Bigode do Dragão Gordo

Porque nerd adora tranqueira

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Do pó ao pó….e vamos de novo

Por Dragão Gordo | 13/10/2011, 14h37

Quase um ano sem postar.
Uma vergonha…
Coisas de Facebook da vida.
Lá é mais fácil.
Mas eu não podia deixar esse canto ao pó.
Após experimentar as desventuras das redes sociais, enjoar-me E enojar-me, é bom estar de volta.
Pouco mudou em minha vida.
Eu continuo sendo uma anta. Incapaz de esquecer uma certa coisa Física, por assim dizer.
Hoje, por exemplo, estou com um profundo ódio de mim mesmo.
Simplesmente porque não tive coragem de pedir o telefone daquela moçoila, duas noites atrás.
É…”e eu, uma pedra”, como diria André nas “boas” épocas.
Mas, estamos aí, navegando, ainda que quase náufrago.

Feira do Livro da USP

Por Dragão Gordo | 01/12/2010, 17h13

gente e mais gente!

Todos os anos, ocorre a Feira do Livro da USP.
Além de servir de desencalhe pra teses com os mais vaiados temas, o evento é uma oportunidade pra adquirir aquele livrinho que você procurava há tempos. E o melhor, com 50% de desconto.
O saguão da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas -FFLCH fica apinhado de gente. E as ruas em torno, nada ficam devendo a um dia de clássico no Morumbi. Afinal, são apenas três dias de evento.
Originalmente, a Feira era constituida pelas editoras universitárias e algumas editoras pequenas.
Com o tempo, coisa foi crescendo e nesta última edição, a Feira contou com mais de 100 expositores, vendendo tudo o que se podia imaginar em termos de livros. Sim, porque o crescimento em números também trouxe variedade de oferta e público.
Desde clássicos infantis, passando por pérolas da ficção científica, até teses de doutorado; cuja simples leitura do título, exige um dicionário.
Este ano, a coqueluche era a presença da Companhia das Letras, dita editora “grande”. Mas eu, particularmente, não perdi meu tempo. Primeiro, porque a fila era pouco convidativa. Segundo, porque era o único stand com seguranças particulares, o que, honestamente, não bate com o espírito do evento.
E claro, num paraíso pros leitores compulsivos, não poderia deixar de encontrar um certo roedor e uma certa menina das letras. ^_^

Marmota e Lu

Lá da venda…Ê lasquêra!

Por Dragão Gordo | 07/10/2010, 14h50


O pão de queijo ocupa o singelo posto de uma das guloseimas tipicamente brasileiras mais queridas. Um tesouro nacional, convenhamos.
Com o passar dos anos, ele ganhou variações de receita das mais variadas, cultivando aquele lado “mineirim” em cada um de nós.
É possível encontrar o bichinho em todo canto…seja em tamanho coktail, seja em tamanho “ingnorante”. Recheado ou não.
Bom, uma dessas receitas terrivelmente tentadoras estava martelando no meu estom…na minha cabeça há algum tempo.
E eu, como bom dependente químico de gostosuras (sim gente, a Monica Bellucci está inclusa, mas essa não dá pra achar ali na padaria, infelizmente. ^_^) fui conhecer o Lá da Venda.
Misto de empório-café-restaurante-lanchonete, o Lá da Venda aposta em receitas suculentas com aquele arzinho nostálgico.
E olha, só o tal pão de queijo, feito com queijo curado trazido da Serra da Canastra, já vale a visita.
Mas não é só isso, os salgados e lanches tambem são feitos com o maior capricho.
E que tal lembrar daquele bolo que a vovó servia no café? Fofo e saboroso? O sabor varia dia-a-dia.
De onde vem tanta maravilha? Da chef/proprietária Heloisa Bacellar, formada na Le Cordon Bleu de Paris! Boa demais da conta, sô!

Lá da venda
Rua Harmonia, 161 São Paulo -SP
F – 30377702
www.ladavenda.com.br

Maria Brigadeiro! Ai, ai…

Por Dragão Gordo | 05/10/2010, 16h35

Nham! Nham!


Não bastasse o fato de “alguém” estar me devendo uns 300 brigadeiros (Juros, viu Lu!^_^), dia desses me falam de um tal Maria Brigadeiro.
Ok, fui lá né…
A lojinha é pequena mas muuuuuito bacana. Voce entra e já dá de cara com um mundaréu de moças enrolando aquelas bolinhas do demo.
Claro, ficamos separados delas por uma providencial parede de vidro. Se bem que eu conheço umas pessoas que simplesmente atravessariam aquele vidro, sem mais nem menos…^_^
Sabores e sabores. Sim, pelo menos uma dezena de sabores terrivelmente atraentes me olhavam.
Pistache, chocolate branco, cachaça, saquê, noir…o paraíso dos gordinhos! Sério.
Brigadeiro de colher? Tem, em potinho e em panelinha!
Além disso, as embalagens pra presente são um show à parte. Destaque para a recém lançada embalagem de “remédio”.
Pra acabar de transformar aquele local em minha meca pessoal, a Juliana, gentil proprietária, me perguntou se queria degustar algum.
“Macaco quer banana?”
Maria Brigadeiro – pedacinhos de felicidade.

Serviço
Maria Brigadeiro
Rua Capote valente, 68
F(11) 30853687
www.mariabrigadeiro.com.br

Oscar…alho

Por Dragão Gordo | 08/03/2010, 17h31

O trocadilho acima, já faz parte dos papos que tenho com o André.
Foi inventado alguns anos atrás, quando discorríamos sobre coisas engraçadas na festa da Academia.
De tudo, o que acompanhei com mais carinho, foram as animações. E UP! era quase uma barbada, na categoria de melhor animação. Assim como Christopher Waltz, para ator codjuvante.
Não posso negar que fiquei muito feliz de ver Sandra Bullock ganhar o prêmio de melhor atriz, embora tivesse um carinho especial por Helen Mirren.
Sean Penn teve seu momento Kanye West, quando balbuciou alguma imbecilidade sobre a ausência de alguma amiga, entre as indicadas para melhor atriz.
Os prêmios ditos principais suscitavam uma boa discussão sobre “produção e competência”. Visto que Avatar(A superprodução) poderia arrematar até 9 estatuetas, assim como seu concorrente, Guerra ao Terror.(O “autoral”, “independente”)
O filme menor ganhou.(6 contra 3)
Há aqueles que celebram isso, como um “despertar da indústria cinematográfica para a necessidade de incentivar o cinema autoral e independente”, a fim de não se entregar às grandes superproduções. Uma justificativa necessária? O que ganhou então, não seria o melhor?
Mérito? Pra quê, não é mesmo? ^_^
Antes de partir para o maniqueismo grotesco ( que, aliás está bem presente nos órfãos da nossa idiotia esquerdista, em ano de eleição. Assunto para outro tópico. ^_^), é preciso contextualizar como é fácil pra nós, praticantes de um cinema emergente limitado(tetraplégico, na verdade), ficar pagando pau para os filmes ditos menores(menores lá, né…porque aqui…) Já que, difcilmente teríamos estrutura(e competência) pra fazer algo diferente do “autoral”. Aliás…nem isso.
Nuestros hermanos, por exemplo, já têm duas estatuetas. E eles não costumam ter um décimo do orçamento das nossas produções.
Há quem possa dizer que o Oscar não vale nada…Ok, ok o que vale mesmo são coisas como Gramado. ^_^
Enfim, que venha o próximo.

PS.: Triste é ter que ficar zapeando a TV até acabar uns Big Blearghs da vida, pra finalmente ver a transmissão do Oscar.

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