É a Mãe!

Blog da Claudia Lyra

Arquivos: fevereiro/2009

Hoje vou ao Maracanã

Por Claudia Lyra | 25/02/2009, 08h37

É a semifinal da Taça Guanabara, Fluminense e Botafogo, e quero ir ao Maracanã. Tá certo que são duas horas e tanto de viagem, ainda não é a final e que trabalho amanhã, mas quero  ir mesmo assim.

Quando criança, eu ia direto ao Maracanã com meu pai e meu irmão. Tinha até carteirinha de frequentadora que, não me lembro ao certo, acho que me permitia pagar meia entrada. Ir pro jogo tinha todo um ritual e exigia apetrechos especiais, tais como o radinho de pilha e a almofadinha com o emblema do meu clube, pra sentar na arquibancada. É claro que a gente ia de arquibancada, pois meu irmão e eu fazíamos questão de ficar junto da Torcida Jovem.

Caraca, tô velha… naquela época ainda era possível crianças ficarem misturadas às torcidas organizadas… tsc, tsc…

Gosto de futebol e, apesar de não ser uma expert, consigo identificar coisas básicas no jogo, como, por exemplo, quando alguém tá impedido. Além disso, gosto, especialmente, de acompanhar o campeonato estadual, porque é um campeonato curto e descomplicado, com maior rivalidade. Campeonato Brasileiro, gente, é muito demorado, não tenho paciência e, pior, o Botafogo raramente demonstra fôlego para ir bem até a final.

Sim, sim…  sou botafoguense. Não é uma graaaande torcida, acho que é a menor dentre os quatro principais clubes do Rio. Mas, por conta disto mesmo, ser botafoguense é ser diferente. Não vai ter nenhum sambinha dizendo “sou Botafogo e tenho uma nega chamada Tereza”. Nenhum cantor de rock inglês vai vestir a camisa do Botafogo no palco durante aquele mega show. Não… não rola nada disso, você vai ouvir incontáveis vezes a pergunta “gosta de sofrer?”, mas, ainda assim, você é feliz, pois seu clube tem uma linda história e algumas boas campanhas recentes.

Meu clube está disputando uma vaga na final da Taça Guanabara. Já preparei minha camisa e vou providenciar meu radinho. Porque hoje quero ir ao Maracanã.

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Melhor dizendo: vou mais não, gente… não me perguntem o porquê… blé pra mim, que não tinha um plano B…

Tô no orkut de novo

Por Claudia Lyra | 23/02/2009, 10h22

Hoje, ao abrir o wordpress (sim, sim, de vez em quando lembro que tenho blog… tsc, tsc…), me deparei com um comentário do tipo spam, mas que não tinha sido “capturado” pelo negocim que agora esqueci o nome tem aqui próprio pra isso.

E o tal comentário foi postado num texto meu que falava sobre meu orkuticídio, entre outras coisas. Caraca, fiquei um tempão sem orkut. Pois é, gente, mas estou no orkut de novo.

Fiz nova conta por motivos vários:

  • Não tenho mais medo de fantasmas.
  • Aquilo é uma medina e quero expor minha figura.
  • É uma maneira fácil de ver o que acontece com quem você ama.
  • É uma maneira fácil de ver o que acontece com quem você detesta.

Então, lá estou. Podem, se assim o desejarem, me adicionar, para sermos felizes amiguinhos de orkut, trocarmos carinhos e gracinhas com o BuddyPoke, recadinhos fofos e, também, pra bisbilhotarmos as vidas uns dos outros. Mas, se a gente nunca se falou antes,  deixe um recadinho dizendo que pegou meu endereço aqui, tá bom?

A propósito, aquele meu “filho” que se afastoue que tinha sua vida monitorada por mim com a ajuda do orkut, “voltou pra casa” e, agora, vigio ele pessoalmente, hahahahahaha…

Corre!

Por Claudia Lyra | 18/02/2009, 23h53

Então, menina… sábado combinei de sair com duas amigas.

Aí que a gente foi pra Penedo, pra um barzinho da moda. Tão da moda que, chegando lá, descobrimos que não tinha mais mesa. E estava chovendo fininho, nem dava pra ficar na parte externa do bar… ai, que saco, viu! Mas é que a gente chegou depois das onze da noite e, realmente, o barzinho é dá moda… tinha que estar lotado.

E enquanto a gente decidia qual rumo tomar, vi um amigo passando de carro. Aliás, foi a Rô que me mostrou o Emerson passando. E resolvi ligar pra ele… perguntar pra onde ele estava indo ou pedir uma sugestão… quem sabe, né?

Então peguei o celular e dei uma virada charmosa pro lado, daquelas viradas que o cabelo voa… fica bonito, hahahahahahahaha…

Só que bem na frente do tal barzinho da moda, como parte da decoração, tem duas tochas acesas, daquelas tochas de jardim, sabe como? Mas as tochas estavam enfiadas nuns cones de plásticos, iguais àqueles cones da polícia rodoviária. E eu tropecei naquela merda!

A tocha caiu em cima do carro que estava parado ali, melecando todo o capô com querosene. Ainda bem que a tocha apagou… já pensou se pega fogo no carro?!?!? Nessa hora, o segurança do bar, um negão de dois metros de altura, veio correndo e gritando “olha só o que vocês fizeram!”, “o dono do carro vai me matar!” etc, etc, etc…

Ainda argumentei educadamente com o segurança, dizendo algo como “essa porra é que não devia estar aqui”, mas o cara nem me ouvia. Ficou repetindo que o dono do carro tinha o maior xodó com o dito cujo, que o querosene ia manchar a lataria, que o cara ia matar, esfolar, esquartejar blábláblá…

Cara… o que é que a gente podia fazer? A gente saiu correndo, né? Saímos correndo pra não voltar mais… fala sério…

A boa filha à casa entorna

Por Claudia Lyra | 14/02/2009, 18h22

  • Pois é… a internê voltou a funcionar aqui em casa ontem. Nem vou comentar nada, porque é por demais estressante.
  • Carnaval tá perto, né? Nhé…
  • Mas em março estou de férias!!! Sim, sim… de novo.
  • Não se revoltem… tenho muitas férias e/ou períodos de descanso mesmo… afinal, sou funcionária pública, né?
  • Nada não… tô só espanando o pó… me aguardem a partir de segunda.
  • Comportem-se!
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