É a Mãe!

Blog da Claudia Lyra

Arquivos: outubro/2005

Trilha sonora perfeita*…

Por Claudia Lyra | 28/10/2005, 19h58

… para pegar a Dutra, de volta para casa, ao entardecer, com um por de sol lindo, a 130Km por hora (não serve 120km nem 140km, só combina com 130km):

The Boxer – Simon & Garfunkel

Africa – Toto

Wild World – Cat Stevens

I Don´t Wanna Talk About it – Rod Stewart

Skyline Pigeon – Elton John

Tom Sawyer – Rush

Long Train Runnin’ – T. Johnson

Ai, muito bom!!

* versão Emerson Nogueira Acústico

Tenho outros motivos para estar animada!

Por Claudia Lyra | 25/10/2005, 15h10

E estes são mais físicos e fúteis: já emagreci dois quilos, meu cabelo está começando a colaborar comigo e o dia da minha tão esperada plástica nos seios está chegando. Ai, ai, vou ficar um pitéu… me aguardem!

Ps – pitéu é uma gíria bem supimpa… é do balacobaco! Abalou Bangu…

Ps2 – depois do toque da Menin@, corrigi a gíria aí acima: não é piteco e sim pitéu (Deus me livre! Não sei nem falar as gírias supimpas direito)

Já que é para falar de mim…

Por Claudia Lyra | 24/10/2005, 17h33

… vou começar dizendo que recuperei meu estado de ânimo normal.
E qual é meu estado de ânimo normal, vocês sabem? Bem, talvez alguns já desconfiem, mas, para quem não sabe, normalmente sou uma pessoa feliz com a vida. É, o “normalmente” ficou em itálico, porque não tem como a pessoa ser o tempo todo feliz e animadinha, a não ser que seja alienada mental, pois o mar não está pra peixe e a gente tem que matar um leão todo dia, e mais um monte de provérbios antigos que nos convencem das dificuldades da vida.
A realidade é que sou uma pessoa de espírito animado. É difícil de me abater. Quando fico muito triste por algum motivo, choro, choro, choro (sou muito chorona) e, no dia seguinte, já estou pronta pra enfrentar o problema ou, dependendo do caso, empurrá-lo com a barriga, pois nem sempre a gente está a fim de resolver tudo, né?
Sou quase uma crédula, também. A não ser que a vilania seja uma coisa gritante no indivíduo, normalmente (em itálico de novo) não consigo atribuir más motivações aos que convivem comigo. É claro que quebro a cara à beça, mas, o que posso fazer? Eu acredito que as pessoas são essencialmente boas, não consigo pensar diferente. E fico sinceramente surpresa quando vejo que nem sempre é assim.
Por exemplo, tenho um casal de amigos que está passando por uma grave crise conjugal. Gente, gosto demais dos dois, eles são meus amigos de longa data. A esposa já tinha se queixado algumas vezes que achava que o marido não estava sendo fiel a ela, que ele mesmo tinha dito que estava “encantado” com uma colega de trabalho, mas, sério que achei que ela estava exagerando. Daí, eu quase caí pra trás quando soube que ele a traiu de fato. Sério mesmo, eu não conseguia acreditar que ele fosse capaz de se envolver com outra mulher. Achava ele tão apaixonado pela esposa. E pelo jeito, só eu achava isso, porque nossos outros amigos em comum não ficaram nem um pouquinho supresos.
Tudo bem. Não quero mudar isso. Não quero ficar desconfiando o tempo todo das intenções das pessoas. Pego amizade facinho, facinho, sabiam? Não precisa de muita coisa para me conquistar.
Também não sou rancorosa. Muitas vezes fui magoada (quem já não foi?), mas, se a pessoa pedir desculpas, ou mesmo se a pessoa passar a me tratar bem de novo, não consigo guardar ressentimentos.
Mas, o que dizer da minha recente crise emocional? Olha, foi uma coisa diferente para mim também. Acho que nunca tinha estado assim antes. Vocês não imaginam o esforço que fiz para continuar as atividades cotidianas e o esforço que fiz para que minha família e amigos mais próximos não percebessem que eu estava arrasada. Vocês não têm idéia das coisas que dizia para mim mesma, tentando me fazer voltar à realidade. Sim, porque a impressão que eu tinha era que aquilo tudo não era real, não estava acontecendo. Parecia um filme triste. Péssimo.
Só que passou. Estranho… não sei porque passou. Só sei que aquele sentimento ruim não está mais em mim. Quando me volto para dentro, identifico direitinho o lugar onde estava a dor, mas o lugar está vazio, não dói mais. Chego a pensar que a dor não existiu. Mas, se ela não existiu, o que está fazendo ali aquele lugar vazio? Ali tinha uma dor, eu me lembro. Para onde ela foi?
Contanto que não volte, tudo bem a dor ter sumido. Aprendi tanto sobre mim mesma durante aqueles dias! Foi um amadurecimento. Tive que rever todas as minhas prioridades. Tive que decidir o que era mais importante na minha vida. Quase que foi bom.

Bom…

Por Claudia Lyra | 21/10/2005, 15h40

Falando do que interessa: vocês viram que legal o que a Juju e o Selph fizeram? Eles, cada um em seu blog, escreveram sobre um mesmo tema, que foi desenvolvido segundo a perspectiva de cada um.

Esse tipo de iniciativa já tem precedentes entre outros blogueiros e tem sido levada de forma bem organizada pelo pessoal do Nós na Rede.

Gosto mesmo disso. Me parece uma forma produtiva de canalizar a energia “bloguística”, além de nos colocar em contato com ótimas idéias.

Ah… e os excelentes textos Andarilhos – parte I e Andarilhos – parte II merecem ser conferidos.

Mais no Dialetica.org:
Creative Commons 2008 - 2012 Alguns direitos reservados • Dialetica.org utiliza WordPress 3.3.1 WordPress