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| O Swoosh representa a asa de Niké |
Nesta véspera do tão esperado Desafio dos 600K da Nike, eu lançaria a seguinte pergunta: você sabe o que é o Swoosh?
Certamente, sim, você sabe. Swoosh é o conhecido logotipo da Nike.
O que este blogueiro não sabia é que o Swoosh simboliza uma asa. Mas por que uma asa? Simples: porque Niké é a deusa grega da vitória.
Para fazer todo o sentido, basta esclarecer que Niké é uma deusa alada, que serviu de inspiração para a marca. Uma das asas de Niké virou o Swoosh.
O desenhista que criou o logotipo cobrou dos fundadores da Nike apenas US$ 35 pela arte. Isso aconteceu há 38 anos. Hoje, a marca Nike está avaliada em US$ 12,7 bilhões. E é a 29ª marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking da Interbrand (2008).
Dizem que uma boa ideia vale muito. Ah, se vale!
Tudo começou em Osaka, no Japão, em 1906, quando os irmãos Rihachi e Rizo Mizuno fundaram uma loja que levava o sobrenome da família vendia artigos para baseball. No ano seguinte, a loja começou a vender roupas esportivas. O sucesso nas vendas impulsionou o crescimento da loja em Osaka e a abertura de uma filial em Tóquio.
Ainda na década de 1910, a empresa começou a patrocinar campeonatos de baseball e a estampar sua marca em roupas esportivas. Nos anos 20, a empresa entrou em outras modalidades, como golfe e esqui na neve. A primeira fábrica foi instalada em Yoro, em 1943.
Nos anos 60, foi feito o primeiro grande investimento em mídia. Para incentivar as pessoas a esquiarem, a empresa patrocinou um programa na TV japonesa.
Em parcerias com empresas suecas, australianas e norte-americanas, começou a migrar para outras modalidades e a se tornar uma marca presente em diversos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Mizuno se instalou em 1969.
O patrocínio a programas de TV se intensificou nos anos 70, período em que começaram também os patrocínios a atletas profissionais de diversas modalidades, seleções e competições — Olimpíadas, inclusive.
Atualmente, a empresa fabrica material para golfe, baseball, esqui, ciclismo, vôlei, futebol, rúgbi, judô e atletismo.
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| Logotipo azul com detalhe vermelho foi criado em 1973 |
Preparando-se para organizar sua segunda prova de 10 km no ano, a Fila tem uma história interessante.
A empresa foi fundada em 1911 pelos irmãos cujo sobrenome era Fila.
Durante mais de 60 anos, só produziu roupas íntimas masculinas e femininas. Em 1973, decidiu entrar no mercado esportivo, primeiro com calçados rigorosamente brancos para tenistas. Aos poucos, foi passando para outras modalidade.
Em 1984, começou a produzir calçados esportivos, o que viria a ser o seu carro-chefe a partir dos anos 90.
A Câmara do Comércio Exterior (Camex) vai aplicar sobretaxa de US$ 12,47 para cada par de calçado importado da China durante seis meses. As fabricantes Nike, Adidas, Puma, Asics e Alpargatas pediram a exclusão dos tênis de corrida dessa medida, mas não foram atendidas.
A Asics, que importa da Ásia até 60% dos calçados, disse em nota oficial que a medida beneficia a Vulcabrás/Azaléia, dona das marcas Reebok e Olympikus.
A medida, segundo o governo, visa a combater o dumping — venda de produtos abaixo do preço de custo com o intuito de conquistar mercado —, prática proibida no Brasil.
O resultado do imbróglio será o aumento dos preços de parte dos calçados no País, inclusive os tênis de corrida.
A frase é de Peter Drucker, um dos mais importantes mestres de administração e marketing. É perfeitamente adaptável à corrida.
“Você não pode prever o futuro,
mas pode criá-lo.”