Recesso
Por Claudia Lyra | 24/02/2006, 20h18
Até quinta, pessoal!
Ps – Divirtam-se sem moderação, mas com juízo! Beijos.

Por Claudia Lyra | 24/02/2006, 20h18
Até quinta, pessoal!
Ps – Divirtam-se sem moderação, mas com juízo! Beijos.
Por Claudia Lyra | 22/02/2006, 23h02
* é o “interrogatório” no processo de adolescentes infratores
– Seu nome completo, por favor…
– N… M…
– Quantos anos você tem?
– 14
– Bem, N… Você está sendo processada pelo Ministério Público porque no dia 12 de fevereiro desse ano, no interior de um ônibus interestadual São Paulo – Rio, às 2:00h, você portava, livre e conscientemente, para fins de tráfico, 1,980 kg de cloridrato de cocaína. A polícia federal, em uma blitz, interceptou o ônibus e logrou êxito em encontrar a referida droga em sua mochila. Isso é verdade, N…?
– Sim.
– Então, por favor, me conte como tudo ocorreu.
– Err… tá bom… uns dias antes eu fui comprar roupa lá no centro.
– Em São Paulo? Capital?
– Isso… eu moro em São Paulo. Estava vendo vitrine quando um cara chegou perto e perguntou se podia me conhecer. Eu disse que podia. E a gente começou a conversar. Daí, a gente marcou pra se encontrar dois dias depois.
– No mesmo lugar?
– Sim, no mesmo lugar. Bom… então, eu fui me encontrar com ele e a gente ficou conversando. Aí ele me perguntou se eu tinha coragem de levar droga pro Rio de Janeiro e eu falei que tinha sim. Nós combinamos de nos encontrarmos na tarde seguinte pra ele me dar a droga e a passagem pro Rio.
– E ele ia pagar alguma coisa pra você fazer isso?
– Sim. Ele prometeu R$ 350,00.
– Tá… continue.
– Bom… no dia seguinte ele me deu a droga e a passagem. A viagem seria às 22:00h. Fui pra minha casa e falei pra mulher onde eu moro que ia dormir na casa de uma amiga.
– Você não mora com seus pais?
– Não. Há um ano eu moro com a Marta. Ela precisa trabalhar, então eu moro com ela pra ficar olhando as filhas dela.
– É um emprego? Ela te paga salário?
– Ela me paga R$ 100,00.
– Continue…
– Fui pra rodoviária e peguei o ônibus pro Rio. Aí, no caminho, já quase chegando, a polícia parou o ônibus e veio direto em mim. Eles acharam a droga e me prenderam.
– Certo… você ia entregar essa droga para quem?
– Não sei… o carinha lá de São Paulo me disse que, quando eu chegasse na rodoviária do Rio, alguém telefonaria pro meu celular e combinaria o encontro, pra pegar a droga e me pagar.
– Sei, sei… você estuda N…?
– Não. Parei tem uns dois anos.
– Usa drogas?
– Já usei maconha e cocaína, mas tem dois meses que parei.
– Alguém de sua família já veio te visitar aqui na unidade de internação?
– Não… falei com minha mãe, mas ela disse que não tem dinheiro pra vir.
– Sua mãe trabalha no que?
– Ela entrega panfleto na rua.
– E seu pai?
– Não sei… não vejo ele tem muito tempo.
– Tem advogado?
– Não…
– Você será defendida pelo Dr. Defensor Público, tudo bem?
– Tá…
– Então, está certo. Vamos marcar outro dia de audiência para ouvir as testemunhas.
Por Claudia Lyra | 20/02/2006, 14h34
Por Claudia Lyra | 16/02/2006, 11h38
Primeira semana de aula e já estou apertadíssima de costura. Provavelmente a direção do curso deve achar que ninguém faz mais nada na vida além da faculdade.
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Por conta disso, estou vendo que minhas aulas de violão vão para o espaço. Essa semana não tive um único minutinho de treino. Aff… durou pouco, muito pouco, minha alegria. Acho que vou colocar o caçula para estudar violão no meu lugar.
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Falando em música, como sou uma pessoa in, vou comentar o que achei da versão da Ana Carolina e Seu Jorge para The Blower’s Daughter, do Damien Rice: [modo afetado de falar, com biquinho e tudo on] ah, gente… eu gostei… que coisa maaaaiiiis bunita falar que o vendedor de flores escolhe os amores dos filhos… é isso aíííí… [modo afetado de falar, com biquinho e tudo off]
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Dessa vez vai: já estou com os pedidos de exames de laboratório a fim de me preparar para a mamoplastia. Ueeebaaaa! A cirurgia-lanternagem provavelmente será em abril.
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Bobinha que sou, já estou sonhando com os sutiãns super-hiper-mega-blaster-fofuxos que poderei usar. Nunca mais Demillus modelitos tia-avó!
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Sinto muito, mas não assisti a nenhum “capítulo” de BBB6. Não sei quem é quem, não gosto e nem desgosto de ninguém e nem sei quem já foi ou vai para o paredão. Sou mesmo alienada…
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Já estou usando calças jeans de numeração 38! \o/
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Estou desde sábado me policiando para não sentir compaixão de Hitler e seus asseclas. É que estou lendo No bunker com Hitler e, putz, como é que se pode transformar monstros em seres humanos? Tem que ser muito bom escritor mesmo!
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Falando nisso – caraca! – como o próprio povo alemão sofreu na mão daquela cambada, já no fim da guerra. Isso é que é exemplo de governantes se lixando para com seus governados!
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Quero dançaaaaarrrr!!!!!!! A noite inteira, de preferência, com uma turma de amigos bem legal.
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Geenteee! Que coisa linda é aquele loiro do seriado Lost! Aff… todo torturadinho então! Jesus me abane!
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Parece que a cada fim de TPM eu posto algumas generalidades. TPM deixa a gente muito reflexiva… hahahahahaha… coitado do Arno, como me ouviu! Desculpa, tá maninho?
Por Claudia Lyra | 12/02/2006, 14h35