É a Mãe!

Blog da Claudia Lyra

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Então…

Por Claudia Lyra | 14/08/2007, 01h40

… cheguei há pouco da minha colação de grau. Foi tudo uma beleza, super divertido.

A universidade contratou uma empresa especializada nesse tipo de evento e foi tudo muito organizado. Fizeram a solenidade no teatro mais lindo que tem na região, o teatro da Aman.

Foi emocionante estar naquele palco, junto com colegas que vi ralando muito pra chegar até ali. Também teve bastante do meu suor pra conseguir esse resultado. Pois é…

Li o juramento do Direito e a turma repetia cada frase logo depois de mim. Emocionante mesmo.

Então… quando tiver fotos, eu coloco aqui.

Dance, dance, dance!!!

Por Claudia Lyra | 10/08/2007, 09h58

Vocês já estão cansados de me ouvir dizer que gosto muito de dançar? Já? Ai, ai… que pena… porque vou dizer de novo: eu gosto muito de dançar!

Sempre foi assim, sempre gostei. Várias fotos minhas, de quando era bem criancinha, são comigo dançando, fazendo pose, essas coisas. Tem uma foténha lindinha – eu devia ter um aninho no máximo – onde estou vestida de bailarina. Não tema, Vina, porque não achei a foto pra escanear e, portanto, não vou colocá-la aqui.

Bom… gosto de quase tudo que é relacionado à dança. Quase tudo. Sim, sim, porque não gosto de filme estilo musical. É, rapá, aquela coisa tosca em que o sujeito tá lá falando com a moça, do nada ele começa a dançar e a cantar, e, também do nada, todos os trauseuntes que, até então, estavam só fazendo figuração, começam a dançar junto. Aff…

Bom… mas eu gosto de filme que tenha dança ou que seja sobre dança. Isso eu gosto. E, sei lá por qual motivo, estava me lembrando de alguns desses que esquentam meu coraçãozinho de bailarina frustrada. Aí estão eles:

O Sol da Meia Noite

Gente. É com o Baryshnikov, né? Nem preciso falar nada. O cara é lindo, o cara é perfeito. Eu, literalmente, babo. O Gregory Hines tá tão melancólico, tão triste nesse filme… que dá vontade de colocar pra correr a tal Isabella Rosellini e ficar no lugar dela. Aliás, essa bisca é tão linda, tem o rosto tão maravilhoso, que me desperta instintos assassinos. E a cena que Baryshnikov dança uma coreografia em estilo moderno com o Hines?!?!? Ai, ai…

Flashdance

Tá… o filme é ruim que só. Mas, putz… a dublê da atriz principal dança pra raio! E as músicas? Caraca!!! Eu tinha o LP (sim, sim, o LP ou bolachão, ou vinil… veeeelhaaaaa) que eu tocava à exaustão. E, claro, imitava a coreografia, né? Não é pra me gabar não, mas saía direitinho. Fazia até aquele negócio da cadeira, que ela puxava uma cordinha e caía água na cara dela. Sem a água, por óbvio.

Dança comigo?

Esse filme mata a pau por dois motivos: tem dança de salão e tem o Richard Gere. Uma covardia! Tá certo, tem a Jennifer Lopez também, mas nada é perfeito, né? Mas, putz, a junção de dança de salão e Richard Gere como marido entendiado, mas apaixonado pela esposa, é demais pra mim! Cara… aquela cena do final, onde Gere vai no trabalho da esposa, todo lindo, vestido pra dançar, e com uma rosa vermelha na mão… o que é que é aquilo, meu Deus?!?!?!?!?

Vem Dançar

Esse filme é outra sacanagem com meu coraçãozinho cansado de guerra. Afinal, é ou não é golpe baixo colocar o Antônio Banderas – Antônio Banderas, Vivien… tem noção?!? – dançando tango daquele jeito? Fala sério!!! Mas tem muita coreografia legal nesse filme. Uma das minhas preferidas é a da garota que dança com os dois meninos na final do concurso. Puuutzzzz!!! Vai ser sensual assim lá em casa, gente!

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Mudando um pouco de assunto, tô meio chateada com o negócio dos nódulos que apareceram nos meus seios.

Quem já vem aqui há algum tempo, sabe que tem um pouco mais de um ano que tirei cirurgicamente uns outros que eu tinha. Mó saco isso, já que resolvi fazer a cirurgia naquela época principalmente porque o médico me falou que, se eu não retirasse os tais carocinhos, teria que fazer exames semestrais de acompanhamento pra ver se os bichos não estavam mudando de forma e tamanho.

Vamos combinar que ultrassom de seis em seis meses é o ó do borogodó, né não? E, pior, qualquer alteração na aparência dos tais nódulos significaria cirurgia do mesmo jeito.

Bem… pra evitar essa amolação, fiz a tal cirurgia logo, – aproveitei também pra fazer um serviço de lanternagem, porque os pobrezitos seios estavam meio que derrubados – e relaxei. Ingenuamente pensei que não precisaria mais me preocupar com essa droga.

Ledo engano, como todos podemos perceber agora.

Mas, provavelmente, não é nada de maligno, canceroso ou coisa parecida. Devem ser nódulos da mesma espécie dos outros que já tirei, que eram benignos e tal e coisa, só exigindo acompanhamento semestral pra determinar que não está ocorrendo nenhuma alteração.

Hoje vou lá pegar o laudo da ultrassom e levar pro ginecologista. Vamos ver, né?

Boletim médico

Por Claudia Lyra | 07/08/2007, 20h53

  • Sexta-feira passada fui ao ginecologista – patrão, essa palavra pode? – e ele falou que está tudo bem comigo. Mas pediu ultrassonografias e exames de sangue.
  • Fiz as ultrassonografias hoje.
  • A ultrassom do útero constatou que ele é virado pro lado contrário ao do restante das mulheres.
  • Mas isso eu já sabia.
  • Ainda nessa ultrassom, o médico achou só um dos meus ovários.
  • Só que, tenho certeza, eu tenho dois ovários.
  • O médico não sabe onde está o outro.
  • A ultrassom dos seios constatou que tenho dois nódulos no seio esquerdo e três no seio direito.
  • Ai meu saco!
  • Não, não… não foi constatado que tenho saco; foi só força de expressão…

Semana Mundial da Amamentação

Por Claudia Lyra | 04/08/2007, 15h37

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Estamos em plena Semana Mundial da Amamentação. E por isso a Denise Arcoverde, fundadora do Grupo Origem e blogueira das mais competentes, propôs uma blogagem coletiva sobre o tema. Resolvi aderir basicamente por um único motivo: amamentar é tudo de bom!

Que é bom pra criança, todo mundo já sabe. Até os seis meses de idade, o bebê nem tem necessidade de outro alimento, pois o leite materno é completo. Mas amamentar é bom pra mãe também.

Amamentei bastante meus filhos. O Primogênito mamou até os três anos de idade; o caçula, até os dois anos. Pois é, pois é… cinco anos amamentando filhos. Mas não tenho dúvidas de que a maior beneficiada fui eu mesma.

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Primogênito no dia que chegou da maternidade

 

Fui beneficiada, inclusive, esteticamente. Porque a amamentação me emagreceu e também provocou a contração de meu útero logo após o parto, o que significou uma barriga menor em menos tempo.

Mas é claro que a coisa mais valiosa que ganhei em amamentar meus filhos foi ver o fortalecimento de um vínculo único entre nós. Poxa… isso é inexplicável, tem que viver pra saber como é.

 

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Depois de mamar dá um soninho… 

 

Meus filhos têm uma diferença de idade de quatro anos e meio. E muita coisa mudou na minha vida nesse período. Quando o Primogênito nasceu, eu não trabalhava fora e pude dar toda a atenção que ele necessitava em tempo integral. Cuidava só dele, do marido e da casa.  Eu brincava de casinha mesmo, me divertia.

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Primogênito mamou até beeem grandão!

 

Mas, quando o Caçula nasceu, precisei trabalhar fora. Deixei ele pequenininho, com dois meses só, aos cuidados da minha mãe durante o dia inteiro. E pensei que não teria como amamentá-lo por muito mais tempo.

Mas me enganei. É claro que minha mãe foi fundamental nisso, porque ela se dispôs a levar meu bebê no meu serviço pra que eu o amamentasse ali. Depois, quando ele já estava com uns quatro ou cinco meses, ela alternava os horários da amamentação com frutas, papinhas, sempre evitando a mamadeira.

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A gente amamenta em qualquer lugar meeessssmooooo!!!!

 

Pois é: uma coisa que nunca usei com meus filhos foi mamadeira. Os bichinhos, assim que começavam a sentar, já eram logo apresentados ao pratinho e a colher.

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Bem… ficava tudo meio lambuzado de papinha, né?

 

Informações técnicas dos benefícios da amamentação, como faz bem pra saúde da mãe e do bebê, os direitos da nutriz e seu pequerrucho, todas essas coisitas importantes, vocês podem encontrar aqui nesse link. Euzinha só tenho a dizer o seguinte: amamente seu filho, porque vale muito a pena.

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Eles crescem tão rápido… humpf…

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