Blog da Copa

Palpites sobre a maior festa do futebol mundial!

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Coloque um “botão vuvuzela” em seu blog!

Por Marmota | 01/07/2010, 17h17

Esses dias o Pedrox nos apresentou este site, onde qualquer URL acaba “invadida” por um sul-africano ensurdecedor. Em pouco tempo, lógico, virou sucesso: hoje o torcedor maroto aparece ao lado de um banner mais matreiro ainda. Sinal que o som da vuvuzela, por mais irritante que pareça, virou meme na rede.

Outra demonstração de “vuvuzelada globalizada” foi dada pelo YouTube. Já repararam que boa parte de seus vídeos possui uma bolinha de futebol como opção? É a “tecla vuvuzela”: experimente assistir a qualquer vídeo tendo como áudio de fundo o zumbido irritante das cornetas. Muitos perguntaram “por quê diabos o pessoal do Google fez isso”. De repente estes dias de abstinência, sem partidas na TV, pode representar saudades não apenas da Jabulani, mas também da vuvuzela.

Pensando nestes órfãos, decidi bolar um “botão vuvuzela” bem simples e adaptável a qualquer site ou blog que desejar compartilhar aos seus visitantes o mesmo efeito de um estádio da Copa. Clique uma vez no ícone e aguçe sua audição. Clique novamente para interromper o som.

Optei por usar um ícone que, mesmo escondido num post antigo do blog, fez algum barulho no Twitter, usado como bandeira para quem não aguenta mais a buzina.

Quer reproduzir o “botão vuvuzela” no seu blog? É bem fácil. Clique com o botão direito aqui e salve o arquivo .swf em seu computador. Suba-o como se fosse uma imagem e, com tudo em ordem, cole o código a seguir no lugar onde você deseja exibi-lo:

<object width="400" height="400"><param name="movie" value="http://www.seusite.com/vuvu.swf"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.seusite.com/vuvu.swf" width="400" height="400"></embed></object>

Atenção para os detalhes do código em vermelho: ajuste a largura e a altura (como o ícone é quadrado, os valores são os mesmos), além do caminho exato do arquivo. Repare que é preciso ajustar duas vezes.

Se desejar, coloque o endereço do seu site “vuvuzelado” aqui nos comentários, pra gente ver como ficou!

***

Ainda sobre o tema, temos que tirar o chapéu para os espanhóis: se na bola a Fúria costuma pipocar, em matéria de infográficos eles são campeões mundiais. Reproduzo abaixo o divertidíssimo “manual da Vuvuzela” do Marca, além do gráfico explicativo elaborado pelo La Informacion – onde também dá para “provar” a vuvuzela.

Parem as máquinas: salvem o pássaro Galvão!

Por Marmota | 19/06/2010, 23h49

A semana teve muito assunto envolvendo Copa do Mundo. Jabulani, Vuvuzela, seleção brasileira, zebras. Teve ainda os corpos encontrados na represa em Nazaré Paulista, o aumento dos aposentados, as convenções que decidiram candidaturas em todo o Brasil… Pense num assunto palpitante que mereça figurar na Capa da revista Veja.

Então, temos… CALA BOCA GALVÃO! E mais: a fúria do Twitter! FÚRIA!!! COMO ASSIM?!?!

Posso imaginar a redação da Revista Veja, final da tarde de uma quinta-feira, por exemplo. De repente, por razões enigmáticas, o editor-chefe diz:

- Nossa capa vai ser o Galvão nos trending topics. Executem.

A redação fez tudo que dá pra fazer até o fechamento. Explicar o que é Twitter, tópicos mais populares, potenciais ondas formadas na superfície da Internet, uma linha do tempo com a quantidade de menções, a repercussão na imprensa internacional, a estratégia (bem executada) da Globo em botar o Galvão Bueno pra concordar com a idéia e entrar na campanha (até porque, a maioria de seus “interlocutores” estão na frente da TV, e não no Twitter)… Na carta ao leitor, um texto inflamado e, cá pra nós, bastante discutível, inflando a proposta do adjetivo “fúria das mídias sociais”.

Diga algo, no entanto, que parece fundamental nessa pauta. E não tem na reportagem da Veja.

Sim, senhores. Uma entrevista com o próprio narrador. Certamente alguém tentou, mas desde que a revista publicou a bombástica declaração de Roberto Carlos – de que ele dificilmente jogaria na seleção só porque Galvão implicou com a meia. Para compensar, tem um box com um belo histórico, incluindo logicamente alguns momentos que ele não gosta de lembrar, como a careta escandalosa ao lado de Pelé e Arnaldo no momento “é tééétrááá”, ou um episódio no início de sua carreira, quando narrou um jogo do Mundial de 74 pensando que as duas seleções eram umas. No fim, eram outras.

Enfim, já que o assunto vai seguir por mais uma semana, convém contextualizar essa capa com algumas perguntas feitas por Carol Knoploch em 2002, na época no Estado de S. Paulo, pinçadas desta reprodução do Observatório da Imprensa. Talvez excluindo o “tem gente imbecil e idiota”, amenizado neste episódio, certamente não mudou muita coisa, não acham?

Estado – Como você se define?

Galvão – Sou um vendedor de emoções.

Estado – Você se emocionou mais no tetra do que no pentacampeonato do futebol?

Galvão – Aquela cena é ridícula porque é histérica. Foi o Pelé que me agarrou no pescoço na comemoração do tetra. Morro de vergonha cada vez que revejo. Em 1994, foram 90 minutos 0 a 0. Mais 30 minutos 0 a 0. Os pênaltis… O coração estava batendo no lugar da amígdala. Aí aquele berro: ‘acabou! É tetra!’ No Japão foi diferente. O time do Brasil era muito melhor que o da Alemanha. Foi ganhando o jogo à medida que o tempo foi passando.

Estado – O narrador tem de ser torcedor também?

Galvão – O esporte é basicamente emoção. Então, meu papel é falar sobre a técnica, a tática, o confronto de inteligência mas também vender essa emoção. É por isso que o esporte mobiliza um país, pára um país. É por isso que enlouquece as pessoas, que existe a rivalidade entre os torcedores.

Estado – Qual é o limite?

Galvão – É completamente diferente transmitir Corinthians x Palmeiras e Brasil x Alemanha. Vou torcer para quem? É evidente que torço para o Brasil. O telespectador também está angustiado, também torce para o Brasil, grita de forma tão histérica como eu, mas tem uma vantagem: pode xingar. Eu torço mesmo, e daí? Claro que tenho limites, que é o compromisso com a verdade. Existem pessoas que me dão retorno durante as transmissões. Não estou ali sozinho. Recebo alguns toques.

Estado – Sente-se amado e odiado?

Galvão – Sou polêmico. Ou gostam muito ou detestam. Mas a proporção dos que gostam é bem maior. Estou lá há 20 anos… imagina, sempre eu falando. É normal.

Estado – E as manifestações ofensivas?

Galvão – São 2% das manifestações. Nunca de crianças e de idosos. Tenho uma ótima relação com eles.

Estado – Você se acha chato?

Galvão – Muitas vezes. Sou exigente e perfeccionista. Às vezes passo do ponto. Mas a maior cobrança é comigo mesmo. Se sou chato para mim mesmo, imagina para o torcedor.

Estado – Como você lida com as críticas?

Galvão – Eu me descabelava. Hoje, não ligo. Evidente que tem gente imbecil e idiota. Escreveram recentemente, quando meu filho Cacá ganhou a corrida da Stock Car do Rio e que eu narrava, que tudo estava combinado porque era Dia dos Pais. Aí é maldade e me incomoda.

Estado – O que aprendeu com as críticas?

Galvão – Que não se deve criar desculpas para justificar erros. Sou um ser humano, tenho o direito de errar. Falo ao vivo, tô na pilha e erro. Me corrijo na maior cara-de-pau. Às vezes, dou até risada.

Pois é, meus amigos. Capa da Veja. Que coisa, hein…

Como “Cala Boca Galvão” fez barulho mundo afora

Por Marmota | 14/06/2010, 23h54

O que acontece quando o principal locutor da emissora de TV com maior audiência do Brasil alterna sua função principal – uma mescla de “intérprete” e “animador” – com algumas expressões… Mmmhhh… Desnecessárias? Bom, o resultado disso é simples: não dá pra ficar indiferente quando o assunto é Galvão Bueno.

Então você o defende, colocando-o em patamar semelhante ao de Luciano do Valle no que diz respeito a popularização de outras modalidades – o que o bom e velho “Bolacha” representa para o voleibol está para Galvão e a Fórmula 1. Luciano do Valle conduziu os jogos da seleção pelo “plim-plim” em 82; Osmar Santos, em 86. Naturalmente, a partir dos anos 90, Galvão assumiu o posto principal, onde certamente permanecerá até 2014.

Em contrapartida, você tem motivos de sobra para “meter o pau”, ainda que faça parte do ofício tropeçar nas próprias idéias enquanto conversa com milhões de pessoas, das mais variadas cores e tamanhos. Mesmo no automobilismo, onde seus conhecimentos culminaram com a geração de dois filhos pilotos, o número um do Brasil dá suas rateadas. Uma que ninguém esquece, quando Alonso conquistou um de seus dois títulos mundiais, e um mecânico da Renault exibiu uma camiseta com a provocação “Schumacher Who?”. Sem titubear, Galvão tascou: “Cadê o Schumacher?”.

Tamanha exposição, somada à nossa condição humana de cometer erros, fez com que a expressão “Cala a Boca, Galvão!” tomasse corpo, especialmente quando outros telespectadores, não acostumados à overdose de futebol proporcionada pela Copa do Mundo, convive com ele por mais tempo – ainda que Galvão possa, a essa altura do campeonato, escolher quais eventos deseja transmitir. Não é de hoje que boa parte dos telespectadores tendem a diminuir o volume da TV ao vê-lo repetir as mesmas histórias, tirar conclusões baseadas em deduções discutíveis, passar por cima das opiniões dos comentaristas… Só neste final de semana, diante de África do Sul, Argentina e Alemanha, foram incontáveis.

Nas poucas entrevistas que já concedeu, Galvão Bueno já disse que não se importa com quem manda o calar. Não deu a mínima, por exemplo, para o “Bobueno”, bonequinho distribuído num bar de São Paulo durante Brasil x Croácia, em 2006. Provavelmente compraria para um neto a camiseta (infelizmente não lançada) pelo Camiseteria. Talvez o mesmo desdém se aplique nessa Copa, diante da “força das mídias sociais”. Sem dúvidas, alguns dos especialistas irão lembrar deste final de semana como um verdadeiro “case de marketing digital”. Ou vai dizer que você não soube do “buzz” promovido pelos brasileiros no Twitter?

Durante a festa de abertura do Mundial, na última sexta-feira, os “trending topics” do Twitter – espécie de “agenda setting” que há tempos deixou de ser 100% espontânea – mostrou o “cala boca Galvão” entre as expressões mais citadas entre todos os usuários da ferramenta em todo o mundo. Isso despertou alguma curiosidade global: estrangeiros perguntavam, com razão, “who´s this cala boca galvao”.

Foi quando alguns gaiatos tiveram idéias pretensamente geniais, sob o pretexto de ampliar a duração da piada no Twitter – ainda que usando mentirinhas inocentes. A primeira, menos complexa, associou a expressão a um nome pop: “Cala Boca Galvao” seria o nome de uma nova música de Lady Gaga (talvez Justin Bieber representasse o mesmo efeito).

Outras versões bobas devem surgir por aí, mas a coisa me pareceu ir longe demais diante de uma elaborada criação de um “instituto galvão”, responsável pela preservação do pássaro que leva esse nome. Para que a lorota garantindo o significado de “cala boca” como “save” (salvem) colasse, cartazes e um vídeo explicam que a ave estaria ameaçada de extinção graças ao Carnaval, e que cada tuitada representaria R$ 0,10 ao tal instituto, presidido por… Chico Xavier. Não seria mais fácil – e autêntico – explicar o real significado?

É inegável que a Internet está descobrindo suas possibilidades, mas desconfio de qualquer manifestação, virtual ou real, baseada em argumentos fracos. Para o bem ou mal, é o tipo de brincadeira que está associada apenas ao entretenimento – a não ser que as eleições possam me desmentir em algumas semanas.

Quer saber mais? A web tem força sim, mas o que dizer da TV, que ameniza qualquer pedido de mordaça ao valorizar seu locutor – ou simplesmente o humanizando ainda mais ao colocá-lo dançando com a Shakira?

Em tempo: quer fazer com que Galvão cale mesmo a boca? Que tal concentrar toda a sua vontade neste joguinho?

Atualizado: a repercussão do episódio chegou ao The New York Times e ao El País, ambos explicando exatamente o significado da frase e desmistificando as brincadeiras. Por aqui, a Thays Prado, da Revista Super, relacionou a “piada interna” às questões ambientais: é assustador o fato dela ter dito “depois a gente ainda quer ser levado a sério quando o assunto é a preservação do meio ambiente” ativar reações desrespeitosas, todas com a perigosa premissa “não leve a sério, foi só uma piada”. Será mesmo tão ruim visualizar o lado negativo de algo aparentemente divertido?

Enfim, como era de se esperar, tudo o que encontrarmos na Globo.com sobre o tema servirá para capitalizar a favor do Galvão. Que tal clicar nos balões e ouvir praticamente todos os bordões possíveis dessa verdadeira “vuvuzela humana”?

Atualizado, de novo: Adivinhem só? Galvão entrou na campanha… Traduzindo: realmente, não está nem aí.

A evolução das mídias sociais na copa do mundo

Por Pedrox | 14/06/2010, 14h00

Kaka, um dos melhores jogadores do mundo, usa seu Twitter para se conectar aos seus fãs e compartilhar seu ponto de vista e suas opiniões. Na última copa, em 2006, Kaka e outros jogadores não podiam conectar-se aos seus fãs, afinal de contas, o Twitter ainda não existia.

Esse ano a copa do mundo apresenta um volume sem precedentes de mensagens e manifestações em mídias sociais e as interações vão desde o Twitter até páginas de fãs no Facebook, de vídeos viriais até o mobile. Abaixo segue um pequeno olhar sobre como a copa do mundo e as mídias sociais vão uma de encontro à outra.

2002 – Copa da Coréia /Japão

As mídias sociais, como conhecemos hoje, não existiam, sites como o Twitter, Facebook, Orkut Foursquare e Flickr estavam há anos de serem lançados, mas a copa do mundo ainda assim encontrava formas de chegar aos fãs.

A copa da Coréia e do Japão foi uma das primeiras a usar a internet para criar homepages para os times e múltiplos websites sobre a competição. No entanto, as mídias sociais ainda tinham um alcance muito limitado.

2006 – Copa da Alemanha

Em 2006, sites de mídia social estavam começando a emergir. O Facebook, lançado em 2004, ainda era restrito apenas aos estudantes. O Orkut, também lançado em 2004, ainda tinha como objetivo atingir o público americano, porém o número de brasileiros começava a aumentar na rede social.

Semelhantemente, o Twitter se encontrava em seu período beta e tinha pouquíssima expressão. O Myspace era a rede social mais popular dos Estados Unidos. Empresas como a Adidas, Nike e Puma foram pioneiras em campanhas que incluíam anúncios impressos, spots de televisão e sites online.

A Nike em particular, associou-se ao Google para criar “a primeira rede social para fãs de futebol,” o joga.com, que permitia os usuários criar perfis, visualizar vídeos e se conectar com outros fãs. Outras companhias também aderiram a iniciativa, a Adidas lançou uma página no Myspace com vídeos e conteúdo exclusivo, já a Coca-Cola lançou um blog que acompanhava dois mascotes da copa. Os usuários podiam enviar seus mascotes e sugerir e acompanhar suas travessuras. O blog foi um predecessor de páginas semelhantes criadas no MySpace e no YouTube.

Acrescento que Kaká atualizava um blog patrocinado pelo Guaraná Antártica.

2010 – Copa da África do Sul

2008 foi o ano em que começou o boom das mídias sociais, de lá para cá o crescimento do número de blogs e usuários de sites como Youtube, Facebook, Twitter e Orkut tem sido exponencial. Novas iniciativas são lançadas todos os dias, como a parceria do Foursquare com a CNN na qual quem fizer um check-in em qualquer estádio da Copa na África do Sul, ganha a badge “South Africa Exloper”, mas para quem não puder ir para a copa, é possível conseguir a badge “Super Fan” com check-in em pubs e festas para assistir os jogos, locais esses definidos pela CNN.

O Twitter lançou um site especial para o copa do mundo, o Twitter World cup, lá você fica sabendo de tudo o que os twitteiros falam sobre o mundial, é possível acompanhar em tempo real os “top tweets” e conferir os próximos jogos da competição. Para cada jogo, uma página específica permitirá acompanhar os tweets sobre os países que estiverem em campo. O twitter definiu uma hashtag para cada país, por exemplo #chi para o Chile #bra para o Brasil #arg para os argentinos e #fra para a França.

Já a Nike fez uma das maiores campanhas publicitárias da historia do  Facebook em sua página dedicada ao futebol, a “Nike Football”. Seu vídeo ”Write the future” alcançou em poucos dias 15 milhões de exibições no Youtube.

Twitter dos jogadores da Copa de África:

África do Sul
Katlego Mphela (atacante) – @killermphela
Lance Davids (volante) – @ldavidsofficial
Steven Pienaar (meia) – @therealstevenpi

Alemanha
Philipp Lahm (lateral) – @philipp_lahm
Lukas Podolski (meia) – @Podolski10

Argentina
Javier Mascherano (volante) – @javimascherano
Sergio Agüero (atacante) – @aguerosergiokun
Diego Milito (atacante) – @signoremilito

Brasil
Julio Cesar (goleiro) @juliocesargol
Felipe Melo (volante) – @felipemelo
Gilberto Silva (volante) – @gilbertosilva15
Kaká (meia) – @realkaka
Grafite (atacante) – @graffa23
Luís Fabiano (atacante) – @luis_fabuloso

Chile
Humberto Suazo (atacante) – @chupetesuazo

Espanha
Iker Casillas (goleiro) – @icasillasf
Sergio Ramos (zagueiro) – @Camas1986
Puyol (zagueiro) – @Carles5puyol
Arbeloa (zagueiro) – @aarbeloa
Andres Iniesta (meia) – @andresiniesta8

Estados Unidos
Brad Guzan (goleiro) – @/bguzan
Jonathan Rey Bornstein (lateral) – @jonnyb_13
Donovan (meia) – @landondonovan
Jozy Altidore (atacante) – @jozyaltidore17
Maurice Edu (meio-campista) – @mauriceedu
Stuart Holden (meio-campista) – @stuholden22
DaMarcus Beasley (meia) – @damarcusbeasley
Edson Buddle (atacante) – @edsonbuddle

França
Gael Clichy (lateral) – @gaelclichy22
Evra (lateral) – @pat_evra
Florent Philippe Malouda (volante) – @fmalouda15
Nicolas Anelka (atacante) – @anelkaofficiel

Gana
Kevin-Prince Boateng (meia) – @princeboateng

Holanda
Gregory van der Wiel (lateral) – @gvanderwiel
Sneijder (meia) – @sneijder_wesley
Klaas-Jan Huntelaar (atacante) – @klaashuntelaar
Ryan Babel (atacante) – @ryanbabel

Inglaterra
Steven Gerrard (meia) – @stevie_gerrard
Frank Lampard (meia) – @franklampard8
Jermain Defoe (atacante) – @jermaineDefoe
Peter Crouch (atacante) – @OfficialCrouch

Itália
Giorgio Chiellini (zagueiro) – @chiellini
Canavarro (zagueiro) – @fabiocannavaro

México
Guilhermo Ochoa (goleiro) – @yosoy8a
Efrain Juárez (zagueiro) – @efrajuarez
Cuauhtémoc Blanco Bravo (meia) – @cuauhtemocb10
Gerardo Torrado (meia) – @gerardotorrado6
Pablo Barrera (atacante) – @pablitobarrera
Andrés Guardado (atacante) – @andresgua18

Uruguai
Diego Forlan (atacante) – @diegoforlan7

Arbitragem
Carlos Eugênio Simon – @simonapito

Fonte: Texto de Ricardo de Paula no blog Escave as Mídias Sociais, com informações da Folha.com e  ABC News.

Confira as reações do twitter a cada partida da Copa do Mundo

Por Pedrox | 12/06/2010, 12h55

O site do jornal inglês The Guardian lançou um baita infográfico para demonstrar como o twitter reage a cada minuto de um jogo da Copa do Mundo. Funciona assim, você escolhe uma partida já encerrada do mundial da Africa do Sul e assiste uma espécie de replay da partida sob o ponto de vista dos termos (relacionados ao futebol) mais usados naquele momento.

A quantidade de repetição de um termo é representada pelo tamanho da circunferência. O gráfico é dinâmico e muda a cada instante da partida. As reações a cada início ou final dos confrontos, os lances de cartão, as substituições e os gols dão um preciso raio-x instantâneo da audiência mundial.

É uma belíssima sacada que vale a pena conferir. Espia:

World Cup 2010 Twitter replay

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