É a Mãe!

Blog da Claudia Lyra

Arquivos: fevereiro/2007

Eita! Os tópicos ficaram meio grandes…

Por Claudia Lyra | 26/02/2007, 18h20

Antes de tudo, quero corrigir uma desatenção minha, coisa horrível, gente. É que Trotta tá com blog novo e euzinha nem falei nada aqui. Isso é, praticamente, imperdoável. Afinal de contas, acho que tá pra nascer alguém que encheu tanto a paciência de outrem por conta de se voltar a blogar. Tá, tudo bem, parece que Bodas também perturbou um bocado o juízo do menino e o Bodas está mais perto, pode fazer isso pessoalmente e coisa e tal…

De qualquer maneira, cá está o endereço novo: www.trottolices.blogspot.com.

Quem conheceu o Claquette sabe que o moço é bom demais da conta. Quem não conheceu, não deixa de visitar a página. Cês vão ver o que é ter talento e criatividade. Caraca, morro de inveja! Ainda bem que meu amor por ele é maior do que a inveja, hahahahahaha…

Ah! E não se esqueçam de comentar, né? Fala sério, que ir a blog novo e não comentar é uma tremenda sacanagem…

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Aproveitando a aba do Pogodom, quero falar também dos outros meninos lá de SP, amigos dele. Tá todo mundo no WordPress agora. Tem o Bodas, a namorada dele, , e a Fefa. Blogs bãos, blogs bãos. Ai, eu sou mesmo louca por blog, mas eles escrevem que é uma delícia, o que posso fazer? A Fefa, por exemplo – juro que me controlei pra não fazer esse trocadilho infame, só que não deu, é a segunda vez que falo isso - é uma fofa. Sim, sim, uma super fofa.

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Aí, que minha linda Cily veio ao Rio de Janeiro e não pude ir ao encontro dela. Gente, sem brincadeira, só de pensar nisso fico triste. Esse carnaval foi tudo o que eu não queria, uma droga. Saiu tudo diferente do que havia planejado. Mas… ai, ai… sem problemas, sem problemas.

Cilyyyyyyyyy… desculpa, querida, desculpa.

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Quinta-feira passada aconteceu a audiência para oitiva das testemunhas daquele processo da Folia de Reis. E eu ia postar aqui o que achei da coisa toda. Só que não deu pra fazer na hora e, agora, tô com preguiça… Só digo uma coisa: Ê, mundo! Ê, mundo!!!

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Como alguns aqui já sabem, estou no último período da faculdade. Reta final. E agora me apareceu uma pendência em prática jurídica. Ai, que vou infartar se não puder colar grau por conta dessa gracinha da Estácio. Eles são uns meigos: mudam as regras do jogo nos 45 minutos do segundo tempo e querem que a gente se adapte. Vou ter um treco.

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Caraca, cês não tem noção a lenha que tá sendo postar hoje no raio do WordPress!!!! Ainda bem que sou uma moça meiga e pura e não falo palavrões. Não falo e não escrevo…

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Sabe quando você queria muito poder falar com uma pessoa, mas falar assim olho-no-olho ou, pelo menos, por telefone, mas não tem nem condição disso acontecer, já que você mora longe e nem tem o telefone da dita cuja? Pois é…

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Gentein, que eu tô aprendendo a jogar xadrez na marra! Aff…

Ai…

Por Claudia Lyra | 21/02/2007, 15h42

… tô com febre…

… tô com dor no corpo…

… tô com os olhos ardendo…

… tô com a cabeça estourando de dor…

… tô mal…

Hoje levei um tombo na rua

Por Claudia Lyra | 14/02/2007, 17h20

E acho que uma das coisas mais vexaminosas que existe é cair na rua. Estava eu saindo do carro e, ao apoiar o pé pra levantar meu corpixo do banco, enfiei o dito cujo pé num buraco da calçada, desequilibrei e caí.

Caí não! Estabaquei! E euzinha estava de saia, mais especificamente saia-envolope. Alguém aí tem idéia do que é uma saia-envelope? Se vocês sabem do que estou falando, podem imaginar que dei show, né? Sim, sim… todos os presentes puderam ter o prazer (?) inenarrável de ver meus fundilhos. Uma graça.

Não doeu muito na hora e nem está doendo nadica de nada agora. Não ficou roxo, não fiquei ralada, nada disso. Mas, putz, a vontade que meu deu foi fingir um enfarto. Caí em frente a uma loja de biquinis e a mocinha vendedora veio logo me ajudar. Mas, não sei se é impressão minha, parece que ela estava segurando a gargalhada.

Então, devia mesmo ter simulado um colapso, um AVC, um ataque epilético. Devia ter deixado que chamassem a ambulância, os paramédicos. Aí ninguém ia rir, né? Ia não… o povo ia ficar com peninha…

Generalidades

Por Claudia Lyra | 12/02/2007, 15h05

  • Na última sexta, a faxineira que faz a limpeza da sala onde trabalho me perguntou se o juiz vinha trabalhar. Quando disse que não, ela falou: “parece que eu estava adivinhando! Todo dia eu deixo o ar condicionado ligado pra, quando ele chegar, a sala já estar fresca e hoje eu não deixei”. A moça sabe das coisas, sabe a quem tem que agradar. Eu que me abane…
  • Não sei o que é mais irritante na minha cidade: o fato de chover muito, muito, mas muito mesmo, ou se é constatar que, se você tiver um sábado maravilhoso de sol, não tem pra onde ir… a não ser que você peque a Dutra e vá para o município vizinho.
  • Bom… o mais irritante na minha cidade é não ter praia a menos de duas horas de viagem.
  • Banho de rio ou de cachoeira é uma delícia. O problema é que tem natureza demais por perto. É um tal de borboletas e libélulas pousando em você, é o fundo de pedras roladas e rolantes, é a água super-hiper-ultra-mega-duper gelada… Outra coisa: a água não é salgada…
  • Começaram hoje minhas aulas na faculdade. E começaram mal, muito mal…
  • Dilema de carnaval: quero viajar, mas não tem quem cuide dos cachorros. Aff…
  • Minha casa está toda mofada e não pára de chover. Adianta se eu tiver um piti-pelanca?
  • Preciso repintar quase toda a casa, por conta desse monte de mofo.
  • Preciso emboçar e pintar as colunas da varanda.
  • Quero comprar uma estante nova e uma mesinha de centro pra minha sala e uma mesa de jantar com oito lugares. Mas é tudo tããããooo caroooo!!!
  • Quero me livrar da mesa da cozinha. Mas, pra isso, tenho que comprar a tal mesa de jantar. Aí eu pego a atual mesa que tenho e coloco na cozinha.
  • Tenho que trocar de carro até julho deste ano.
  • É óbvio que não tenho dinheiro pra fazer nada disso. Arghhh!!!!  
  • Estou de mau humor ou é impressão minha?

Coisa estranha

Por Claudia Lyra | 09/02/2007, 00h21

Esses dias li numa caixinha de comentários de algum blog por aí o depoimento de uma mulher que manteve contato virtual com um homem maravilhoso – inteligente, culto, jornalista que trabalhava nos EUA – por mais de ano, que chegou a receber presentes “Made in Usa” do jornalista, trocas de emails mil, trocas de fotos, todas essas coisas. Só que, quando marcaram um encontro, ela descobriu que o tal homem era, na verdade, uma mulher.

Pois é…

Agora tem mais o causo de uma amiga. Vou contar. Mas com algumas modificações significativas no enredo e sem mencionar nomes pra proteger os envolvidos… sacumé, né? A essência da situação será preservada. Então, tomem a história como uma fábula, ok? Valeu!

A moça é blogueira e, nesses entra-e-sai de blog, ela conheceu um blogueiro. Passaram a comentar um o blog do outro – normal. Daí viraram contato de MSN – normalíssimo. E, como muitas vezes acontece, descobriram afinidades, gostos em comum, essas coisitas básicas. Super normal.

E o blogueiro contava a vida dele pra blogueira. A blogueira falava de suas coisas pro blogueiro. E eles foram ficando amigos. É sempre assim, né? É sim. Nada demais. Só que a moça começou a achar estranho, porque percebeu algumas incongruências nas conversas do moço.

Por exemplo, o moço parecia que nunca acertava o nome do próprio filho. Filho único… isso não é muito normal, né? Não, não é. Também, por mais que se empenhasse, ela nunca conseguia o número de telefone do sujeito. Tudo bem, a gente não sai por aí distribuindo nosso número de telefone a torto e a direito, mas, pela experiência que ela tinha com outras amizades virtuais, já era tempo para uma troca de telefones. Só que o moço era hermético quanto a isso, ela não via chance.

O blogueiro começou a entrar em contradição também quanto a seu trabalho, sua função, coisas pequenas… mas a blogueira é detalhista e prestou atenção nisso também.

Aí a moça teve uma idéia.

Ligou pra empresa que o moço disse que trabalhava e, nada surpresa, constatou que ninguém o conhecia por lá. Pelo menos não conheciam ninguém com o nome que o blogueiro disse ter, porque, a essas alturas dos acontecimentos, nem o nome minha amiga tem certeza de ser verdadeiro. E minha amiga ficou muito triste.

E eu também fiquei triste com essa história. Porque é muito chato confiar em alguém e, aos poucos, ver que essa confiança foi mal aplicada, que a gente se enganou com a pessoa.

Mas… é uma fábula, né? Então tem que ter “moral da história”. E a moral é essa:

Mantenhamos nossas pulgas atrás da orelha, irmãos, porque elas estão em ótimo lugar. Oremos!

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