É a Mãe!

Blog da Claudia Lyra

Arquivos: Mêmes

Pagando a dívida

Por Claudia Lyra | 09/01/2008, 09h10

Aninha P. me passou um meme – meme a gente passa? – que, segundo ela, não é propriamente um meme. Na verdade, tenho que mostrar meu desktop (ui!) pra todo mundo aqui. Então, lá vai!

desk.jpg
Não fui eu que escolhi esse desktop. Isso é obra dos meninos aqui de casa. Mas eu ADORO Cowboy Bebop! Então, esse desktop tem tudo a ver comigo. Só não sei quanto tempo vai durar no PC, já que amado marido não é muito fã deste desenho… enfim…
Agora, plese, mostrem seu desktop:

Devo, não nego, e tô pagando agora!

Por Claudia Lyra | 30/10/2007, 09h03

Dois mêmes!

Pois é… tenho duas indicações de mêmes pra “pagar”. Por algum motivo que desconheço, quase não sou indicada pra mêmes e, ainda assim, não dou conta dos que me passam.

Même é uma coisa engraçada. Não vou dizer que gosto, mas também não posso falar que acho ruim. Tem os que são bem legais, tem outros que são uma bobagem sem tamanho. E é impressionante como um blogueiro de talento consegue um bom texto com os mêmes mais improváveis.

Mas, vamos ao pagamento da minha dívida! E por ordem cronológica, que fica melhor.

O primeiro même se chama “Corrente da amizade” e me foi indicado pela mais chique e mais linda de todas as blogueiras, a Maria Helena. Ai, que ironia responder a esse même agora! Mas, tudo bem, tudo bem…

Tem o enunciado da corrente, que passo a copiar e colar aqui:

“O objetivo dessa corrente é estreitar os laços que unem os blogueiros que compartilham conhecimentos, artes, idéias, experiencias, amizade, etc e tal.

A Corrente da Amizade, não tem selo e não tem prêmios, é apenas uma declaração de amizade da parte de quem a oferece. “

E agora preciso listar dez amigos que, se tiverem com disposição, vão passar a corrente pra mais dez amigos e assim por diante… cês sabem – né gente? – é um même.

Minha listinha:

 

Ana P.

 

Arno

 

Eva, Luciana e Patrícia Köhler

 

Juju

 

Juju Falmiga

Jussara Soares*

 

Neutron

Poeta Matemático

 

Trotta

Vina

Acabei listando doze… dez amigos é muito pouco, mas vocês não reparam não, é assim mesmo. A gente sempre deturpa um pouco esses mêmes, não tem jeito.

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Bom… agora o segundo même, que é um pouquinho mais trabalhoso, foi me passado por Mani. A Mani merece figurar na listinha acima com louvor, mas aí seria link demais pra ela, né não? Pois bem, é o famoso “même da página 161″. Então, lá vai!

1. Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure):

Putz… não tem livro próximo… vou ter que ir lá no quarto… peraê…

Pronto! É a Bíblia Sagrada, o que é engraçado, pois não se trata de um único livro, mas uma compilação de 66 livrinhos.

2. Abrir na página 161:

Abri… é o livro de Levítico, capítulo 16, onde se regula o procedimento para o Dia da Expiação, um dos ritos mais importantes da adoração do antigo Israel.

3. Procurar a 5ª frase completa:

Gente, olha aí a minha ignorância se fazendo presente: frase completa é de ponto final a ponto final? Ou serve outros sinais de pontuação? Não sei… mas vou escolher a opção “de ponto final a ponto final”.

4. Postar essa frase em seu blog:

Então, a quinta frase é: “E isto vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido, a fim de se fazer expiação pelos filhos de israel, uma vez por ano, com respeito a todos os seus pecados.” Essa é última frase das regras do tal Dia da Expiação. Quer dizer, o povo de Israel tinha que seguir todo o procedimento com respeito ao Dia da Expiação anualmente, se quisesse o perdão dos pecados.

5. Não escolher a melhor frase nem o melhor livro:

Tá… já entendi isso… fiz direitinho, viu!

6. Repassar para outros 5 blogs:

Ixi! Indicação… indicarei, portanto, a Tatiana Rocha, a Sammia, a Fefa, a Tati Tatuada e a Pritti.

Pronto… tá pago. Gente… beijins e até mais ver!

 

*ah, amiga, ontem almocei sozinha em VR… precisava tanto de você lá comigo, pra gente dar aquelas gargalhadas de chamar a atenção dos que estão sentados próximos… mas sabe: pensando em você, resolvi ir no restaurante em que a gente fez nossa despedida e fiquei lembrando da gente lá, alugando o garçon, fofocando… saudade, Jussara, saudade…

Falar de amor

Por Claudia Lyra | 13/07/2007, 15h50

A barriguda mais gostosa do pedaço me designou a tarefa de escrever sobre o amor. Sim, sim, é um même. Não, não, eu não sei escrever essa palavra, mas acho que existe mesmo este acento-chapeuzinho aí. 

Falar de amor é sempre bom. Amor romântico, amor fraternal, amor filial, amor erótico… engraçado é que os gregos criaram uma palavra distinta pra cada um desses sentimentos, o que denota que são coisas diferentes e, em algumas vezes, excludentes. 

Isso quer dizer que é possível sentir um forte desejo sexual por alguém que, por um motivo qualquer, não nos desperta amor fraternal? Mas será que existe romantismo sem sexo? Não sei, há quem diga que sim. 

O fato é que o amor é artigo raro nos dias em que vivemos. Até a chamada “afeição natural” familiar, aquele sentimento que a gente tem pelos pais, filhos, irmãos, marido, esposa e afins, tá em falta. Lá no meu trabalho, por exemplo, tem um processo de um netinho que degolou a vovó porque ela não lhe deu dinheiro pra comprar droga. Pura meiguice. 

Tudo bem que o fato acima é extremo, uma coisa patológica. Mas não é falta de amor pela família quando se justifica tão facilmente casos de adultério, de desobediência e desrespeito aos mais velhos ou de abandono emocional dos filhos, pra não se citar coisas piores? Enfim…

De qualquer forma, parece que o tipo de amor que mais preocupa as pessoas é o romântico. E o bicho pega quando se confunde amor com paixão. Aí pra cima do template tem uma linguetinha que dá num texto que fiz há algum tempo sobre isso, mas vou colar o que escrevi aqui, pra cês não terem o trabalho de abrir mais uma página:

Não gosto da paixão. Não gosto mesmo. A paixão nos traz pensamentos egoístas, pensamentos de auto-satisfação imediata, nos leva a desconsiderar sentimentos alheios, até mesmo os da pessoa que é o alvo da dita cuja. Nada, quando estamos apaixonados, importa mais do que nosso ventre; impressionamente, nem nosso próprio bem estar. A paixão nos faz dar vários tiros no pé. Não me digam que não existe nada melhor do que estar apaixonado, não me digam, porque isso é mentira. Existem mil coisas melhores do que estar apaixonado. Ter amigos sinceros com os quais você pode contar, verdadeiros irmãos, é muito melhor! Ter o aconchego de uma família unida é muito melhor! Amar e ser amado é muito melhor! Sinto muito pelas pessoas que se guiam pela paixão. É se deixar guiar pelo egoísmo. Sofrem e causam sofrimento. Vão se magoar e vão magoar outros. Estão correndo pro lado oposto da felicidade. Sinto muito.

Puzé… mas este texto de hoje faz parte de uma brincadeira e, pra ela continuar, tenho que indicar cinco blogueiros pra falar de amor. Então…

Selph – porque ele vive uma história de amor muito linda, embora tumultuada.

Karateca – porque meu irmãozinho tá quase casando e vai me dar vários sobrinhos, hauahauahauhauahua…

Bodas – porque ele tem a Má e a Má tem ele e eles nos têm e nós todos temos a eles…

Raquelete e Priti – porque elas são blogueiras novas, cheirando a leite ainda, e é bem legal participar de brincadeira de blogueiro. Sem contar que os links delas aqui podem lhes gerar algumas visitinhas, heheheehe…

Upideite de novo: olha, as letrinhas estão cada uma de um tamanho, todas doidas, sei lá por qual motivo. Tentei consertar, mas, como é óbvio, não consegui. Esse wordpresse tá dando pau deste ontem, um saco…

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