O Instituto Ayrton Senna lançou neste mês a seguinte campanha: cada vez que alguém postar a tag #sennavive no Twitter, a entidade receberá R$ 2,00 de seus patrocinadores.
Senna foi um atleta aplicado. Pupilo de Nuno Cobra, um dos mais respeitados preparadores físicos do País, praticava corrida de rua com afinco.
Resgato aqui uma composição de fotos que publiquei outro dia no Twitter. À esquerda, o iniciante na Fórmula 1 Bruno Senna. À direita, seu tio Ayrton. Impressionante a semelhança física (e apenas física) entre eles sob a balaclava.

Bruno e Ayrton Senna.
Você gosta de correr pela Av. Escola Politécnica, aquela ao lado da USP? Descobri que alguns corredores odeiam.
O que vou dizer não tem nenhum embasamento científico. Não importa.
Essa avenida é quente e inóspita. É um sertão em pleno asfalto. Ali faz sol até quando está chovendo.
E nos dias que amanhecem frios? Bem, nesses dias o percurso da prova não passa por ali. Lei de Murphy.
Na ida é só aclive, mas na volta não há declive.
Não tente me enteder, mas faça um favor… se você gosta de correr pela Politécnica, me ensine como aprendeu a gostar.

Não é psicografia. É desenho de tangentes.
É simples: se numa prova de 10 km o atleta conseguir fazer todas as tangentes, ele percorrerá 10 km. Caso contrário, correrá a mais. Acontece que a multidão não permite que você corra de um lado para o outro. E aí perdemos as tangentes.
Na Meia da Corpore, fiz a tangente sempre que possível. Mesmo assim, medindo com GPS, corri 170m extras. O GPS de um amigo que não se preocupou em tangenciar marcou 700m percorridos a mais sem necessidade.
Num post anterior, expliquei tangência (veja aqui).