Café Mineiro

Marília e Rodrigo no Dialética

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Cofre

Por Ma | 06/05/2011, 10h33

Estávamos desarrumando as malas em nossa cabine: pendurando o terno e os vestidos pra não amassarem demais até serem usados; colocando xampu na banheiro… essas coisas. E queríamos guardar nossa carteira e celulares no cofre da cabine, pra podermos circular pelo navio sem ficar carregando tudo.

Mas o diacho do cofre não queria colaborar! Não fechava, ficava apitando, um horror! Então o Rô pediu pra eu procurar algum funcionário no corredor e pedir ajuda, enquano ele terminva de arrumar as malas e depois ia me encontrar.

Pois bem, andei um pouco no corredor e fiquei contente de avistar um funcionário. Então disse a ele que estava com problemas com o cofre. “What?”, disse o funcionário de olhos puxados. Então falei novamente a frase, em português “o cofre não fecha! preciso de ajuda!” E ele “Oh! Coffe? It’s on deck 9!” E eu respondi, já desesperada, fazendo mímicas com as mãos: “No, no coffe! Cofre!”. Tentando desenhar um quadrado no ar.

Graças a Deus o Rô chegou nessa hora e me salvou: “No coffe… the safe! We need help!” Ao mesmo tempo em que chegou um funcionário que falava português e entendeu o que eu queria dizer!

Afinal, o moço foi lá arrumar o cofre pra nós. E nós morremos de rir da situação!

No balanço do mar

Por Ma | 25/04/2011, 15h12

O tempo todo em que ficamos no navio, sentíamos ele balançar. Isso porque era um navio enorme!! A gente sentia ele balançar o tempo todo! No primeiro dia estranhamos mais (eu até tomei remédio pra prevenir enjôos). Depois acostumamos!

Era hilário andar pelos corredores: ziguezagueando! E quando sentávamos pra comer? Ficávamos oscilando para os lados. Quando deitávamos? Também sentíamos o balanço do mar!

O vídeo abaixo mostra o balançar do navio!

Piscina do navio

Cruzeiro

Por Ma | 22/03/2011, 20h56

Nós fizemos um mini-cruzeiro… Tínhamos a curiosidade de fazer um e a oportunidade surgiu com um preço bacana nestes sites de promoção e não deixamos escapar!

O itinerário do cruzeiro foi: saiu de Santos na segunda-feira, passou um dia em Ilha Bela, um dia em Búzios, outro dia em alto-mar, e retornou a Santos na sexta.

Na semana antes da viagem reservamos estacionamento, com vans que levavam os passageiros até o porto e buscavam… Uma diferença de preço gigantesca neste quesito: enquanto pra estacionar no porto sairia R$ 600,00, no estacionamento que fechamos saiu R$120,00.

Também combinamos com duas pessoas queridas e muito especias, nossas amigas Fefa e Seiko, para cuidarem de nossa filhota canina. Nosso muito obrigado, sempre, a vocês duas!

A coisa da novidade e a ansiedade pra embarcar estava grande, mas foi tudo muito tranquilo! O Check-in fizemos online e foi rápido na bancada de entrega de documentos, sem surpresas.

O navio era imenso! Onze andares acima do nivel mar e mais 5 abaixo do nivel do mar, conhecemos só os superiores, e são um luxo, coisa de hotel 5 estrelas mesmo! Ficamos em uma cabine interna (sem janelinha) no sétimo andar.

Foi legal ver o navio zarpar: parecia que os prédios, e não o navio, estavam se movendo. Chovia muito em Santos mas mesmo assim eu e o Rô fomos para a proa do navio, de onde já dava pra ver  o mar aberto. Ficamos só nós dois, debaixo da chuva… ganhei uma declaração de amor, um abraço bem apertado e um monte de beijos!! Essa foi a melhor parte da viagem! :) Estavamos bem debaixo da buzina nesse momento, e foi quando ela soou: forte e poderosa, ensurdecedora!

Passeamos pelo navio, conhecendo os andares. Era engraçado ficar balançando o tempo todo: não dava pra andar em linha reta, só em zigue-zague_ detalhe importante: sóbrios! E quando sentavamos um de frente pra o outro? Era divertido ver o outro balançando pra lá e pra cá. No primeiro dia estranhamos mais, ficamos um pouco enjoados. Depois acostumamos.

E a comida? A comida do restaurante self-service era boa, mas tipicamente americana: hamburguer, bacon, ovos, salsicha, pizza… Ganhei 500 espinhas por lá e um quilo extra! O jantar era servido em outro restaurante, mais chique, com cardápio a la carte e tudo o mais.

Parte da tripulação falava só inglês, parte espanhol, parte português, parte falava um pouco de cada. O Rô se virava bem, porque é ótimo em inglês: entende e fala bem! Já eu, pobre de mim, me sentia frustrada e percebi o quanto preciso fazer aulas! Meu parco inglês me ajuda a ler textos técnicos. E só.

A conclusão que chegamos é que vale a pena sim, até pensamos em ir outra vez, mas só se formos em grupo, com amigos. Achamos que assim vai ser bem mais divertido e iremos aproveitar mais.

Seguindo…

Por Rodrigo | 18/02/2011, 14h51

Segue a vida, segue o trem
passa a hora
namora na janela da esperança
que a vida urge no alpendre d’alma

Segue a vida, segue o trem
dobra a montanha
passagem e viagem numa só estação

Segue a vida…
Segue o trem…

Nossa vida está seguindo realmente, passando por montanhas, atravessando desfiladeiros e ainda está passando por provações…

O manual de instruções se perdeu em algum lugar, nada é fácil e muito menos grátis. Deve estar em algum lugar no espaço… Perdido ou mesmo gravado em uma parede em letras de fogo como a mensagem final de Deus para nós… (Desculpe por todo o incomodo!)

A única coisa que temos certeza é que “ESTAMOS JUNTOS (E NOS AMAMOS)*”. Somos o hashi. Os dois, unidos.

*colaboração da Má  ;)

Dirty Dancing

Por Ma | 08/12/2010, 20h48

Baby, oh Baby, my sweet baby, you’re the one…

Love is Strange

Marido viajando novamente a trabalho, dessa vez foi tomar um chopp e comer camarão em Copacab…, quer dizer, trabalhar no Rio de Janeiro. Ainda bem que por três dias apenas! Mas eu e canina estamos na maior saudade…

Pra alimentar minha saudade resolvi alugar Dirty Dancing, um filminho gostoso com o charmoso Patrick Swayze e a irmã do Ferris Bueller. Só tinha visto o filme na minha adolescência e ele me marcou desde então; não tanto pela história, que não tem nada de mais, mas pela música, pela dança, pela sensualidade.

E, embora seja quase uma balzaca, não tenho vergonha alguma de dizer que seria um sonho dançar a música final com o amore de minha vida! Animou aí, Rô? ;)

The time of my life

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