Pelo tipo físico, o autor da frase não parecia ser corredor. Não importa. A frase que o ex-presidente norte-americano Theodore Roosevelt disse há 100 anos vale para aqueles momentos de exaustão, como bem lembrou a série runquotes da revista Runner’s World dos Estados Unidos no Twitter.
“Quando você chegar ao fim de sua corda,
dê um nó e segure-se.”
Ele é professor de Marketing, trabalhou em banco e não pratica esportes. Num MBA da ESPM aqui, em São Paulo, disse uma frase que vale para a vida. Não sei se a frase tem autor definido; foi dita espontaneamente. Como a corrida imita a vida, a frase vale inclusive para nós, corredores.
“O sucesso gera a arrogância,
que gera a prepotência,
que gera o fracasso.”
Em recente reportagem da revista Runner’s, especialistas debateram se o alongamento antes do exercício é, de fato, necessário. Isso faz lembrar Peter Drucker, um dos mais importantes mestres da administração. Ele sugeria que conceitos sempre fossem revistos para evitar os dogmas.
“O que todo mundo sabe geralmente está errado.”
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| Kit da Nike Plus custa R$ 90 |
Os ingredientes são um par de tênis do modelo Nike Plus, um iPod Nano e um kit lançado pela parceria Nike-Apple, que custa cerca de R$ 90.
Uma vez equipado, o corredor será monitorado por GPS. Ao chegar em casa, despejará os dados na página da Nike Plus na Internet. Lá estarão registrados seus dados, como distância percorrida, velocidade desenvolvida e peso e calorias perdidos durante a prova.
O número de adeptos do serviço já chega a 1,2 milhão de atletas ao redor do planeta. Cerca de 34 mil são brasileiros. Algumas curiosidades são pitorescas. Esses milhões de amantes da corrida, juntos, já percorreram distância equivalente a 2.700 voltas na Terra, segundo cálculo feito pelo Portal Exame, da Revista Exame.
Fabricante dos tênis Reebok, a Vulcabras/Azaleia andou empolgada com o mercado de calçados esportivos. A empresa mirava, com água na boca, os tênis Olympikus renderem R$ 777 milhões anuais em vendas no Brasil, de acordo com a IstoÉ Dinheiro. Decidiu, então, apostar na produção de calçados para corredores.
O que não estava nos planos era a crise mundial, que motivou Adidas, Nike e Asics — todas com fábricas na China — a apostar no mercado brasileiro.
Resultado: com concorrência mais intensa, a receita da Vulcabras/Azaleia caiu 6% no primeiro trimestre de 2009. O lucro despencou 12% nesse período.
Não houve saída: a estratégia foi revista e a Vulcabras/Azaleia decidiu apostar em calçados femininos e infantis no País. Nada menos que 65% dos lançamentos apresentados na Feira Internacional do Calçado são focados nesses dois públicos, deixando um pouco de lado o público esportista.