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	<title>Agridoce &#187; Música</title>
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	<description>porque eu sou um agridoce de menina...</description>
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		<title>Tim Mais Erasmo Mais&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 01:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultivo uma lista de temas sobre os quais quero-tenho-preciso-gostaria de escrever nos meus blogs: agridoce, blog da copa, próximos capítulos. Há dois anos o nome do Tim Maia não sai dessa lista. O título do texto sobre ele seria &#8220;Tim Mais&#8221;, porque numa conversa com a Patrícia digitei errado e ela adorou por achar bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cultivo uma lista de temas sobre os quais quero-tenho-preciso-gostaria de escrever nos meus blogs: agridoce, blog da copa, próximos capítulos.</p>
<p>Há dois anos o nome do Tim Maia não sai dessa lista.</p>
<p>O título do texto sobre ele seria &#8220;Tim Mais&#8221;, porque numa conversa com a Patrícia digitei errado e ela adorou por achar bem apropriado a ele.</p>
<p>Fiquei com uma vontade danada de escrever sobre o Tim depois de ter lido a biografia dele, escrita pelo Nelson Motta, e ter ficado dias escutando suas canções.</p>
<p>O fato é que adoro biografias.</p>
<p>Do pessoal da música já li a do Cazuza, a do Rei, a do Tim. Já li o &#8220;Verdade Tropical&#8221;, do Caetano, que não deixa de ser autobiográfico.</p>
<p>E dia desses li a do Erasmo, &#8220;Minha fama de mau&#8221;, que dei de presente pra minha mãe em novembro &#8211; aquisiçao da Feira Panamazônica do Livro. E o Tim Maia, claro, é personagem desse livro, pois foi ele quem ensinou o parceiro do Rei a tocar violão.</p>
<p>Li o texto de Erasmo de uma vez só, no sábado, esperando a Fórmula1.</p>
<p>É um texto leve &#8211; acompanhado de fotos incríveis -, que ele escreveu à mão e pediu ao filho para digitar &#8211; o que fez eu lembrar do meu primeiro TCC, que primeiro escrevi no caderno e depois passei para o computador.</p>
<p>Longe do didatismo da biografia do Rei, o livro do Tremendão passa uma ternura que eu acho que só a primeira pessoa consegue dar.</p>
<p>Não sei.</p>
<p>Em meio a tantos livros do mestrado (eu passei, acredita?) pra ler &#8211; O planalto e a estepe que o diga &#8211; Minha fama de mau foi deveras apaziguador.</p>
<p>Querendo muito agora ler a biografia do Simonal e a do Milton Nascimento.</p>
<p>PS - Não inclui a biografia do Vinicius de Moraes na lista porque o considero mais poeta que cantor, o que fazer?</p>
<p>PS2 &#8211; Não tinha um dia mais apropriado para voltar a escrever aqui do que 1º de abril, ao som de Pega na mentira, hein?</p>
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		<title>Rei</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo bem, eu adoro futebol. Tudo certo, o Pelé é gênio. Mas rei, leitor súdito, pra mim, é o Roberto Carlos. Por isso, hoje à noite, é bem provável que, se você ligar pra minha casa, qualquer um de nós que atenda, minha mãe, meu irmão ou eu, pegue o telefone e diga simplesmente isso: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Tudo bem, eu adoro futebol. Tudo certo, o Pelé é gênio. Mas rei, leitor súdito, pra mim, é o Roberto Carlos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Por isso, hoje à noite, é bem provável que, se você ligar pra minha casa, qualquer um de nós que atenda, minha mãe, meu irmão ou eu, pegue o telefone e diga simplesmente isso: “Liga depois, estamos vendo o especial do Rei!” pra em seguida, desligar solenemente na sua cara, como todo ano acontece quando algum desavisado liga nesse dia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Hoje à noite o Roberto Carlos vai entrar no palco mais uma vez entre gritos, aplausos e euforia, vai ficar esperando parado, sorrindo, até que toda a emoção se amenize um pouco e vai dizer: “É um prazer rever vocês”. E todo mundo vai gritar e aplaudir e ficar eufórico em dobro!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Já vi essa cena, ao vivo, em pleno Mineirinho e lhe digo: é das coisas mais incríveis que já vi. Homens, mulheres, jovens, crianças, idosos. Famílias, amigos, casais. Um mar de gente gritando junto que é um prazer revê-lo também. Nesse momento ninguém mais conversa com ninguém, ninguém mais olha pro lado – ele hipnotiza a gente. E quando a gente se dá conta está lá, alternando riso e choro, cantando junto com ele, mas baixinho, pra não atrapalhar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">E ele conversa no meio das músicas, fazendo você se sentir amigo mesmo, próximo. Apresenta a banda RC-7, e conta que o maestro é compadre dele. E quando canta Outra vez, naquela parte que diz que você foi “o maior dos enganos que eu pude fazer” ele emenda e confessa: “Mentira, da boca pra fora”. E o ginásio quase vem abaixo! Ou quando ele canta Nossa canção, antes fica mostrando no telão imagens de quando ele era jovem e a mulherada fica histérica gritando “Lindo!” e então ele canta: “Olhe aqui, preste atenção”, e se ouve um grande suspiro no ar emendado com todas as vozes juntas, a plenos pulmões: “Essa é a nossa canção”!<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Aí, ele vai cantar Emoções, Detalhes, Como é grande o meu amor por você. Vai cantar um pouco de Jovem Guarda e talvez chamar o “meu amigo Erasmo Carlos”. Vai cantar Jesus Cristo, Nossa Senhora, O Terço. Vai cantar alguma música nova ou velha que ele tenha feito pra Maria Rita. E finalizar jogando rosas para o público.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Nisso, o leitor indagador vai perguntar: Mas por que você vai assistir ao especial do Rei se já sabe tudo o que vai acontecer, se já está tudo roteirizado na sua cabeça, se já viu ao vivo? Porque eu sou fã! Ora, ora!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Eu comecei a gostar do Roberto Carlos com uns 12, 13 anos, influência óbvia dos meus pais. Gostei de saber pelo meu pai que aquele cara chato que minha mãe adorava tinha feito uma música pra o Caetano quando ele estava exilado em Londres. Achei corajoso, bonito mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Daí comecei a reparar que sempre tem um comercial, uma novela, uma história com as músicas do Rei. Sempre tem um monte de outros artistas regravando músicas dele. E essas músicas sempre têm um pouco de mim, de você. Simples, clichês, encantadoras, passionais, meio bregas, como cada um de nós, abençoadamente, é.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Elas falam dos nossos desencontros, brigas, separações, derrotas. De saudade, amor, ciúme, fé, rebeldia. Servem pra lembrar, esquecer, amar, maldizer, conquistar, levar pra passear – de calhambeque pelas curvas da estrada de Santos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Pra que eu vou falar que de uns tempos pra cá a produção do Roberto caiu demais? Pra que eu vou dizer que prefiro o Roberto da Jovem Guarda e da década de 70 – da época enfim, que eu nem era nascida? Tudo o que ele fez naquele tempo foi tão forte e tão bonito que sustenta até hoje a coroa dele.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Mesmo ele sendo cheio de manias, mesmo ele tendo aquele cabelo ridículo, mesmo ele vindo tão pouco a minha cidade. Pra mim o que importa é que ele gosta de azul que nem eu, pra mim ele é “uma brasa, mora?”, pra mim ele é o cara que sabe como ninguém cantar os meus amores, as minhas paixões. Os altos e baixos das minhas emoções. </span></p>
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		<title>Do valor sentimental</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 00:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais&#8221; &#8220;Você culpa seus pais por tudo, isso é um absurdo. São crianças como você; o que você vai ser quando você crescer&#8221; Passamos uns dias na praia agora em julho e minhas primas elogiaram minhas saídas de praia &#8211; chegaram a pedir pra levar até a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;Você culpa seus pais por tudo, isso é um absurdo. São crianças como você; o que você vai ser quando você crescer&#8221;</em></p>
<p>Passamos uns dias na praia agora em julho e minhas primas elogiaram minhas saídas de praia &#8211; chegaram a pedir pra levar até a costureira para tirar o modelo&#8230;</p>
<p>Ficaram de boca aberta quando eu disse que elas eram da mamãe e que deviam ter uns 30 anos no mínimo. </p>
<p>Semanas antes, abrimos o baú antigo em que minha mãe armazenou o enxoval de casamento dela durante o noivado com meu pai. Lá, em meio a muitas outras coisas lindas, encontramos as duas saídas de praia das quais eu me apossei, com a devida autorização da mamãe. </p>
<p>Há uns dois anos mostrei para o André umas fotos minhas quando criança em que minha mãe aparece mais ou menos com a minha idade hoje. Tempos depois ele fez uma foto minha e ao me mandar disse que eu estava a cara da minha mãe nas fotos antigas&#8230;</p>
<p>Usando as saídas de praia então&#8230; </p>
<p>Uma é vermelha e a outra é&#8230; amarela! E quem me conhece sabe o quanto não curto amarelo&#8230;</p>
<p>Mas, cara, era da minha mãe e hoje é minha. Não tem dinheiro que pague porque é daquelas coisas de valor sentimental, manja? </p>
<p>E eu me achei linda, como ela. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/07/dsc04771.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1400" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/07/dsc04771-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
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		<title>Contradições reais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 14:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Indignação]]></category>
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		<description><![CDATA[Na sexta passada vi o Globo Repórter sobre os 50 anos de carreira do Rei Roberto Carlos e um dos técnicos do show declarou que o Rob Car faz questão toda vez que idealiza um espetáculo é de que as apresentações sejam iguais tanto nas metrópoles quanto nas cidadelas.  Pois bem. No sábado, assisti pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta passada vi o Globo Repórter sobre os 50 anos de carreira do Rei Roberto Carlos e um dos técnicos do show declarou que o Rob Car faz questão toda vez que idealiza um espetáculo é de que as apresentações sejam iguais tanto nas metrópoles quanto nas cidadelas. </p>
<p>Pois bem.</p>
<p>No sábado, assisti pela TV ao show do Rei no Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro, e me senti meio lesada. No show que acompanhei no Hangar, em Belém, músicas como O Calhambeque, Café da Manhã, Seu Corpo, Amigo, Sentado à Beira de um Caminho não foram executadas. </p>
<p>Sem contar que o Rob Car não entrou no palco a bordo de um carro azul e não rolou participação especial do Erasmo e da Wanderléa&#8230;</p>
<p>Enfim.</p>
<p>Pra consolar, lembrei que vi o show no Hangar sentada e no ar condicionado, sem temporal nem capa de chuva&#8230;</p>
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		<title>Muito infame</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 11:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- André, sabia que dá pra fazer um Top 5 de músicas do Michael Jackson que começam com B? - B? Mas por que B? - Ah, eu estava ouvindo algumas e notei a coincidência. Olha só: Bad, Billie Jean, Beat it, Black or white e Ben, não necessariamente nessa ordem&#8230; - Mas e Bhriller? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- <a href="http://www.dialetica.org/marmota">André</a>, sabia que dá pra fazer um Top 5 de músicas do Michael Jackson que começam com B?</p>
<p>- B? Mas por que B?</p>
<p>- Ah, eu estava ouvindo algumas e notei a coincidência. Olha só: Bad, Billie Jean, Beat it, Black or white e Ben, não necessariamente nessa ordem&#8230;</p>
<p>- Mas e <strong>Bhriller</strong>?</p>
<p>(André, como sempre, infame!)</p>
<p>PS &#8211; Pelo menos foi uma brincadeirinha saudável, sem as pitadas de crueldade que li/ouvi por aí. Como disse a @<a href="http://twitter.com/sabineas"><span style="color: #f00030">sabineas</span></a>, nojinho de quem faz piadas sobre morte. Quando for a mãe dessas pessoas será tão divertido.</p>
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		<title>O Rei e eu</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 00:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Olha, você vive tão distante / muito além do que eu posso ter / eu que sempre fui tão inconstante / te juro, meu amor, agora é pra valer&#8221;* E eu fui ao show do Rob Car. Depois de sete anos, ouvi outra vez o Rei dizer que era um prazer me rever e só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04344.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1345" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04344-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></em></p>
<p><em>&#8220;Olha, você vive tão distante / muito além do que eu posso ter / eu que sempre fui tão inconstante / te juro, meu amor, agora é pra valer&#8221;*</em></p>
<p>E eu fui ao show do Rob Car.</p>
<p>Depois de sete anos, ouvi outra vez o Rei dizer que era um prazer me rever e só pude concordar.</p>
<p>E dessa vez não chorei. Tudo bem que os olhos encheram num e noutro momento, mas nada que se compare ao tanto que chorei em 2002, no Mineirinho.</p>
<p>É que eu estava ao lado do homem de todas as minhas vidas dessa vez e a felicidade que isso me causa é maior do que as lágrimas.</p>
<p>Rob Car não cantou Olha, não se vestiu de azul, não me deu uma rosa, mas como eu tinha uma rosa vestida de azul bem ao meu lado, não me importei&#8230;</p>
<p>E gritei tanto. As tias e vovós que estavam ao nosso redor muito provavelmente lembram até agora daquela menina louca vestida de vermelho e gritando sem parar que o Rob Car era lindo e Rei! Hahahahahaha!</p>
<p>Sim, como no Mineirinho, fui de vermelho. Dessa vez com uma blusinha com a Amelie Poulain estampada, presente adiantado do dia dos namorados &#8211; quando nos conhecemos, há quatro anos, ele disse que eu era/sou meio Amelie Poulain e acho que agora lembrou e comprou a camisetinha. Não sei&#8230;</p>
<p>Rob Car cantou Detalhes, tocando sozinho um violão. Depois emendou com Outra vez. Lindo demais. Ficamos, André e eu, comentando versos das músicas, do quanto elas dizem sobre nós. Do tempo em que &#8220;desisti de tentar esquecê-lo e decidi querê-lo por querer&#8221;&#8230; Da certeza de que ele é o cabeludo de todas as minhas vidas.</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04364.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1348" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04364-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Cantou uma sequência em homenagem à cidade onde nasceu e aos pais &#8211; essa foi a parte mais angustiante do show pra mim porque me apertou uma saudade danada dos meus pais, mas os meus pais da minha infância, se é que dá pra entender.</p>
<p>Já o ponto mais engraçado foi quando ele disse que se não fosse cantor, com certeza seria&#8230; CAMINHONEIRO! E toma-lhe banguela! Hahahahahaha!</p>
<p>Da suingada cantou Eu te amo, te amo, te amo e Quando; da fase Maria Rita cantou Mulher Pequena; da fase Jovem Guarda, Namoradinha de um amigo meu, É proibido fumar e Jovens tardes de domingo; da fase motel, Cavalgada e Proposta; da fase gospel, Jesus Cristo e Nossa Senhora. Ainda teve Além do Horizonte (que eu amo!), É preciso saber viver e Amor perfeito.</p>
<p>Disse que cantaria uma música que resume o que sente pelos fãs e cantou Como é grande o meu amor por você. E um coro enorme cantou junto.</p>
<p>Logo no comecinho do show o Rob disse que quando falaram pra ele que faria 50 anos de carreira ele se surpreendeu, afinal, não tinha nem 50 anos de idade! Rá!</p>
<p>Ficamos planejando idas a outros shows: no cruzeiro do Rei; acompanhados das mães, dos filhos; no show dos 60 anos.</p>
<p>Não importa. Ainda nos reencontraremos. E será um prazer, como sempre. Sempre, sempre Roberto Carlos.</p>
<p>* Olha, segundo o maestro Eduardo Lages, é a melhor de Roberto/Erasmo, porque todos os versos são bons. Concordo, lógico.</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04354.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1347" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04354-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Detalhes</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 12:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Como você pronuncia Caim? E amendoim? Folhetim? Boletim? Capim?  Essas palavras são oxítonas ou paroxítonas para você? Se elas são oxítonas para você, por que raios fazer de conta que &#8220;ruim&#8221; é paroxítona? Lembrei disso ainda agora, quando minha mãe comentou que, paradoxalmente, Roberto Carlos canta &#8220;até os erros do meu português ruim&#8221; sem erro (!), falando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como você pronuncia Caim?</p>
<p>E amendoim?</p>
<p>Folhetim?</p>
<p>Boletim?</p>
<p>Capim? </p>
<p>Essas palavras são oxítonas ou paroxítonas para você?</p>
<p>Se elas são oxítonas para você, por que raios fazer de conta que &#8220;ruim&#8221; é paroxítona?</p>
<p>Lembrei disso ainda agora, quando minha mãe comentou que, paradoxalmente, Roberto Carlos canta &#8220;até os erros do meu português ruim&#8221; sem erro (!), falando &#8220;ruim&#8221; de maneira oxítona.</p>
<p>No sábado passado, Bruno Mazzeo, no Altas Horas, também falou certinho a palavra &#8220;ruim&#8221;. É tão raro que nunca passa despercebido para mim. Fiquei mais fã dele.</p>
<p>Mas, fã por fã, hoje é dia de ir ver o Rei cantar com os erros e acertos do português ruIM dele, ao lado do rapaz que reina em meu coração &#8211; e que fala RUim só para me espetar!</p>
<p>PS &#8211; Até dia 15 e, já sabe, leitor: dia 12 de junho é dia de <a href="http://dialetica.org/agridoce/2008/06/11/nao-blogagem-coletiva-do-dia-dos-namorados">não-blogagem coletiva do dia dos namorados</a>!</p>
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		<title>Dos tempos do Pato Zito</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 04:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia desses, rodando alucinadamente de carro com a célebre Patrícia Köhler e começamos a ouvir um CD incrível da Pat, só com músicas do Balão Mágico. Sim, somos fãs. Fãs daquelas que batem palma cantando – mesmo que dirigindo! – e que adorariam ter desfilado por aí com alguma roupinha Caramelo, grife que vestia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Dia desses, rodando alucinadamente de carro com a célebre Patrícia Köhler e começamos a ouvir um CD incrível da Pat, só com músicas do Balão Mágico.<br />
Sim, somos fãs. Fãs daquelas que batem palma cantando – mesmo que dirigindo! – e que adorariam ter desfilado por aí com alguma roupinha Caramelo, grife que vestia o grupo.<br />
Música vai, música vem, controle de choro em algumas horas e explosão de gargalhadas em outras, chegamos a mais um ponto em comum: nossos corações infantis batiam ambos pelo Tob.<br />
Uma vez um amigo falou que todo menino daquela época foi meio apaixonado pela Simony. Eu não sei. Eu sei que as garotas tinham a sorte de poder escolher entre Tob e Mike e minha amiga Patrícia e eu éramos da ala do primeiro.<br />
Você deve estar estranhando eu não citar o Jairzinho como uma dessas opções e vou começar a me explicar agora.<br />
O Tob é a personificação dos típicos namoros infantis e adolescentes. Na música Se enamora ele interpreta esse papel com perfeição. O cara que não sabe como se aproximar da garota, que torce pra que um dia ela tropece nele ou que tenha coragem para tirá-la para dançar.<br />
Nos dois primeiros discos do Balão, Tob divide com Simony a maioria das canções, uma espécie de primeira voz do grupo. Até que acontece o terceiro disco, exatamente o que traz Se enamora – o mesmo que traz Jairzinho para a turma.<br />
Ele chega botando banca, com &#8220;gatinhas me perseguindo / curtindo com o meu som / gritando: lindo, lindo / me chamando de bombom&#8221;. E, abruptamente, vimos Tob ser aos poucos substituído por Jairzinho nas canções mezzo românticas do Balão – Mochila azul, por exemplo.<br />
Tob é tímido; Jairzinho é garanhinho. Tob é o garoto que, por mais que não se declare, a menina sabe que gosta dela e, por conseguinte gosta dele também, vive sonhando com o dia em que ele se declarará finalmente.<br />
Aí, de repente, vem o Jairzinho. O Jairzinho é o cara que chega e ganha de nocaute. Rápido, sagaz, veloz. Sem enrolação, sem paciência de Jó.<br />
Mas preferimos, Pat e eu, o Tob. Os poucos rapazes que continuaram a ser Tob.</p>
<p>Tímidos, doces, românticos, em um exercício leve e lento do amor.</p>
<p>PS &#8211; Do Uma garota apenas, da Pat, do Tob, de mim. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p></span></p>
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		<title>Não te parece óbvio?!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 12:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Indignação]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, tem um café. Depois de passar tempos perambulando pra lá e pra cá entre os livros, CDs e tudo mais, as pessoas queridas que me cercavam &#8211; Fefa, Trotta, André e Cláudia &#8211; e eu decidimos fazer uma parada no café antes de sair pra jantar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/05/dsc04037.jpg"></a>Na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, tem um café.</p>
<p>Depois de passar tempos perambulando pra lá e pra cá entre os livros, CDs e tudo mais, as pessoas queridas que me cercavam &#8211; <a href="http://www.fefas.wordpress.com">Fefa</a>, <a href="http://www.trottolices.com.br">Trotta</a>, <a href="http://www.dialetica.org/marmota">André</a> e <a href="http://www.dialetica.org/loucaporblog">Cláudia</a> &#8211; e eu decidimos fazer uma parada no café antes de sair pra jantar.</p>
<p>Aí fui ao caixa. Imaginem um caixa e pessoas formando fila para os dois lado do balcão. Fiquei confusa, pensando em qual era a fila de fato e qual era a parte onde as pessoas estavam sendo servidas já.</p>
<p>Foi quando delicadamente perguntei ao rapaz magro, alto e bl que estava na suposta fila do lado esquerdo, se ele estava na fila. A resposta dele, me olhando de cima:</p>
<p>- Não te parece óbvio que estou na fila?</p>
<p>Eu normalmente daria uma resposta atravessada a ele e iniciaria um mini-barraco, mas fiquei tão, mas tão sem graça e sem ação que tudo o que fiz foi sair de lá sem comprar meu lanche.</p>
<p>Como o pessoal viu que eu tinha voltado de lá do balcão com as mãos abanando, contei o que tinha acontecido. Foi a deixa pra que a coisa virasse piada e tudo o que se dissesse entre nós fosse replicado com um: &#8220;Não te parece óbvio que&#8230;?!&#8221;.</p>
<p>O ponto alto foi quando estávamos na cantina <a href="http://www.cantinacquesabe.com.br">C&#8230; que sabe!</a> &#8211; um amor de cantina! &#8211; e o trio de cantores chegou a nossa mesa perguntando o que gostaríamos de ouvir.</p>
<p>Como me delegaram o direito de escolher o pedido, eu, mais uma vez, delicadamente &#8211; isso ninguém pode negar &#8211; falei para o senhor do violão:</p>
<p>- Bem, não sei se você sabe cantar essa, mas eu gostaria muito de ouvir <strong>Al di lá</strong>.</p>
<p>E ele:</p>
<p>- Bem, eu vou tentar&#8230;</p>
<p>E cantou toda a música bem ali do meu lado, me deixando vermelhinha de vergonha.</p>
<p>No fim, ele disse:</p>
<p>- Sabe os minutos que você tem de vida? Pois equivalem as tantas vezes que já cantei essa música.</p>
<p>Ora! Não parecia óbvio que ele sabia <strong>Al di lá</strong> de trás pra frente?!</p>
<p>Todo mundo ria, ria, tanto o cantor quanto a turma que estava comigo. E eu lá vermelha.</p>
<p>Pra salvar a situação fiz fotinhas dele e fotinhas com ele, e deixei claro que não quis subestimá-lo, que falei aquilo porque se ele não soubesse a música, eu pediria outra.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1288" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/05/dsc04037-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Enfim.</p>
<p>No final, ele ainda cantou uma música do Rob Car, afinal, era óbvio que ele sabia as canções do Rei!</p>
<p>PS &#8211; Pedi <strong>Al di lá</strong> porque é a música do filme <strong>Candelabro Italiano</strong>, que minha mãe e eu adoramos pelo fato da mocinha ser uma bibliotecária como a mamãe. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Falei mais sobre isso no <a href="http://www.dialetica.org/proximoscapitulos">Próximos Capítulos</a> e estou postando aos poucos as fotinhas da viagem no <a href="http://www.dialetica.org/belembelem">Belém, Belém</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1289" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/05/dsc04038-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
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		<title>Vou looogo!</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 17:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
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		<description><![CDATA[Olha, leitor, amanhã vou viajar cedinho para, como diria meu grande amigo Pixinguinha, &#8220;matar essa paixão que me devora o coração&#8221;. &#8220;E só assim então serei feliz Bem feliz&#8221;. Lá pro dia 11 de maio eu volto a escrever aqui, sim?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, leitor, amanhã vou viajar cedinho para, como diria meu grande amigo Pixinguinha, <em>&#8220;matar essa paixão que me devora o coração&#8221;</em>.</p>
<p><em>&#8220;E só assim então serei feliz<br />
Bem feliz&#8221;</em>.</p>
<p>Lá pro dia 11 de maio eu volto a escrever aqui, sim?</p>
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