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	<title>Agridoce &#187; Mulherzinha</title>
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	<description>porque eu sou um agridoce de menina...</description>
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		<title>As pontes de Madison no teatro</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 20:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira vez que vi o filme As pontes de Madison foi em 1996, ainda numa fita de vídeo, com a mamãe. Será que preciso escrever aqui que choramos loucamente como se estivéssemos ao lado do Robert naquela chuva? Aí, já não me lembro mais o ano, um belo dia me deparo com o livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira vez que vi o filme As pontes de Madison foi em 1996, ainda numa fita de vídeo, com a mamãe. Será que preciso escrever aqui que choramos loucamente como se estivéssemos ao lado do Robert naquela chuva?</p>
<p>Aí, já não me lembro mais o ano, um belo dia me deparo com o livro que inspirou o filme e claro o comprei e dei de presente para a mamãe.</p>
<p>Até hoje quando revejo o filme sinto falta de algumas falas, como se tivessem cortado partes, mas não: essa lacuna que eu sinto se deve aos diálogos e situações extras que o livro proporciona.</p>
<p>Depois da minha mãe ter emprestado o livro pra cento e duzentas amigas, dei o livro pro André. Até hoje minha mãe não sabe que o livro que ela já revirou toda a casa a procura, está com o André&#8230; E que ele nem leu!</p>
<p>Dei o livro a ele por um motivo muito simples: essa certeza só temos uma vez na vida. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já procurei a trama escrita por Robert James Waller diversas vezes pra comprar outro livro pra mamãe, mas não acho. A última edição esgotou faz tempo.</p>
<p>Como vi que o André não vai ler o livro nunca, o presenteei também com o DVD d&#8217;As pontes de Madison.</p>
<p>Vimos o filme juntos há quase três anos, no dia 19 de janeiro de 2007 &#8211; essa data eu lembro porque é o aniversário do pai do André.</p>
<p>Nesse dia, após cantarmos os parabéns para o pai dele, nos enroscamos no sofá da casa dele e ficamos vendo o filme. Naquela época, ele ainda não sabia que eu era a mulher da vida dele&#8230; Mas eu já sabia, afinal, esse tipo de certeza&#8230;</p>
<p>Até que no finzinho do ano passado ele me levou pra ver a peça d&#8217;As pontes de Madison, no Teatro Renaissance, em São Paulo, sendo um dos poucos homens presentes no recinto lotado na maioria por mulheres de meia-idade &#8211; por que será?&#8230;</p>
<p>Com um elenco enxuto &#8211; Marcos Caruso, Jussara Freire, Luciene Adami e Paulo Coronato &#8211; e um cenário muito agradável, As pontes de Madison do teatro me agradou muito.</p>
<p>A forma com que contam a história no teatro lembra um pouco Véu de Noiva, de Nelson Rodrigues. Aquela coisa de misturar o tempo, o espaço e as personagens, manja?</p>
<p>Mais divertida e leve que o filme, menos erótica e dramática também, ver essa peça foi como reencontrar dois velhos amigos e ver que eles ainda continuam lá, se amando apaixonadamente dentro daqueles quatro dias mágicos do Condado de Madison.</p>
<p>E assim como quando vejo Kramer vs. Kramer e torço toda vez pra guarda do filho ser dada a ele, sempre que eu vir As pontes de Madison vou torcer pra ela ir embora com ele no meio daquela chuva.</p>
<p>Como torci no teatro, em novembro.</p>
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		<title>Dois mil e love foi assim&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 18:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[hoje com os olhos mais claros olhando as coisas como as coisas são eu me desenho, amor, como se pinta um quadro novo com o brilho e a cor de toda mulher de trinta. . . trinta moleques que o tempo criou e muito embora eu nao sinta eu sei que eu sou o que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>hoje com os olhos mais claros<br />
olhando as coisas como as coisas são<br />
eu me desenho, amor, como se pinta um quadro novo com o brilho e a cor<br />
de <strong>toda mulher</strong> de trinta. . . trinta moleques que o tempo criou<br />
e muito embora eu nao sinta<br />
eu sei que eu sou o que eu fui e o que sou</em></p>
<p>meus alunos leram Ana &amp; Pedro e Capitães da areia &#8211; me formei em Jornalismo &#8211; voltei a Resende, Penedo, Mosqueiro, São Paulo, Beagá, Rio de Janeiro &#8211; escrevi um TCC sobre violência nas escolas que poderia ter sido bem melhor &#8211; fui reprovada no mestrado de Teoria Literária da UFMG &#8211; ampliamos o Dialética com mais pessoas queridas &#8211; coloquei aparelho nos dentes e não vou sorrir nunca mais &#8211; fui ao show de 50 anos de carreira do Rei Rob Car com a companhia ideal &#8211; conheci Ubatuba, Petrópolis, Parati, Campos do Jordão - tive dias de luluzinha com as amigas &#8211; passei a amar comida japonesa e comi mais temakis do que deveria &#8211; revi o belo parque do Ibirapuera &#8211; fui ao Museu do Futebol, à exposição do Vik Muniz no MASP, à exposição do Pequeno Príncipe na OCA -vi As pontes de Madison no teatro - li mais livros acadêmicos que livros por prazer (não que seja um desprazer a academia, vai) &#8211; vi A felicidade não se compra com o meu George Bailey particular &#8211; engordei seis malditos quilos - abandonei meus blogs (mas isso vai acabar!) - comemorei meus 30 anos (com carinha de 17 por conta do aparelho) - voltei a trabalhar como revisora em uma agência de publicidade - acompanhei o homem de todas as minhas vidas no primeiro Círio dele &#8211; passei no mestrado de Literatura Brasileira da PUC-MG - e&#8230;</p>
<p>FIQUEI NOIVA! <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Afinal, o nome já dizia: dois mil e LOVE.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1446" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/12/DSC04027-300x225.jpg" alt="DSC04027" width="300" height="225" /></p>
<p>PS1 &#8211; Que o seu dois mil e LOVE tenha sido bem bom também, leitor. E que ano que ve m &#8211; que  já é logo amanhã &#8211; eu escreva mais e você venha mais me ler. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS2 &#8211; Post de amanhã: Como será dois mil e SEX?</p>
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		<title>Rei</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo bem, eu adoro futebol. Tudo certo, o Pelé é gênio. Mas rei, leitor súdito, pra mim, é o Roberto Carlos. Por isso, hoje à noite, é bem provável que, se você ligar pra minha casa, qualquer um de nós que atenda, minha mãe, meu irmão ou eu, pegue o telefone e diga simplesmente isso: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Tudo bem, eu adoro futebol. Tudo certo, o Pelé é gênio. Mas rei, leitor súdito, pra mim, é o Roberto Carlos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Por isso, hoje à noite, é bem provável que, se você ligar pra minha casa, qualquer um de nós que atenda, minha mãe, meu irmão ou eu, pegue o telefone e diga simplesmente isso: “Liga depois, estamos vendo o especial do Rei!” pra em seguida, desligar solenemente na sua cara, como todo ano acontece quando algum desavisado liga nesse dia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Hoje à noite o Roberto Carlos vai entrar no palco mais uma vez entre gritos, aplausos e euforia, vai ficar esperando parado, sorrindo, até que toda a emoção se amenize um pouco e vai dizer: “É um prazer rever vocês”. E todo mundo vai gritar e aplaudir e ficar eufórico em dobro!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Já vi essa cena, ao vivo, em pleno Mineirinho e lhe digo: é das coisas mais incríveis que já vi. Homens, mulheres, jovens, crianças, idosos. Famílias, amigos, casais. Um mar de gente gritando junto que é um prazer revê-lo também. Nesse momento ninguém mais conversa com ninguém, ninguém mais olha pro lado – ele hipnotiza a gente. E quando a gente se dá conta está lá, alternando riso e choro, cantando junto com ele, mas baixinho, pra não atrapalhar.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">E ele conversa no meio das músicas, fazendo você se sentir amigo mesmo, próximo. Apresenta a banda RC-7, e conta que o maestro é compadre dele. E quando canta Outra vez, naquela parte que diz que você foi “o maior dos enganos que eu pude fazer” ele emenda e confessa: “Mentira, da boca pra fora”. E o ginásio quase vem abaixo! Ou quando ele canta Nossa canção, antes fica mostrando no telão imagens de quando ele era jovem e a mulherada fica histérica gritando “Lindo!” e então ele canta: “Olhe aqui, preste atenção”, e se ouve um grande suspiro no ar emendado com todas as vozes juntas, a plenos pulmões: “Essa é a nossa canção”!<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Aí, ele vai cantar Emoções, Detalhes, Como é grande o meu amor por você. Vai cantar um pouco de Jovem Guarda e talvez chamar o “meu amigo Erasmo Carlos”. Vai cantar Jesus Cristo, Nossa Senhora, O Terço. Vai cantar alguma música nova ou velha que ele tenha feito pra Maria Rita. E finalizar jogando rosas para o público.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Nisso, o leitor indagador vai perguntar: Mas por que você vai assistir ao especial do Rei se já sabe tudo o que vai acontecer, se já está tudo roteirizado na sua cabeça, se já viu ao vivo? Porque eu sou fã! Ora, ora!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Eu comecei a gostar do Roberto Carlos com uns 12, 13 anos, influência óbvia dos meus pais. Gostei de saber pelo meu pai que aquele cara chato que minha mãe adorava tinha feito uma música pra o Caetano quando ele estava exilado em Londres. Achei corajoso, bonito mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Daí comecei a reparar que sempre tem um comercial, uma novela, uma história com as músicas do Rei. Sempre tem um monte de outros artistas regravando músicas dele. E essas músicas sempre têm um pouco de mim, de você. Simples, clichês, encantadoras, passionais, meio bregas, como cada um de nós, abençoadamente, é.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Elas falam dos nossos desencontros, brigas, separações, derrotas. De saudade, amor, ciúme, fé, rebeldia. Servem pra lembrar, esquecer, amar, maldizer, conquistar, levar pra passear – de calhambeque pelas curvas da estrada de Santos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Pra que eu vou falar que de uns tempos pra cá a produção do Roberto caiu demais? Pra que eu vou dizer que prefiro o Roberto da Jovem Guarda e da década de 70 – da época enfim, que eu nem era nascida? Tudo o que ele fez naquele tempo foi tão forte e tão bonito que sustenta até hoje a coroa dele.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Mesmo ele sendo cheio de manias, mesmo ele tendo aquele cabelo ridículo, mesmo ele vindo tão pouco a minha cidade. Pra mim o que importa é que ele gosta de azul que nem eu, pra mim ele é “uma brasa, mora?”, pra mim ele é o cara que sabe como ninguém cantar os meus amores, as minhas paixões. Os altos e baixos das minhas emoções. </span></p>
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		<title>50 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 12:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2029. 24 de dezembro. Um presépio no lugar da árvore; presentes embalados com carinho, por alguém que até lá já terá aprendido a fazer embrulhos e pacotes decentes; flores espalhadas pela sala; telefone tocando pra lá e pra cá com as pessoas mais queridas do outro lado. Minha mãe e sua mãe desconfiando muito que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">2029. 24 de dezembro. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Um presépio no lugar da árvore; presentes embalados com carinho, por alguém que até lá já terá aprendido a fazer embrulhos e pacotes decentes; flores espalhadas pela sala; telefone tocando pra lá e pra cá com as pessoas mais queridas do outro lado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Minha mãe e sua mãe desconfiando muito que não darei conta de preparar a ceia a tempo, desajeitada sempre na cozinha. Mas eu darei. Darei conta porque será uma comidinha feita só pra pessoas que amo. E o que eu não der eu encomendo em alguma quituteira da vida, afinal ninguém é de ferro.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Música, risada, fotografia. De vez em quando eu vou parar um pouco, olhar ao redor, e ter certeza de que aquilo, aquele dia, não é só contente nem alegre &#8211; é feliz. Plenamente feliz. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">E depois do jantar uns dois meninos, rapazes, e uma menina, mocinha, meio parecidos comigo e com o homem de todas as minhas vidas, sairão pra ver os pares. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Vai ser quando ficaremos assistindo <em><span style="font-family: Verdana">A felicidade não se compra</span></em> pelo milésimo Natal, aninhados no sofá, mãos dadas, comendo um monte daquelas delícias natalinas! E vamos repetir nossos comentários do ano passado como se fossem novos: que George Bailey é o máximo, que Donna Reed está linda nesse filme; tentar obviamente imaginar como seria se não existíssemos, pra em seguida respirar aliviados por estarmos bem vivos e bem juntos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">E ficar bem nostálgicos, lembrando dos natais da nossa infância e da infância dos dois meninos, rapazes e da menina, mocinha. De como descobri que o Papai Noel não existia; de nossas peripécias para que os dois meninos, rapazes e a menina, mocinha não descobrissem logo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Também vou contar minha piada de Natal favorita e o homem de todas as minhas vidas vai morrer de rir não pela piada, porque afinal é super sem graça, mas pela minha cara de pau de ainda contar mais uma vez! E calar minha gaiatice com um beijo doce, com gosto de fruta de Natal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">E mais uma vez eu vou pensar que mais que ouro, incenso e mirra, um lar é o melhor presente de Natal que se pode ter. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">PS &#8211; Piada de Natal: &#8220;O garotinho pergunta pro Papai Noel: &#8211; Papai Noel, o senhor rói unha? E o Papai Noel responde: Ho! Ho! Ho!&#8221; Leitor exigente, eu disse que era super sem graça! </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">PS2 &#8211; Assista A felicidade não se compra! Todo ano, nessa época, eu assisto. </span></p>
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		<title>Não vou sorrir nunca mais</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ok. Agora uso aparelho nos dentes. Passei o final de semana inteiro reclamando da vida por conta disso. Não é uma dor de como se um elefante te esmagasse os dentes; é pior: é uma dor de como se formiguinhas de fogo te beliscassem o tempo todo. Fora ficar parecendo o Willy Wonka criança; fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Agora uso aparelho nos dentes.</p>
<p>Passei o final de semana inteiro reclamando da vida por conta disso.</p>
<p>Não é uma dor de como se um elefante te esmagasse os dentes; é pior: é uma dor de como se formiguinhas de fogo te beliscassem o tempo todo.</p>
<p>Fora ficar parecendo o Willy Wonka criança; fora as piadinhas no trabalho; fora o incentivo de ouvir que daqui a dois anos seu sorriso será lindo.</p>
<p>DOIS ANOS.</p>
<p>E a vaidade onde vai em dois anos?</p>
<p>E tem TCC, tem prova na escola, tem prova na faculdade, tem mestrado. Mas o que martela é o aparelho só porque eu sou vaidosa.</p>
<p>E rio menos, falo menos&#8230;</p>
<p>E mais e mais repito que não vou sorrir nunca mais.</p>
<p>E não, não vou publicar foto minha de aparelho.</p>
<p>Pode esquecer.</p>
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		<title>Kriptonita</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 19:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No supermercado, eis que surge uma daquelas baratinhas miúdas, mas não menos nojenta. O menino e eu travamos o diálogo: - Uma barata!  - Mata logo! - Hum&#8230; - Que foi?! Mata!  - Não&#8230; Ela deve ter família&#8230; Já pensou se algum gigante viesse e esmagasse eu e o André?  (Chantagem emocional total. Ele descobriu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No supermercado, eis que surge uma daquelas baratinhas miúdas, mas não menos nojenta. O menino e eu travamos o diálogo:</p>
<p>- Uma barata! </p>
<p>- Mata logo!</p>
<p>- Hum&#8230;</p>
<p>- Que foi?! Mata! </p>
<p>- Não&#8230; Ela deve ter família&#8230; Já pensou se algum gigante viesse e esmagasse eu e o André? </p>
<p>(Chantagem emocional total. Ele descobriu que a minha kriptonita é ele e o André&#8230;)</p>
<p>E foi assim que mais uma daquelas baratinhas miúdas e nojentas continuou a viver lá no supermercado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Verde palmeira</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 01:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em fevereiro comprei vários esmaltes coloridos e dei pra minha manicure. Eu podia comprar e guardar e só levar pra ela pintar as minhas unhas, mas sempre acho que são mais úteis ficando com ela, pra que outras pessoas usem também &#8211; até porque se fosse só eu usando levaria séculos pra terminar! Pois bem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em fevereiro comprei vários esmaltes coloridos e dei pra minha manicure. Eu podia comprar e guardar e só levar pra ela pintar as minhas unhas, mas sempre acho que são mais úteis ficando com ela, pra que outras pessoas usem também &#8211; até porque se fosse só eu usando levaria séculos pra terminar!</p>
<p>Pois bem.</p>
<p>O André implicou com as cores mais exóticas por assim dizer, de modo que eu sempre me encabulava de usar as tais. Mesmo sabendo que ele não ia nem ver, afinal, está em São Paulo e eu em Belém.</p>
<p>Só nesse final de semana passado tomei coragem e mandei pintar de verde. Verde palmeira, da Colorama.</p>
<p>Não resisti e fiz fotinha pra mostrar pra o André. </p>
<p>E pra você, claro.</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/07/dsc04655.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1379" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/07/dsc04655-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Agora estou apaixonada pela coleção dos 7 vermelhos da Risquè e procurando muito um esmalte verde mais clarinho que o Palmeira, tipo menta.</p>
<p>Tão mulherzinha esse texto&#8230;</p>
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		<title>De brinquinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 11:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde 2005, eu invariavelmente usava uns brinquinhos de três aros ovalados, um dentro do outro, presente da minha amiga Lúcia pelo meu aniversário de 26 anos. Veja: Aí, no feriado de 1º de maio, infelizmente perdi um lado dos brincos. No dia seguinte, sábado, a Cláudia sem saber de nada, claro, me presenteou com um par de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2005, eu invariavelmente usava uns brinquinhos de três aros ovalados, um dentro do outro, presente da minha amiga Lúcia pelo meu aniversário de 26 anos. Veja:</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/eu-uso-oculos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1363" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/eu-uso-oculos.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Aí, no feriado de 1º de maio, infelizmente perdi um lado dos brincos.</p>
<p>No dia seguinte, sábado, a <a href="http://www.dialetica.org/loucaporblog">Cláudia</a> sem saber de nada, claro, me presenteou com um par de brincos coloridinhos que comprou em Penedo, cidade fofa que fica pertíssimo de Resende, onde ela mora. Veja:</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04534-copia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1365" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04534-copia-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p>Passei a usá-lo no dia-a-dia e o fato é que, assim como o antecessor, esse brinquinho faz o maior sucesso!</p>
<p>Na faculdade, na escola, na agência, além de ver, meus amigos, alunos, conhecidos, colegas fazem questão de pegar no brinquinho, ver bem as cores e formas, saber onde comprei.</p>
<p>Aí digo que foi uma amiga querida que me deu e que esse é uniquinho por essas bandas. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04559.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1366" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04559-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
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		<title>Porque eu ganhei flores azuis&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olha, eu já contei aqui que  minha cor favorita é azul? Pois é. Aí, quando ele me contou que ia me dar uma flor azul eu ri que só e não acreditei. Ele insistiu, disse que ia desenhar no papel-manteiga e colorir com caneta Bic azul. Achei brega, mas bonitinho, vai. Nesse meio tempo, ele viajou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, eu já contei aqui que  minha cor favorita é azul?</p>
<p>Pois é.</p>
<p>Aí, quando <a href="http://www.dialetica.org/marmota">ele</a> me contou que ia me dar uma flor azul eu ri que só e não acreditei.</p>
<p>Ele insistiu, disse que ia desenhar no papel-manteiga e colorir com caneta Bic azul. Achei brega, mas bonitinho, vai.</p>
<p>Nesse meio tempo, ele viajou para Brasília e, como da outra vez, eu pedi sabonefeeds da <a href="http://www.srtabia.com">Srta. Bia</a> para ele.</p>
<p>A Srta. Bia é daquelas pessoas que só conheço por caixa de comentários, blogs e, mais recentemente, Twitter. Me divirto a valer com as tiradas dela por lá.</p>
<p>O problema todo foi que no mesmo final de semana que ele esteve em Brasília rolou o Luluzinha Camp, e a Srta. Bia encaminhou todos os sabonefeeds do mundo para o evento, que aconteceu em umas tantas capitais.</p>
<p>Ao menos falei com ela ao telefone dessa vez, quando eles saíram juntos por lá. E ela me disse que ele tinha que ter pedido com antecendência e tudo mais e que ficava pra próxima. Conformada, aceitei.</p>
<p>Santa ingenuidade, Batman.</p>
<p>Não ganhei sabonefeeds, é fato. Mas ganhei saboflores em váaaarios AZUIS das mais fofas que se possa imaginar e é lóooogico que não tenho coragem de usar!</p>
<p>Pra completar o jardim, ainda vieram umas borboletinhas também azuis! Oun!</p>
<p>Veja, mas não morra de inveja, afinal, é só encomendar que a Srta. Bia faz pra você também. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04482.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1341" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/06/dsc04482-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>E, assim, saboflores são que nem as flores de plástico dos Titãs, &#8220;não morrem&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Relatos de viagem III &#8211; Resende / Penedo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A gente tem isso em comum: o blog que mudou sua vida foi o mesmo que mudou a minha. É claro, mudanças beeem diferentes, mas mudanças drásticas. Afinal, agora vejo que mergulhar quase que completamente na blogosfera &#8211; o que aconteceu porque li esse mesmo blog que mudou sua vida &#8211; deu um giro na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;A gente tem isso em comum: o blog que mudou sua vida foi o mesmo que mudou a minha. É claro, mudanças beeem diferentes, mas mudanças drásticas. Afinal, agora vejo que mergulhar quase que completamente na blogosfera &#8211; o que aconteceu porque li esse mesmo blog que mudou sua vida &#8211; deu um giro na minha vida… ai, ai, mas isso é assunto pra MSN…&#8221;</em></p>
<p>Quando migrei os posts do Cintaliga para o Agridoce, reli os comentários aqui e acolá. Esse da <a href="http://loucaporblog.wordpress.com">Cláudia</a>, em especial, me chamou atenção e eu copiei e colei para o <a href="http://dialetica.org/marmota">André</a>, que comentou exatamente o que eu estava pensando:</p>
<p>- A Cláudia merece todas as nossas idas a Resende.</p>
<p>É preciso dizer que o blog que mudou a minha vida e a dela foi o dele?</p>
<p>Todas as nossas idas a Resende até agora foram só duas, em 2008 e agora em 2009.</p>
<p>Tínhamos programado ir para Beagá em janeiro. Depois sonhamos um pouco mais e pensamos em Beagá e Rio. Mas a grana não daria e tivemos que optar.</p>
<p>Cogitamos Beagá em um primeiro momento, porque ainda não fomos até lá juntos e porque amo aquela cidade, contudo o Rio venceu não por causa dos pontos turísticos e da bossa toda que envolve o lugar, mas pelas pessoas.</p>
<p>Sim, viajamos por causa de pessoas. Todo ano eu vinha de Manaus para Belém pelo menos três vezes ao ano, por causa dos parentes dos meus pais. André ia para Pelotas todo fim de ano por causa dos parentes dos pais dele&#8230;</p>
<p>E agora são os amigos os responsáveis por esse movimento.</p>
<p>Saímos de Ubatuba de manhã, almoçamos em Paraty, passamos por Angra dos Reis e chegamos a Resende às 19:30.</p>
<p>Fomos para o essencialmente confortável River Park Hotel &#8211; porque eu sou totalmente a favor do ar-condicionado &#8211; e nos instalamos mais uma vez de frente para o Rio Paraíba do Sul e suas pontezinhas.</p>
<p>Encontramos a Cláudia uma, duas horas depois e ela nos levou ao V8, um barzinho temático, pertinho do hotel.</p>
<p>Quando chegamos lá, ainda não tinha quase ninguém e a música ao vivo &#8211; o horror! segundo o André &#8211; ainda não tinha começado.</p>
<p>Ficamos batendo papo, tirando fotinha, falando sobre as grandes causas da humanidade e do quanto a Cláudia tem-precisa-deve ir a Belém e/ou São Paulo em breve.</p>
<p>Aí a banda começou a tocar e o V8 ficou pequeno demais para nossa conversa. André, que estava do outro lado da mesa &#8211; Cláudia e eu sentamos ao lado uma da outra, de frente pra ele &#8211; ficava indagando que nem o velho surdo da praça o que a gente estava falando.</p>
<p>Mas no final das contas ficamos encantados com a cordialidade e gentileza do vocalista da banda que, no intervalo do show, foi de mesa em mesa agradecer a atenção com a música e a curtição do público. Simpatia é outra coisa&#8230;</p>
<p>Bem cansados voltamos pro hotel, onde ainda fui remexer em um freela no computador, enquanto o André adormecia embalado pelo Aberto da Austrália que passava na ESPN.</p>
<p>No dia seguinte, como já está quase virando tradição, fomos almoçar com a Cláudia e os meninos dela (filhos, gente!) no velho e bom Fritz, emendando com uma visita já clássica à casa do Papai Noel &#8211; sim, ele mora em Penedo! &#8211; e na não menos tradicional Sorveteria Finlandesa.</p>
<p>Como os meninos da Cláudia tinham um casamento para ir e nós ainda tínhamos um tantinho de estrada até o Rio, nos despedimos lá pelas 15 horas e seguimos em frente.</p>
<p>Fizemos uma fotinha iluminada &#8211; André lindo de azul, Cláudia e eu mimeticamente de vermelho &#8211; trocamos aqueles abraços de um ano de amizade acumulada e nos despedimos.</p>
<p>Ano que vem minha formatura será em janeiro &#8211; se Deus quiser. Vai ser corrido, mas ainda assim terei que arranjar um tempo para ir a Resende pela terceira vez.</p>
<p>E que sempre encontre a Cláudia a cada ano mais feliz. E que um dia a gente tenha o prazer de levá-la a um barzinho legal, a um restaurante legal, a uma sorveteria legal, retribuindo o carinho com que ela sempre nos acolhe por lá pelos domínios dela.</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/img_3464.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1176" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/img_3464-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>PS &#8211; Algumas fotinhas de Resende do ano passado estão no <a href="http://dialetica.org/belembelem">Belém, Belém</a>, o blog de fotografias do Dialética. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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