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Arquivos: outubro/2009

Desvendando a marca Nike

Por Cassio Politi | 21/10/2009, 20h57

O Swoosh representa a asa de Niké

Nesta véspera do tão esperado Desafio dos 600K da Nike, eu lançaria a seguinte pergunta: você sabe o que é o Swoosh?

Certamente, sim, você sabe. Swoosh é o conhecido logotipo da Nike.

O que este blogueiro não sabia é que o Swoosh simboliza uma asa. Mas por que uma asa? Simples: porque Niké é a deusa grega da vitória.

Para fazer todo o sentido, basta esclarecer que Niké é uma deusa alada, que serviu de inspiração para a marca. Uma das asas de Niké virou o Swoosh.

O desenhista que criou o logotipo cobrou dos fundadores da Nike apenas US$ 35 pela arte. Isso aconteceu há 38 anos. Hoje, a marca Nike está avaliada em US$ 12,7 bilhões. E é a 29ª marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking da Interbrand (2008).

Dizem que uma boa ideia vale muito. Ah, se vale!

Um pouco da história da Mizuno

Por Cassio Politi | 20/10/2009, 05h55

Tudo começou em Osaka, no Japão, em 1906, quando os irmãos Rihachi e Rizo Mizuno fundaram uma loja que levava o sobrenome da família vendia artigos para baseball. No ano seguinte, a loja começou a vender roupas esportivas. O sucesso nas vendas impulsionou o crescimento da loja em Osaka e a abertura de uma filial em Tóquio.

Ainda na década de 1910, a empresa começou a patrocinar campeonatos de baseball e a estampar sua marca em roupas esportivas. Nos anos 20, a empresa entrou em outras modalidades, como golfe e esqui na neve. A primeira fábrica foi instalada em Yoro, em 1943.

Nos anos 60, foi feito o primeiro grande investimento em mídia. Para incentivar as pessoas a esquiarem, a empresa patrocinou um programa na TV japonesa.

Em parcerias com empresas suecas, australianas e norte-americanas, começou a migrar para outras modalidades e a se tornar uma marca presente em diversos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Mizuno se instalou em 1969.

O patrocínio a programas de TV se intensificou nos anos 70, período em que começaram também os patrocínios a atletas profissionais de diversas modalidades, seleções e competições — Olimpíadas, inclusive.

Atualmente, a empresa fabrica material para golfe, baseball, esqui, ciclismo, vôlei, futebol, rúgbi, judô e atletismo.

O dia em que o atleta foi mais veloz que o motorista

Por Cassio Politi | 12/10/2009, 20h56

Velocidade média de carro: 10,1 km/h

Almoçando uma vez com o amigo André Rosa, expliquei a ele como me distraio nas longas viagens para a casa de parentes no interior de Minas Gerais. Enquanto dirijo, fico calculando a velocidade média de meu carro de hora em hora. Faço contas também nas parciais: aos 15, 20, 30, 40 e 45 minutos. E aí comparo e até classifico os trechos conforme a velocidade.

O André ouviu pacientemente minha explicação. Matutou por um instante e, então, perguntou:

— Você contou isso para mais alguém?

Educadamente, ele me chamou de maluco. Que dirá o André se souber que meu passatempo não apenas continua, mas se desenvolveu? Agora, conto com o auxílio do GPS que uso para correr.

O campeonato
Decidi fazer uma competição na sexta-feira, véspera do fim de semana prolongado pelo feriado de Nossa Srª Aparecida. Caótico, o trânsito de São Paulo me fez criar uma prova virtual entre o atleta e o motorista.

Na Marginal Tietê, o GPS mostrou que, de carro, percorri 21,1 km em longas 2h05’10″. Numa recente meia maratona, meu tempo foi de 1h58’31″. Amador e limitado, o atleta foi mais rápido que o motorista nas ruas da cidade.

Neste momento o que intriga não é o caos do trânsito. Preocupante mesmo é dar ao André Rosa a oportunidade de ter razão.

Tênis de corrida duram de 300 a 600 km

Por Cassio Politi | 07/10/2009, 23h40

Fiz as contas e concluí que o par de tênis que estreei no início do ano está perto de completar 1.000 quilômetros. De tão amaciado, calçado e pés vivem um clímax. Mas bate a dúvida: quanto dura um tênis de corrida?

Solto a pergunta no Twitter.

Não há unanimidade. Alguns atletas usam até a sola acabar. Outros confiam no calçado enquanto sentirem bom amortecimento.

A maioria, no entanto, concorda com o seguinte dado: a vida útil é de 300 a 600 km. Literalmente, usei e abusei do McLaren, apelido que dei ao meu companheiro branco e cinza.

Vêm no Twitter opiniões de mais atletas. Um alerta para o risco de lesão. Outro explica que, após 600 km, a estrutura do calçado fica abalada.

Decido, então, ficar com a maioria. Loja de materiais esportivos, aí vou eu.

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