Blog da Copa

Palpites sobre a maior festa do futebol mundial!

Arquivos: junho/2010

Painel da Coca Cola forma grande “Ola” em metrô de São Paulo

Por Pedrox | 28/06/2010, 10h00

Se você mora em São Paulo, recomendo que dê uma voltinha na estação de metrô Vila Mariana nem que seja só para olhar o painel publicitário de 16 metros da Coca-Cola.

O painel lenticular, que muda a imagem de acordo com o ângulo que você vê, mostra uma grande “OLA” de torcedores.

O vídeo abaixo mostra desde a montagem da estrutura até a reação das pessoas. Espia:

Fonte: Blog Comunicadores

Ojos Rojos

Por Marmota | 28/06/2010, 07h44

Ao que tudo indica, o Brasil deverá se classificar para as quartas-de-final nesta segunda-feira, apesar de todas as suas dificuldades, diante da simpática e esforçada seleção chilena. Apesar do retrospecto negativo dos comandados de Marcelo Bielsa diante dos brasileiros, somando ainda os desfalques no meio-campo e o desgaste físico, é lógico que nossos eternos fregueses podem ganhar. Atitude, como vimos na primeira fase, eles já mostraram. Num lampejo de raça e vibração, repetir os primeiros minutos de jogo contra a Espanha, acertar um gol e obrigar o Brasil a buscar um placar reverso – algo que ainda não aconteceu nesta Copa.

Independente do resultado, a forte identidade desta seleção do Chile já está devidamente registrada.

Juan Ignacio Sabatini, Juan Pablo Sallato e Ismael Larraín começaram a acompanhar a seleção durante as eliminatórias da Copa da Alemanha. Em dezoito jogos disputados entre 2003 e 2005, foram cinco vitórias, seis empates e sete derrotas, terminando em sétimo entre os dez países. É com mais esta frustração que começa o “Ojos Rojos”, documentário elaborado pelo trio.

Da tristeza por mais uma ausência num Mundial, veio o clamor por uma virada. E a partir da contratação de Marcelo Bielsa e a mudança de postura, os chilenos experimentaram outra vez o prazer de celebrar sua equipe durante as eliminatórias para a África do Sul. Acabaram classificados em segundo lugar, apenas um ponto atrás do Brasil. Os momentos épicos desta caminhada, permeados por muitos treinos, vestiários, gritos de incentivo e suor, recebem uma carga puramente emocional diante de torcedores e narradores emocionados, reforçando a paixão dos sul-americanos pelo esporte. Sem falar na esperada visão nacionalista, caracterizada pelo orgulho de usar vermelho, branco e azul.

Isso é tudo que posso identificar pelos trailers oficiais oferecidos pela produtora. O filme, que estreou no Chile em maio, foi um tremendo sucesso: em 20 dias, superou a marca de 100 mil espectadores. Isso sem contar os torcedores que encontraram cópias para download por aí, graças a distribuição pirata iniciada por algum cururu que furtou o material em alguma etapa da produção do DVD. Dos males, o menor: enquanto não é possível encomendar uma edição especial, com extras, gols, entrevistas e afins, as cópias proibidas representam a única solução para aficcionados distantes do Chile assistirem ao documentário.

Enfim, vejam que todo envolvimento de um país, pelo simples fato de sua seleção ter mostrado empenho para chegar à Copa do Mundo, virou filme. Mas já está bom, né? Ao menos desta vez, Dunga e seus comandados certamente não vão dar nenhuma brecha para uma continuação.

O túmulo dos critérios.

Por MarcosVP | 27/06/2010, 23h06

Dois dias já se foram nestas empolgantes oitavas-de-final, depois de uma modorrenta fase de grupos. Os quatro jogos foram excelentes. A celeste olímpica mostrou raça para vencer os lépidos coreanos, comovendo toda a melancólica República Oriental do Uruguai que não via nada semelhante desde 1970. Os determinados ganenses destruíram, pela segunda copa seguida, a esperança dos americanos de avançarem como em 2002. Os rápidos alemães envolveram e esfolaram os indolentes britânicos, que fizeram uma péssima copa mas, pelo menos, pagaram uma dívida histórica com o futebol – sim, aquele não-gol de Hurst em 1966 foi descontado hoje da conta de Lampard. E por fim, os hermanos mostraram que vinho é mais forte que tequila e mandaram o bom time mexicano de volta para casa.

Sendo assim, dois jogos das quartas-de-final estão definidos, nesta copa que tem sido o túmulo dos critérios e das cores nacionais. A FIFA tem definido combinações de uniforme absurdas nesta copa, como por exemplo, a obrigação do Chile jogar todo de branco – como NUNCA antes – contra o Brasil. E se havia uma suspeita de que as seleções traziam peças com mais de duas cores nos uniformes, este jogo entre Argentina e México, em que o tradicionalíssimo uniforme albicerúleo argentino foi absurdamente vilipendiado, mostrou que a Argentina simplesmente não tinha opção. Foi imposta aos argentinos a obrigação de um uniforme – reserva que fosse – que tivesse uma única cor, no caso, azul. Olhando ao redor, na verdade, somente a França usou efetivamente peças de três cores, no caso, as meias. O Brasil, em sua configuração de uniformes, pode jogar sem problemas todo de azul. A Sérvia não usou calções brancos, mas é possível que os tivesse, além dos azuis e vermelhos que utilizou. E a princípio, de todos os times, somente Camarões, Holanda e Espanha não tinham pelo menos um uniforme de uma única cor. O resto foi obrigado a ter, por mais estranhos que fossem, como a Alemanha, por exemplo, em que os calções foram claramente feitos para serem usados com as camisas e meias de cores alternadas.

Isto posto, vão aqui meus dois palpites para os primeiros dois jogos das quartas.

Bom, o único critério que até o presente momento não falhou nessa copa foi: seleção mandante joga com a camisa titular. Isto posto, Uruguai e Argentina jogarão com as celestes tradicionais. Contra o Uruguai, Gana poderia vir sem problemas tanto de branco quanto de vermelho. Vou apostar no mais simples, com os africanos vindo com seu uniforme titular. Já em Argentina x Alemanha, a coisa é bem mais complicada. Vejamos… a Argentina podia perfeitamente vir com seu uniforme titular completo, com calções pretos e meias brancas. A Alemanha poderia vir tranquilamente com seu uniforme reserva em preto/branco/preto. Inclusive, foi assim que estas duas seleções se enfrentaram em um amistoso pouco antes da copa. Mas, levando em conta que o simples aqui nem sempre tem sido a tônica, eu creio que os comissários vão determinar que a argentina não use calções pretos, já que a Alemanha já tem preto no uniforme. E que, já que a Argentina não tem calções brancos, pelo visto, que combine os calções azuis com as meias azuis, como fez hoje contra o México. Nesse caso, a Alemanha vai ter que vir de calções e meias brancas. E poderia vir então, só com a camisa preta. Mas os árbitros possivelmente vão achar melhor que a Alemanha jogue toda de branco, em uma combinação que já fizeram contra a Argentina em 1966 e no Mundialito do Uruguai, em 1981. É minha aposta. E confesso que eu preferia estar redondamente enganado neste jogo, pois vai ser um dos momentos mais bizarros da história dos uniformes em copas.

Escalações não-oficiais das seleções do Mundial

Por Marmota | 27/06/2010, 10h38

Você já deve ter recebido por e-mail a mensagem abaixo. São escalações criativas dos 32 países que começaram a Copa do Mundo. A graça do texto é tão grande quanto a impressionante percepção de que a mesma mensagem é espalhada por aí (inclusive em blogs de redações que cobrem o Mundial) sem o nome do autor! Em alguns casos realmente a piada passa por tantas reciclagens que ela torna-se “do mundo”; esta, no entanto, foi publicada originalmente no blog do carioca Leonardo Lanna, que ainda mantém o @microcontoscos.

A César o que é de César. E respire fundo: certamente é uma das coisas mais engraçadas já produzidas nesse fértil período futebolístico.

GRUPO A

ÁFRICA DO SUL – Hakuna, Matata, Zuma, Pumba e Simba. Tshabalala, Lalalala e Trololo. Zulu, Zilu e Vuvuzela. Técnico: Zamunda

MÉXICO – Zapata, Godines, Cirilo e Racha-cuca. Jose Cuervo, Xapatin, Girafales e Hector Bonilla. Taco, Roberto Bolaños e Speed Gonzáles. Técnico: Don Ramón

URUGUAI – Mujica, Bujica, Canjica e Cojones. Mate, Artigas, Ortega e Urtiga. Loco Abreu, Loco Mia e Olocomeu. Técnico: Eduardo Galeano

FRANÇA - Mondieu, Sacrebleu, Blasé e Sauté. Abatjour, Monamour, LeParkour e Monbijou. Ribéry, Tresjolie e Lingerie. Técnico: Sauvignon

GRUPO B

ARGENTINA – Maricones, Boludo, Quilmes e Chorizo. Alfajor, Tango, Perón e Verón. Palermo, Panaco e Babaco. Técnico: Mano de Dios

NIGÉRIA - Motumbo, Djeba, J’romba e Bengala. Kanu, Kani, Goku e Paunoku. Obinna, Ilê e Ayê. Técnico: Obaluayê

COREIA DO SUL – Kim Sam-Sung, Kia, Hy Un-Dai e Kun Gui-Fu. Park Ji-Sung, Park Damo-Nika, Park Guin-Le e Jurassic Park. Dae-Woo, Wong-Fu e Sal Sifu-Fu. Técnico: C.G. Jung

GRÉCIA – Onassis, Sócrates, Hermócrates e Hipócrates. Katapoulos, Kataploft, Katapimba e Christos. Churrasco grego, Beijo grego e Arroz a grega. Técnico: Homero

GRUPO C

INGLATERRA – Lancaster, Worcester, Montgomery e Wiltshire. James, John, Paul e George. Cleese, Big e Ben. Técnico: George Martin

ESTADOS UNIDOS – Bacon, McMuffin, Yogoberry e Cheddar. Yummy, Dummy, Brandon e Brian. Gonzales, Hernandez e Lewinsky. Técnico: Kissinger

ARGÉLIA – Sahid Zidane, Ahmed Zidane, Nadir Zidane e Zinedine Zifoda. Kareem, Khaled, Kebab e Kabid. مدينة الجزائر, أحمد e ويحي. Técnico: Habib’s

ESLOVÊNIA – Bronquič, Rinič, Bursič e Sinusič. Šeliga, Šetoca e Šemanca. Popovic, Twitpic, Prezunic, Ljubeyjafjalajokuljanic e Tededic. Técnico: Mobdic

GRUPO D

ALEMANHA – Sauerkraut, Strudel, Heinzbein e Kasseler. Adolph, Lager, Aftazarden e Weissfüder. Ingo Hoffman, Diego Alemão e Schumacher. Técnico: Heinz

AUSTRÁLIA – Dundee, Kookaburra, Koala e Kangaroo. Hugh, Jackman, Heath e Ledger. Sidney, Taz, Priscilla e Bloomin’ Onion. Técnico: Hugo Weaving

SÉRVIA – É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet, É o Pet e Stanković. Técnico: Dejan

GANA – Mandingo, Sahafo, Trihpé e J’boiah. Abedi Pelé, Abedi Garrincha, Abedi Tostão e Asamoah. Eric Addo, Atordo Addo e Vi Addo. Técnico: Milton Nascimento

GRUPO E

HOLANDA – Van Halen, Van der Wildner, Van pirata e Van Do. Van Geleonel, Van der Lee, Van der Cleidson e Marcelo D2. Heineken, Phillips e Tiësto. Técnico: Maurício de Nassau

DINAMARCA – Andersen, Kierkegaard, Viggo Mortensen e Bohr. Fodamsen, Danensen, Ferrensen e Sevirensen. Nhá Benta, Língua de Gato e Scooby Doo. Técnico: Danish Cook

JAPÃO – Jaspion, Jiraya, Change Dragon e Hello Kitty. Haikai, Tamagochi, Sudoku e Wasabi. Keropi, Kotoko e Misha Ria. Técnico: Içami Tiba

CAMARÕES – Pitu, Krill, VG e Cinza. Sete Barbas, Rosa, Da Malásia e Lagostin. Risole, Empadinha e Bobó. Técnico: Sr. Sirigueijo

GRUPO F

ITÁLIA - Polpettone, Pomodoro, Tagliatelli e Frescarini. Bocchetti, Bolagatto, Pugnetta e Brogna. Donatello, Mario e Luigi. Técnico: Tony Ramos

PARAGUAI – José Lugo, Carlos Lugo, César Lugo, Ramón Lugo e Roque Lugo. Sorny, Mike, BleckBarry e Hi-Phone. Perla e Adelaide. Técnico: PolyStation

NOVA ZELÂNDIA – Peter, Jackson, Russel e Crowe. Froddo, Legolas, Aragorn e Smigol. Wellington, Kiwi e Jaca Paladium.

ESLOVÁQUIA – Swarowský, Deuokusemký, Hondačívik e Robotnik. Bratislavský, Holosko, Homalusko e Hamuleske. Extcheco, Ralatchan e Ralatcheca.

GRUPO G

BRASIL – Zé Carioca, Carmem Miranda, Blanka e Buenos Aires. Samba, Bunda, Caipirinha e Capoeira. Allejo, Pelé e Bündchen. Técnico: Lula da Silva

COREIA DO NORTE – Ping, Pong, King e Kong. Long, Dong, Yin e Yang. Tang, Pak Man e Don-Keey Kong. Técnico: Kim Jong-il

COSTA DO MARFIM – Jotalhão, Dumbo, André Marques e Ronaldo. Romaric, Bebetic, Ebony e Ivory. Drogba, Merdba e Porrba. Técnico: Djosso Ares

PORTUGAL – Manoel, Joaquim, Manoel Joaquim e Joaquim Manoel. José Maria, Vasco, Roberto Leal e Ovos Moles. Baiano, Ceará e Paulista. Técnico: Saramago

GRUPO H

ESPANHA: Almodóvar, Franco, Hernán Cortés e Paella. Iniesta, Iniaquela, Fábregas e Nádegas. Banderas, Bardem e Julio Iglesias. Técnico: Pablo Picasso

SUÍÇA – Patek Philippe, Tissot, Nestlé e Lindt. Toblerone, Emmental, Rousseau e Federer. Fondue, Canivete e Limonada. No banco: Paulo Maluf

HONDURAS – Canales, Rios, Riachos e Valones. Palacios, Castelos, Casas e Barracos. Zelaya, Zemayer e Porfírio Lobo. Técnico: Celso Amorim

CHILE – Rojas, Moai, Marcelo Ríos e Casillero del Diablo. Merlot, Malbec, Cabernet e Pinot Noir. Santa Helena, Concha e Toro. Técnico: Pablo Neruda

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