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	<title>De Bubuia &#187; literatura</title>
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	<description>Blog da Elis Marchioni</description>
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		<title>Presentes!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 18:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Marchioni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversa fiada]]></category>
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		<description><![CDATA[Livros são minhas paixões. Trabalho para o mercado editorial, durmo ao lado deles, distraio-me fazendo leituras. Nos últimos meses, a pesquisa e a redação para um guia turístico me deixaram muito cansada e sem vontade nenhuma de escrever outras coisas. O blog ficou à deriva. Enquanto isso, eu lia, totalmente off-line. Neste período (para ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 10]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><a href="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/07/livros-de-dalcidio.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-47" src="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/07/livros-de-dalcidio.jpg?w=300" alt="" width="300" height="212" /></a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">Livros são minhas paixões. Trabalho para o mercado editorial, durmo ao lado deles, distraio-me fazendo leituras. Nos últimos meses, a pesquisa e a redação para um guia turístico me deixaram muito cansada e sem vontade nenhuma de escrever outras coisas. O blog ficou à deriva. Enquanto isso, eu lia, totalmente off-line. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">Neste período (para ser exata, no dia 19 de junho), recebi dois presentes dos filhos de <a title="Artigo de Antonio Olinto para a ABL" href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1872&amp;sid=392">Dalcídio Jurandir</a>, meu escritor favorito: o livro biográfico <a title="Not�cia, da ocasião do lançamento" href="http://www.fcptn.pa.gov.br/noticia.php?codigo=106">Dalcídio Jurandir, Romancista da Amazônia</a>, que é na verdade um estudo crítico que “destaca as várias facetas do escritor no trabalho com a palavra: como jornalista, crítico literário, ativista político, poeta e romancista, com pesquisa baseada nos 2660 documentos do acervo Dalcídio Jurandir, do Arquivo-Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa”; e o romance dalcidiano Belém do Grão Pará. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">Belém do Grão Pará foi o segundo trabalho que li do autor. Em 2002, por acaso, encontrei-o à venda na internet, em um site português. Encomendei-o e tive uma feliz surpresa com ao me deparar com um prefácio escrito pelo grandioso escritor <a title="Da Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_de_Castro">Ferreira de Castro</a>. Apesar de ótimo romance, era uma edição com muitos erros, em papel de baixa qualidade. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">Esta nova versão é caprichada, bem diferente da lusitana. Minha leitura ainda está em curso e tenho adorado as notinhas de rodapé. Penso como seria interessante se tivéssemos edições comentadas do <a title="Da Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dalc%C3%ADdio_Jurandir">Ciclo do Extremo Norte</a>. Mas, para isso, precisamos de leitores.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">*Agradeço imensamente a José Roberto Pereira e à Margarida Benincasa, filhos </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">do mago do Marajó</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">, pelos lindíssimos regalos. Tenham certeza, para mim, não há presentes melhores.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>+ DJ<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana">Leia <a title="Resenha sobre Belém do Grão-Pará" href="http://www.leialivro.sp.gov.br/texto.php?uid=4992">aqui</a> uma crítica do Professor Paulo Nunes sobre a nova edição de Belém do Grão-Pará. </span></p>
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		<title>O fim do Instituto Dalcídio Jurandir e preocupações futuras</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 19:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Marchioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A notícia da extinção do Instituto Dalcídio Jurandir na última segunda-feira caiu como bomba entre acadêmicos de Literatura Brasileira no Pará. As comunidades literárias do resto do Brasil nem ficaram sabendo. Ou não se importaram com o fato. Pudera, somente em 2003, com a fundação do Instituto e com a doação de todo o acervo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Dalc�dio Jurandir" href="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/04/dal_com_fundo.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center"><a title="Dalc�dio Jurandir" href="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/04/dal_com_fundo.jpg"><img src="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/04/dal_com_fundo.jpg" alt="Dalc�dio Jurandir" /></a></div>
<p>A notícia da extinção do <a title="Dalc�dio Jurandir" href="http://www.institutodalcidiojurandir.hpg.com.br/">Instituto Dalcídio Jurandir</a> na última segunda-feira caiu como bomba entre acadêmicos de Literatura Brasileira no Pará. As comunidades literárias do resto do Brasil nem ficaram sabendo. Ou não se importaram com o fato. Pudera, somente em 2003, com a fundação do Instituto e com a doação de todo o acervo do escritor para a <a title="Fundação Casa de Rui Barbosa" href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/">Casa de Rui Barbosa</a> que o Estado do Rio de Janeiro tomou consciência da importância deste escritor, que está enterrado no Cemitério São João Batista, o mais famoso do Rio. Em São Paulo, os cursos de graduação e pós-graduação nem mencionam a existência dele.</p>
<p>Dalcídio Jurandir, morto em 1979, é considerado o maior romancista de toda a literatura amazônica. É autor de Chove nos Campos de Cachoeira, Marajó, Três Casas e um Rio, Belém do Grão-Pará, Passagem dos Inocentes, Ponte do Galo, Primeira Manhã, Os Habitantes, Chão dos Lobos e Ribanceira, obras que compõem o ciclo Extremo-Norte, e do romance operário Linha do Parque.</p>
<p>Suas obras sempre contaram com uma péssima distribuição nacional, publicações sem autorização e não pagamento de direitos autorais. As editoras nunca tiveram preocupação com o planejamento de novas edições, por isso, sem nenhum título nas prateleiras, um dos expoentes da segunda fase modernista foi condenado ao ostracismo. Na década de 90, comentavam-se, à boca pequena, que problemas familiares acerca de direitos autorais também eram motivos para a pausa nas reedições.</p>
<p>Isso mudou quando Ruy Pereira, sobrinho do escritor, fundou o Instituto Dalcídio Jurandir com a missão de resguardar e tirar do limbo a grande obra amazônica. Havia a promessa para a reedição dos títulos e o projeto da comemoração nacional do centenário de seu nascimento, em 2009. Agora, os dois filhos do escritor e a presidência do órgão, composta de Ruy e sua esposa, a professora Soraia Reolon Pereira, tiveram divergências e encerraram as atividades do IDJ.</p>
<p>Ruy Pereira me disse por e-mail que entre os motivos da extinção estão a &#8220;insatisfação pessoal dos herdeiros com a  lenta distribuição e venda dos livros através dos respectivos editores públicos que atualmente patrocinam todo o trabalho de proteção e promoção do acervo e da obra em questão&#8221;; e &#8220;obter resultados financeiros objetivos, mesmo com o risco de publicar os romances sem o devido tratamento editorial que sempre esteve por merecer o autor e que vem sendo realizado pela FCRB e pela EDUFPA&#8221;.</p>
<p>Os herdeiros alegam que o projeto só beneficiava o círculo acadêmico. De acordo com José Roberto Freire Pereira,  filho de Jurandir, não houve atritos entre a família e administração do instituto, mas afirmou que&#8221; o IDJ não estava atendendo o seu principal objetivo, que era levar a obra de Dalcídio ao grande público. O trabalho dele continua restrito ao meio acadêmico e intelectual, no qual já é consagrado&#8221;, explicou.</p>
<p>Em entrevista ao jornal paraense <a title="O Liberal" href="http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=248&amp;codigo=334111">O Liberal</a>, José Roberto ainda disse que &#8220;o motivo da extinção do IDJ não passa de uma questão puramente lógica e estratégica&#8221;. E em relação à manutenção acervo doado à Casa de Rui Barbosa alegou que &#8220;foi assinado um Termo de Doação em julho de 2003, pelo então presidente da Fundação, José Almino de Alencar e Silva Neto, e nós, digo eu e minha irmã, Margarida Maria Benincasa. É para nós motivo de orgulho e segurança manter esse material nesta instituição do mais alto nível de credibilidade&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Adendo:</strong></p>
<p>Carmem, esposa de José Roberto, ligou-me no sábado (05/04) e me esclareceu que não serão interrompidas as  reedições das obras com parceria da <a href="http://www.ufpa.br/eletras/index.htm">Universidade Federal do Pará</a>.  Eu havia comentado que o único livro reeditado pelo instituto, <a title="Belém do Grão Pará" href="http://www.ufpa.br/portalufpa/imprensa/noticia.php?cod=284">Belém do Grão Pará</a>, teve o aval dos acadêmicos e incluiu glossário de expressões e topônimos, além dos cuidados primorosos na edição (quem comprava os livros de Dalcídio editados pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Editora_Cejup">Cejup</a> pôde notar as diferenças). Enfim, vamos aguardar as novidades.</p>
<p>Carmem e José Roberto me pediram para corrigir o texto anterior, com base nas novas informações de O Liberal. Como jornalista, não posso deixar de ouvir os dois lados sempre, portanto, também mantive as alegações de Ruy Pereira.</p>
<p><em>Texto corrigido em 08/04/2008.</em></p>
<p>Leia <a title="Fim do IDJ" href="http://elismarchioni.multiply.com/journal/item/153/Ainda_sobre_o_fim_do_IDJ">aqui</a> a matéria completa sobre este assunto publicada em O Liberal de 07/04/2008.</p>
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		<title>Lançamento de Órfãos do Eldorado</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 15:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Marchioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após sete anos, eu estava novamente à sua frente. Minha cara de alegria diz tudo. Beijos, afagos e autógrafos de Milton Hatoum, que escreveu-me: &#8220;Para Elis, apaixonada por Belém, que está aqui. Com um beijão e carinho de Milton Hatoum&#8221;. Obs: &#8220;está aqui&#8221; se refere ao livro Órfãos do Eldorado, ambientado em Belém, Manaus, Parintins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após sete anos, eu estava novamente à sua frente.</p>
<p>Minha cara de alegria diz tudo.</p>
<p><a title="Milton Hatoum" href="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/03/elis-e-mh-1.jpg"><img src="http://mulheresdeantenas.files.wordpress.com/2008/03/elis-e-mh-1.jpg" alt="Milton Hatoum" width="471" height="358" /></a></p>
<p>Beijos, afagos e autógrafos de Milton Hatoum, que escreveu-me:</p>
<p>&#8220;Para Elis, apaixonada por Belém,  que está aqui. Com um beijão e carinho de Milton Hatoum&#8221;.</p>
<p>Obs: &#8220;está aqui&#8221; se refere ao livro Órfãos do Eldorado, ambientado em Belém, Manaus, Parintins e Marabá. Mas pode também querer dizer que eu estava presente ao lançamento. Enfim, Hatoum escreveu &#8220;a dedicatória&#8221;.</p>
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		<title>Panorama de Dalcídio Jurandir na internet: a literatura marajoara no ciberespaço</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 21:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elis Marchioni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diante da tela de um computador, o anônimo mergulha no ciberespaço e encontra trechos e citações de uma literatura completamente desconhecida, situada na Amazônia, precisamente na Ilha de Marajó. Jamais sonharia o romancista Dalcídio Jurandir que um instrumento seria capaz de levar informações sobre sua vida e obra para qualquer lugar do planeta, em qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da tela de um computador, o anônimo mergulha no ciberespaço e encontra trechos e citações de uma literatura completamente desconhecida, situada na Amazônia, precisamente na Ilha de Marajó. Jamais sonharia o romancista Dalcídio Jurandir que um instrumento seria capaz de levar informações sobre sua vida e obra para qualquer lugar do planeta, em qualquer dia e horário. Justamente ele, que era um &#8220;homem simples e radicalmente avesso a qualquer tipo de marketing&#8221;, como descreveu o jornalista e amigo Moacyr Werneck, na ocasião da fundação do <a href="http://www.institutodalcidiojurandir.hpg.com.br/" title="IDJ">Instituto Dalcídio Jurandir</a>, em 2003.</p>
<p>Para os exploradores, curiosos e bisbilhoteiros, a internet é uma facilitadora da comunicação. É por meio dela que hoje tomamos conhecimento de parte das notícias do mundo e podemos nos aprofundar em nossas pesquisas, divulgar relatos pessoais, contar ou reescrever a história de outras pessoas, ilustres ou desconhecidas.</p>
<p>Em 1999, uma procura pelo nome de Dalcídio Jurandir nos sites de busca da internet apresentava apenas um resultado: o comentário pejorativo do articulista Olavo de Carvalho sobre uma discussão entre comunistas na eleição da ABDE (Associação Brasileira de Escritores), em 1949.</p>
<p>Eu não sabia se Dalcídio era realmente importante para a Literatura Brasileira, mas, naquele momento, tinha acabado de ler Chove nos Campos de Cachoeira e acreditava que era um dos maiores romances em Língua Portuguesa, e que seu autor merecia mais crédito do que ter apenas seu nome ligado a intrigas no meio eletrônico.</p>
<p>Fiz um site simples, denominado <a href="http://elismarchioni.sites.uol.com.br/personalidades/" title="Louca por Dalc�dio ">Louca por Dalcídio</a>, que ainda hoje mantenho no ar por curiosidade histórica. Seus romances estavam esgotados e não havia nenhuma informação sobre possíveis reedições. Por quase um ano, o site ficou incógnito, escondido entre tantos outros mais atraentes do ciberespaço até que foi catalogado nos sites de busca.</p>
<p>Não tinha consciência do trabalho que os professores da Unama e da UFPA realizavam para garantir a sobrevivência da obra dalcidiana no Estado do Pará. Só tomei conhecimento quando o Dr. Günter Pressler, professor do Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da UFPA e coordenador do curso de Mestrado em Letras, teve a idéia do I Colóquio Dalcídio Jurandir, realizado na Ilha de Marajó, em 2002.</p>
<p>Na época, eu já recebia várias mensagens eletrônicas de estudantes e curiosos da literatura, todos carentes de informações sobre o escritor de Belém do Grão-Pará. Eu, leiga e apenas uma leitora comum, encaminhava os contatos aos professores, amigos e familiares de Dalcídio que conheci por meio do meu primeiro site.</p>
<p>Em 1999, mal se contava quem tinha acesso à internet da própria casa e, atualmente, segundo dados divulgados pelo Ibope e-rating em janeiro de 2004, o número de usuários potenciais no Brasil, isto é, pessoas que possuem pelo menos um computador com acesso à internet, é de 20,5 milhões de internautas.</p>
<p>A situação é outra. Se antes havia apenas uma citação negativa sobre o autor de Três casas e um rio, hoje existem mais de 400 (9.270) textos sobre ele em sites, blogs e portais de notícias, com informações sobre sua vida e obra. Uma rápida pesquisa de seu nome no maior site de buscas da web, o <a href="http://www.google.com" title="Google">Google</a>, confere 467 (9.270) citações em toda a rede mundial, sendo 455 (8.830) citações em páginas de Língua Portuguesa e 406 (4.020) em páginas do Brasil.</p>
<p>Dalcídio virou coqueluche entre os intelectuais de Letras de todo o País. Teses e dissertações sobre a obra dalcidiana pipocaram nas universidades. Ruy Pereira, sobrinho do escritor, fundou, em 2003, o <a href="http://www.institutodalcidiojurandir.hpg.com.br/" title="IDJ">Instituto Dalcídio Jurandir</a>, na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. Conta com um acervo de mais de 750 livros da biblioteca pessoal do autor marajoara, documentos, manuscritos, fotografias, correspondências e originais de seus romances.</p>
<p>A promessa é de que o acervo logo venha para a web e que qualquer cidadão possa consultar, conhecer mais e até incrementar um trabalho acadêmico a partir de fontes seguras e corretas – como é reconhecida a Casa de Rui Barbosa por sua competência no apoio à pesquisa e à história. Não dava para imaginar que tudo isso seria possível há cinco anos.</p>
<p><font color="#800080"><span style="font-style:italic">Escrito originalmente em 2004 para a revista paraense Asas da Palavra, publicada pela <a href="http://www.unama.br/" title="Unama">Universidade da Amazônia</a> (Unama). P</span><span style="font-style:italic">ara comparação, e</span><span style="font-style:italic">stão entre parênteses  os números atuais.  É inacreditável como Dalcídio Jurandir transborda hoje no ciberespaço </span><span style="font-style:italic"></span><span style="font-style:italic">.  </span></font></p>
<p><span style="font-style:italic"></span></p>
]]></content:encoded>
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