Os ingredientes são um par de tênis do modelo Nike Plus, um iPod Nano e um kit lançado pela parceria Nike-Apple, que custa cerca de R$ 90.
Uma vez equipado, o corredor será monitorado por GPS. Ao chegar em casa, despejará os dados na página da Nike Plus na Internet. Lá estarão registrados seus dados, como distância percorrida, velocidade desenvolvida e peso e calorias perdidos durante a prova.
O número de adeptos do serviço já chega a 1,2 milhão de atletas ao redor do planeta. Cerca de 34 mil são brasileiros. Algumas curiosidades são pitorescas. Esses milhões de amantes da corrida, juntos, já percorreram distância equivalente a 2.700 voltas na Terra, segundo cálculo feito pelo Portal Exame, da Revista Exame.
Fabricante dos tênis Reebok, a Vulcabras/Azaleia andou empolgada com o mercado de calçados esportivos. A empresa mirava, com água na boca, os tênis Olympikus renderem R$ 777 milhões anuais em vendas no Brasil, de acordo com a IstoÉ Dinheiro. Decidiu, então, apostar na produção de calçados para corredores.
O que não estava nos planos era a crise mundial, que motivou Adidas, Nike e Asics — todas com fábricas na China — a apostar no mercado brasileiro.
Resultado: com concorrência mais intensa, a receita da Vulcabras/Azaleia caiu 6% no primeiro trimestre de 2009. O lucro despencou 12% nesse período.
Não houve saída: a estratégia foi revista e a Vulcabras/Azaleia decidiu apostar em calçados femininos e infantis no País. Nada menos que 65% dos lançamentos apresentados na Feira Internacional do Calçado são focados nesses dois públicos, deixando um pouco de lado o público esportista.
Pesquisa da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, mostra que videogames em que adolescentes se movimentam fisicamente — jogando partidas de tênis virtuais ou competições de dança — são tão saudáveis quanto uma caminhada em ritmo rápido. São os casos dos consoles Nintendo Wii Sports e PlayStation 2′s Dance Dance Revolution.
Foram observados 14 garotos e 9 meninas com idades entre 10 e 13 anos. “Para crianças que passam um tempo considerável se entretendo com videogames, os jogos que estimulam atividades físicas parecem ser uma maneira segura, divertida e valiosa de se gastar energia”, opinou a líder da pesquisa, Diana Graf.
A pesquisa recomenda aos pais de crianças obesas que “pensem duas vezes” antes de restringir o tempo que as crianças destinam a essa atividade.
Bem lembrado pelo colega Pedro, que enviou comentário sobre o Post anterior: intitulada “Pausa”, a segunda fase da campanha “Inspire-se”, da Olympikus, já está no ar. O foco é o mesmo: o esportista. Em especial, o praticante de de corrida de rua.
Por um momento, parem os e-mails.
Desliguem os telefones.
Adiem as reuniões, os eventos e os encontros.
Agora, é impossível.
Suspendam as perguntas.
Retardem as notícias.
Atrasem os almoços, os cafés.
Atrasem as visitas.
Enquanto isso, recebam todos os recados, anotem os endereços.
Façam com que os relógios aguardem pacientes.
E, se não for possível, peçam desculpas.
Digam que volto logo.
(Inspire-se)
Com investimento de R$ 25 milhões em uma nova tecnologia, a Olympikus decidiu disputar para valer o mercado de corredores.
A empresa apresentou neste mês a tecnologia Tube Tech, resultado de 3 anos de pesquisa. O investimento inclui pesquisa, campanha publicitária e outras ações de marketing. O preço para o consumidor final será de R$ 249,00.
A tecnologia Tube Tech está presente no modelo Tera One, que promete amortecer o impacto no calcanhar e na planta do pé.
A empresa já vem focando no crescente segmento de praticantes de corrida. Na campanha “Inspire-se”, veiculada recentemente na TV, a Olympikus conseguiu se comunicar com corredores. Veja abaixo o vídeo que tão bem se conectou com atletas amadores.
Por quê? Se não há medalhas nem troféus?
Se não tem torcida, aplausos nem hinos de vitória? Só o silêncio.
Por quê, então, se não há dinheiro nem contratos?
Se não tem flashes, câmeras nem pódios… nem glórias?
Talvez só uma luz.
Onde estão as pistas, os campos, as quadras, os estádios?
Onde estão os adversários, os rivais? Onde está o tempo?
E o limite? Onde está o limite?
(Inspire-se)