Guerra. O segundo corresponde a países que permaneceram sob a influência direta de Moscou, com uma autonomia política que era anulada por conta da ocupação soviética. “No entanto, países como a Polônia manifestaram insatisfação e esboçaram resistência à presença militar soviética que impedia sua independência efetiva”, esclarece Igor.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 2.2pt 6pt 0cm;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 2.2pt 6pt 0cm;text-align: justify">Segundo o historiador André Fontaine no livro <em>La guerre froide: 1917-1991</em>(sem tradução para o português), a resistência polonesa iniciou movimentos de insubordinação não armada já em 1955, o que mostra que parte da sociedade se mostrava insatisfeita com o comunismo.“Foram longos anos de um estado policial e de uma economia estatal que deixou todo mundo mal, menos os detentores do poder, a esses nada faltava”, relembra Tomasz.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm -6.8pt 6pt 0cm;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm -6.8pt 6pt 0cm;text-align: justify">Com as questões políticas sob controle, a União Soviética tratou de regulamentar a economia. Em 1949 foi criado o Comitê de Assistência Econômica Mútua (COMECON), no qual cada membro era responsável por uma parte da produção necessária para suprir todo o bloco. Países como Polônia e Alemanha Oriental eram responsáveis pela produção industrial, enquanto países como Romênia dedicavam-se à produção agrícola. “Esse modelo impedia a emergência da competição econômica entre os países, vital no comércio entre países capitalistas”, justifica Igor.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify">Depois de política e economia, era preciso assegurar a segurança. Em 1955 é assinado o Pacto de Varsóvia, que tinha como objetivo básico a padronização dos armamentos e das doutrinas militares usadas pelos exércitos dos países signatários, sendo uma resposta à Otan criada seis anos antes pelos países aliados aos americanos.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify">Com as crises do petróleo nos anos 70, o desemprego e a inflação aumentaram, gerando greves e descontentamento da população. A resistência polonesa se deu por meio de um movimento sindicalista conhecido como Solidariedade. “É um movimento sindical anticomunista dos trabalhadores do porto de Gdansk, norte da Polônia, muito ligado também à Igreja Católica. Para esta última, o regime comunista era terrível porque considerava a religião algo prejudicial e a Polônia é um país muito católico e conservador”, explica Igor. A eleição do papa João Paulo II em 1978 ajudou a difundir o movimento e dificultou a repressão por parte dos soviéticos.</p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 6pt;text-align: justify">Em 1983, o principal líder do Movimento, Lech Walessa, ganhou o prêmio Nobel da paz. Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e o fim da ditadura comunista imposta pelos soviéticos, o Solidariedade consegue a sua maior vitória: a eleição de 99% do senado e de Lech Walessa para a presidência em 1990.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/um-pais-cheio-de-contrastes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Querido Diário&#8230;</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/querido-diario/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/querido-diario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 18:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dialetica.org/luninha/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[  “Eu não questiono Deus, Deus não existe”. Este é o Bruno. Direto, sincero, transparente. Bruno Berthold Freitas é formado em administração, com pós-graduação em economia e MBA em marketing. Atualmente ele é produtor musical, empresário, mestrando em comportamento do consumidor, tradutor e talvez vire gerente de uma marca de moda. Mas não pense que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">“Eu não questiono Deus, Deus não existe”. Este é o Bruno. Direto, sincero, transparente. Bruno Berthold Freitas é formado em administração, com pós-graduação em economia e MBA em marketing. Atualmente ele é produtor musical, empresário, mestrando em comportamento do consumidor, tradutor e talvez vire gerente de uma marca de moda. Mas não pense que ele vai parar por aí. “Ainda vou fazer doutorado. Eu quero fazer muita coisa. Quero saltar de um avião, quero ser ortopedista, quero fazer faculdade de física, mergulhar em caverna, saltar de bungee jumping, ser ator da Broadway, quero experimentar tudo”, conta rindo.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Quem o vê assim, feliz, bem-humorado, tranquilo, não imagina que Bruno superou um câncer. Muito menos que foi exatamente desse modo que ele encarou a doença: na boa. “Eu não tive nenhum momento de reflexão da vida. Falei: vamos tratar e pronto, é isso. Não tem muita opção”. Em novembro de 2005, Bruno estava na casa de um amigo nos Estados Unidos procurando faculdades para fazer mestrado. Justo no dia de Ação de Graças, um dos feriados mais importantes para os americanos, durante o banho ele sentiu o testículo inchado. “Pensei logo: não está doendo então não é hérnia, é câncer”. Depois da ceia, Bruno conversou com a família que o hospedava e na mesma noite foi ao médico. “Se tem uma idéia de que médico americano é frio, que nada, os caras foram super gentis comigo, a enfermeira me deu abraço, foi muito legal.”</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Antes de entrar no consultório, Bruno resolveu postar no blog. “Eu tinha acabado de comprar um laptop. Pensei: por que não? Resolvi deixar todo mundo avisado logo”. Os médicos deram 99% de chance de ser câncer, mas os resultados dos exames ainda não estavam prontos.  O título do post já indica como Bruno lidaria com a situação: ‘Não é que virei estatística?’. Direto, sem rodeios. E foi assim que ele contou para os pais, que na época estavam passeando em Portugal. “Falei: pai, tudo bom? Você está sentado? Pai, estou com câncer. Estou aqui no hospital, vou ver o urologista chefe e depois te ligo. Depois eu soube que ele passou mal, ficou branco. Já estava no blog mesmo, não tinha porque ficar dando voltas”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">           </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Bruno resolveu voltar para o Brasil para operar. Uma amiga que o conheceu na Internet, Viva, foi uma das poucas a visitá-lo no hospital. “Ele ficou fazendo piada. Disse que tinha colocado uma prótese tamanho jumbo no lugar do testículo porque um não podia ser maior do que o outro. Estava super bem-humorado, como sempre.”</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Passada a cirurgia, chegou a hora da quimioterapia. Bruno fala sobre isso na boa, diz que estudou muito sobre o assunto e explica tudo como se fosse um médico. “A quimio funcionava assim: todos os dias úteis durante uma semana, e depois todas as terças, por três semanas. O cara enfia uma agulha de plástico, ligada a uns quarenta fiozinhos que vão injetando vários remédios. Um é soro, outro é anti-enjoo, e por aí vai. Um deles requer um cuidado especial, a médica vem até com uma roupa diferente, usando luvas e é super gelado. Acho que esse é o grande remédio da quimio. Não dói, só incomoda por causa dos tubos.”</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Todos os passos sempre documentados e explicados no blog. “Querido Diário, Hoje foi meu segundo dia de tratamento. Tinha mais remédio hoje que ontem. Mas fiquei as mesmas três horas lá. Foi tedioso, mas bem legal. Ainda não senti nada alem do cansaço normal. To gostando de ficar deitadão, recebendo cuidado de todos. É bem legal”. Querido diário? Bruno ri e explica que como todos o tratavam como criança, ele resolveu agir como uma. Vários posts no blog começavam com esse título. “Sou muito moleque. Não quero nunca perder isso”.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Tudo aconteceu muito rápido, o câncer foi descoberto no final de 2005 e em abril de 2006 Bruno já estava curado. Ele teve sorte, o tumor ficou restrito ao testículo e a quimio não o afetou tanto como de costume. A única vez que ficou mal por causa da doença foi ao ver sua afilhada, com seis anos na época, se apresentando pela primeira vez no balé. “Na hora que a Ana Luiza entrou, eu não me segurei. Chorei igual criança. Tinha acabado de operar e pensei pra mim mesmo que queria muito vê-la crescer. Ela é linda demais”.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">Até a produção de esperma voltou mais rápido do que o esperado. “Normalmente demora dois anos para voltar aos níveis esperados de sobrevivência, o meu em sete meses voltou tudo”. No período do tratamento, ele teve que dar um tempo em todas as atividades, mas até nesse ponto ele vê o lado bom, conta que teve mais tempo de ler livros e ver filmes em casa.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify">E o futuro, como fica? “Agora faço exame de sangue e tomografia de seis em seis meses. Porque são cinco anos a partir do final da quimio para saber se desse câncer virá um outro. A partir de 2011 farei de ano em ano, porque não custa nada. Tenho 20% de chances de ter de novo. Então faço questão de deixar todo mundo preparadinho. Tomara que não volte”.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: left">Para quem ficou curioso e quer ler o blog: <a href="http://lembrancaeterna.wordpress.com">http://lembrancaeterna.wordpress.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/querido-diario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Show Must Go On</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/show-must-go-on/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/show-must-go-on/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 23:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/luninha/?p=13</guid>
		<description><![CDATA[Me desculpem aqueles que acham que bandas desfeitas não devem se juntar de novo, mas o show do Queen + Paul Rogers foi FANTÁSTICO! Discussões inúteis sobre ser ou não Queen sem Freddie Mercury a parte, a banda não deixou nada a desejar. Não era preciso conhecer todas as músicas para se empolgar com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me desculpem <a href="http://www.interney.net/blogs/hedonismos/2007/04/11/porque_nao_vou_a_shows_de_dinossauros_do/" target="_blank">aqueles que acham que bandas desfeitas não devem se juntar de novo</a>, mas o show do <a href="http://www.queenpluspaulrodgers.com/" target="_blank"><strong>Queen + Paul Rogers</strong></a> foi FANTÁSTICO! Discussões inúteis sobre ser ou não Queen sem Freddie Mercury a parte, a banda não deixou nada a desejar.</p>
<p>Não era preciso conhecer todas as músicas para se empolgar com os longos solos de Brian May aliás, não era preciso conhecer nenhuma música para se acabar no show. Não sou especialista no assunto, nem perto disso, mas pela primeira vez me senti em um verdadeiro show de rock. A empolgação da banda era contagiante e o público respondia a altura. Roger Taylor também não decepcionou nos solos de bateria, quando se sentou na parte da frente do palco e <a href="http://br.youtube.com/watch?v=7SPnuI_SrvY" target="_blank">tocou percussão até em um baixo</a>!</p>
<p><a href="http://www.paulrodgers.com/" target="_blank">Paul Rodgers</a>, um vocalista que o público brasileiro não conhecia, mostrou todo o seu talento dos tempos de Free e Bad Company. Eu confesso que nunca tinha ouvido falar nele, mas gostei muito. Não só ele tem uma voz muito bonita, como tem uma presença de palco que impressiona. Além de ser um coroa inteiraço (risos). Fiquei curiosa para conhecer mais sobre o Free depois das duas músicas tocadas no show.</p>
<p>A estrutura também ajudava, eu estava lá em cima, no poleiro (ingresso mais barato), e conseguia ouvir perfeitamente. Uma parte do palco avançava sobre a pista, como se fosse uma larga passarela, fazendo com que os músicos pudessem chegar bem perto dos fãs. As luzes eram um espetáculo a parte. Nunca imaginei que ia ser tão bom assistir um show do alto, de longe, foi ótimo. A combinação das cores e os canhões realmente se destacaram.</p>
<p>Difícil eleger o momento mais emocionante. Em <a href="http://br.youtube.com/watch?v=5KF4lDBf27c" target="_blank"><em>Love of my life</em></a>, Brian May sentou em um banquinho com um violão no colo, bem perto da platéia. Antes de começar, ele falou &#8220;vamos cantar essa música para aqueles que já não estão mais entre nós, especialmente para Freddie Mercury&#8221;. O público cantando foi de arrepiar, claro que nada comparado as <a href="http://br.youtube.com/watch?v=8oioH8A818w" target="_blank">300 mil pessoas do Rock in Rio</a>, mas valeu. Considerando que nunca achei que fosse ver essas músicas sendo cantadas ao vivo, a emoção foi muito grande.</p>
<p>Talvez o momento mais emocionate e esperado tenha sido <a href="http://br.youtube.com/watch?v=Pmv5Pq016wo" target="_blank"><em>Bohemian Rapshody</em></a><a href="http://br.youtube.com/watch?v=GxrShffLFxM" target="_blank">.</a> No começo, apenas Mercury aparece cantando no telão. Depois, a luz ilumina Roger Taylor na bateria ao vivo. Depois, o resto da banda vai aparecendo, inclusive com o solo de May na guitarra. Depois de <em>mamma mia</em>, na parte mais <em>rock n&#8217; roll</em>, o palco se ilumina e a música passa a ser apresentada inteiramente ao vivo, com Paul Rodgers cantando. No final, Rogers faz um lindo e arrepiante dueto com Mercury no telão. Inesquecível.</p>
<p>Isso sem contar o bis com <a href="http://br.youtube.com/watch?v=RyJp2Emn8GQ&amp;feature=related" target="_blank">We Will Rock You</a> e <a href="http://br.youtube.com/watch?v=-sn9AvFDRDk" target="_blank">We are the Champions</a>. Os ingleses só pecaram ao terminar o show ao som de <a href="http://br.youtube.com/watch?v=jqxSNXzs5cI" target="_blank"><em>God save the queen</em></a>. Depois de uma música tão emocionante, com todo mundo cantando, não precisava de um final tão frio. Para quem nunca esperava chegar nem perto de um show do Queen, ou ver essas músicas ao vivo, valeu muito os R$60 gastos com o ingresso. Infelizmente não foi um show com Freddie Mercury, mas afinal,<a href="http://br.youtube.com/watch?v=kv9mZ5O1GSA" target="_blank"> The Show Must Go On</a>.</p>
<p>P.S Como é difícil achar um vídeo que não tenha a voz de quem está gravando cantando junto!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/show-must-go-on/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O problema da pressa no jornalismo</title>
		<link>http://dialetica.org/luninha/o-problema-da-pressa-no-jornalismo/</link>
		<comments>http://dialetica.org/luninha/o-problema-da-pressa-no-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 21:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luninha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/luninha/2008/10/26/o-problema-da-pressa-no-jornalismo/</guid>
		<description><![CDATA[ E olha que é o Blog do Noblat hein!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/fernando-paes.jpg"></a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/fernando-paes1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/fernando-paes2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9" src="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/fernando-paes2.jpg" alt="" width="500" height="343" /></a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/texto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8" src="http://blig.ig.com.br/luninha/files/2008/10/texto.jpg" alt="" width="500" height="204" /></a></p>
<p> E olha que é o <a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=135690">Blog do Noblat</a> hein!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dialetica.org/luninha/o-problema-da-pressa-no-jornalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

