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	<title>Agridoce &#187; Cinema</title>
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	<description>porque eu sou um agridoce de menina...</description>
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		<title>De Lula, o filho do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem eu vi o filme do Lula e agora vou votar na Dilma! *** Bem, na verdade, não sei ainda em quem vou votar pra presidente esse ano. Não sei nem se vou votar, se estarei em Belém pra votar. Mas ontem, depois de ver o filme do Lula, fiquei me perguntando sinceramente qual a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu vi o filme do Lula e agora vou votar na Dilma!</p>
<p>***</p>
<p>Bem, na verdade, não sei ainda em quem vou votar pra presidente esse ano. Não sei nem se vou votar, se estarei em Belém pra votar.</p>
<p>Mas ontem, depois de ver o filme do Lula, fiquei me perguntando sinceramente qual a ponte que une o fato de você ver o filme de uma pessoa e votar em outra. Ah, tudo bem. A Dilma é amiga do Lula, indicada do Lula. Mas não é o Lula. Não é dela a trajetória que vi no cinema ontem.</p>
<p>Já vi algumas pessoas comparando o filme de Fábio Barreto com Dois filhos de Francisco e de novo me pergunto: será que só porque eu vi o filme sobre a vida do Zezé e do Luciano eu automaticamente me transformei na fã número um da dupla sertaneja?</p>
<p>Enfim.</p>
<p>Pra fechar, um minuto de silêncio pra Rui Ricardo Diaz, o intérprete do Lula. Arrebatador.</p>
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		<title>Dos laços de ternura</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 16:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como estou grevando todas, tenho passado esses dias em casa. Durmo, fico no computador, finjo que faço meu TCC &#8211; Larissa, se você estiver lendo isso, acredite, que vou fazer e vai ficar lindo! -, vejo filminhos, vejo Oprah, vejo Padrinhos Mágicos &#8211; e estou apaixonada pelo bebê-fada de Cosmo e Wanda! &#8211; etc., etc.. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como estou grevando todas, tenho passado esses dias em casa.</p>
<p>Durmo, fico no computador, finjo que faço meu TCC &#8211; Larissa, se você estiver lendo isso, acredite, que vou fazer e vai ficar lindo! -, vejo filminhos, vejo Oprah, vejo Padrinhos Mágicos &#8211; e estou apaixonada pelo bebê-fada de Cosmo e Wanda! &#8211; etc., etc..</p>
<p>Aí, anteontem, vi Laços de Ternura no Telecine Cult, de 8 às 10 da manhã.</p>
<p>Como diria a minha mãe, esse filme é só pra chorar!</p>
<p>Podem achar brega, mas me identifico com a história de Aurora e Emma no seguinte ponto: elas passam a vida conversando uma com a outra no telefone.</p>
<p>O hábito começa quando a Emma se casa e e se muda. Todos os dias se falam nas horas e situações mais inusitadas.</p>
<p>Quando viajo é assim. Por mais que combinemos de nos falar somente pelo MSN, sempre acabo ligando pra minha mãe. Do aeroporto, do carro, do shopping, da livraria, do hotel. Falamos, falamos, falamos pelos laços de ternura das espirais telefônicas&#8230;</p>
<p>Prestes a morrer &#8211; não pode ser considerado spoiler porque todo mundo sabe que a Emma morre de câncer no final de Laços de Ternura, gente &#8211; Emma diz pra Aurora que elas nunca brigam.</p>
<p>Aurora estranha, diz que SEMPRE brigam! É quando Emma diz que ela nunca brigou, que Aurora é que brigava, mas como não dá pra brigar sozinha&#8230;</p>
<p>Eu não consigo ficar um dia brigada com minha mãe. A gente discute, mas sempre se resolve no mesmo dia.</p>
<p>Ontem, ela foi fazer uma endoscopia e quem já fez esse exame sabe que ficamos meio dopados e que tem que ir com um acompanhante. Não fui porque não sei dirigir &#8211; e só nessas horas me arrependo disso. Meu irmão, que dirige, foi quem a levou.</p>
<p>Depois voltaram pra casa e minha mãe ficou deitada na cama comigo lendo uma revista pra ela.</p>
<p>Escrevo aqui para compartilhar e guardar esse momento.</p>
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		<title>Relatos de viagem III &#8211; Resende / Penedo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A gente tem isso em comum: o blog que mudou sua vida foi o mesmo que mudou a minha. É claro, mudanças beeem diferentes, mas mudanças drásticas. Afinal, agora vejo que mergulhar quase que completamente na blogosfera &#8211; o que aconteceu porque li esse mesmo blog que mudou sua vida &#8211; deu um giro na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;A gente tem isso em comum: o blog que mudou sua vida foi o mesmo que mudou a minha. É claro, mudanças beeem diferentes, mas mudanças drásticas. Afinal, agora vejo que mergulhar quase que completamente na blogosfera &#8211; o que aconteceu porque li esse mesmo blog que mudou sua vida &#8211; deu um giro na minha vida… ai, ai, mas isso é assunto pra MSN…&#8221;</em></p>
<p>Quando migrei os posts do Cintaliga para o Agridoce, reli os comentários aqui e acolá. Esse da <a href="http://loucaporblog.wordpress.com">Cláudia</a>, em especial, me chamou atenção e eu copiei e colei para o <a href="http://dialetica.org/marmota">André</a>, que comentou exatamente o que eu estava pensando:</p>
<p>- A Cláudia merece todas as nossas idas a Resende.</p>
<p>É preciso dizer que o blog que mudou a minha vida e a dela foi o dele?</p>
<p>Todas as nossas idas a Resende até agora foram só duas, em 2008 e agora em 2009.</p>
<p>Tínhamos programado ir para Beagá em janeiro. Depois sonhamos um pouco mais e pensamos em Beagá e Rio. Mas a grana não daria e tivemos que optar.</p>
<p>Cogitamos Beagá em um primeiro momento, porque ainda não fomos até lá juntos e porque amo aquela cidade, contudo o Rio venceu não por causa dos pontos turísticos e da bossa toda que envolve o lugar, mas pelas pessoas.</p>
<p>Sim, viajamos por causa de pessoas. Todo ano eu vinha de Manaus para Belém pelo menos três vezes ao ano, por causa dos parentes dos meus pais. André ia para Pelotas todo fim de ano por causa dos parentes dos pais dele&#8230;</p>
<p>E agora são os amigos os responsáveis por esse movimento.</p>
<p>Saímos de Ubatuba de manhã, almoçamos em Paraty, passamos por Angra dos Reis e chegamos a Resende às 19:30.</p>
<p>Fomos para o essencialmente confortável River Park Hotel &#8211; porque eu sou totalmente a favor do ar-condicionado &#8211; e nos instalamos mais uma vez de frente para o Rio Paraíba do Sul e suas pontezinhas.</p>
<p>Encontramos a Cláudia uma, duas horas depois e ela nos levou ao V8, um barzinho temático, pertinho do hotel.</p>
<p>Quando chegamos lá, ainda não tinha quase ninguém e a música ao vivo &#8211; o horror! segundo o André &#8211; ainda não tinha começado.</p>
<p>Ficamos batendo papo, tirando fotinha, falando sobre as grandes causas da humanidade e do quanto a Cláudia tem-precisa-deve ir a Belém e/ou São Paulo em breve.</p>
<p>Aí a banda começou a tocar e o V8 ficou pequeno demais para nossa conversa. André, que estava do outro lado da mesa &#8211; Cláudia e eu sentamos ao lado uma da outra, de frente pra ele &#8211; ficava indagando que nem o velho surdo da praça o que a gente estava falando.</p>
<p>Mas no final das contas ficamos encantados com a cordialidade e gentileza do vocalista da banda que, no intervalo do show, foi de mesa em mesa agradecer a atenção com a música e a curtição do público. Simpatia é outra coisa&#8230;</p>
<p>Bem cansados voltamos pro hotel, onde ainda fui remexer em um freela no computador, enquanto o André adormecia embalado pelo Aberto da Austrália que passava na ESPN.</p>
<p>No dia seguinte, como já está quase virando tradição, fomos almoçar com a Cláudia e os meninos dela (filhos, gente!) no velho e bom Fritz, emendando com uma visita já clássica à casa do Papai Noel &#8211; sim, ele mora em Penedo! &#8211; e na não menos tradicional Sorveteria Finlandesa.</p>
<p>Como os meninos da Cláudia tinham um casamento para ir e nós ainda tínhamos um tantinho de estrada até o Rio, nos despedimos lá pelas 15 horas e seguimos em frente.</p>
<p>Fizemos uma fotinha iluminada &#8211; André lindo de azul, Cláudia e eu mimeticamente de vermelho &#8211; trocamos aqueles abraços de um ano de amizade acumulada e nos despedimos.</p>
<p>Ano que vem minha formatura será em janeiro &#8211; se Deus quiser. Vai ser corrido, mas ainda assim terei que arranjar um tempo para ir a Resende pela terceira vez.</p>
<p>E que sempre encontre a Cláudia a cada ano mais feliz. E que um dia a gente tenha o prazer de levá-la a um barzinho legal, a um restaurante legal, a uma sorveteria legal, retribuindo o carinho com que ela sempre nos acolhe por lá pelos domínios dela.</p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/img_3464.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1176" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/img_3464-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>PS &#8211; Algumas fotinhas de Resende do ano passado estão no <a href="http://dialetica.org/belembelem">Belém, Belém</a>, o blog de fotografias do Dialética. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Paz</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 20:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olha, quando essa guerra acabar, ainda haverá aquele livro que você gosta tanto de ler; aquela comida que só a sua mãe sabe fazer; aquela música que já curou suas dores de cotovelo e aquela outra que embalou o seu melhor romance. Quando esse dia cinza acabar, haverá aquele encontro, aquela conversa, aquela tarde que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Olha, quando essa guerra acabar, ainda haverá aquele livro que você gosta tanto de ler; aquela comida que só a sua mãe sabe fazer; aquela música que já curou suas dores de cotovelo e aquela outra que embalou o seu melhor romance.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando esse dia cinza acabar, haverá aquele encontro, aquela conversa, aquela tarde que entra pela noite e parece não ter mais fim.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Haverá espaço para pessoas como você e eu, e haverá pessoas que se encaixem com pessoas como você e eu.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando esse tempo sonolento acabar, haverá gente livre de signo, nacionalidade e religião.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Você não precisará endurecer, ficar cético ou assistir a filmes sanguinolentos.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando essa chuva mais doida acabar, haverá a compreensão dos tímidos, a redenção dos atirados, a fusão do melhor de cada um.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Haverá a sua cor favorita, a felicidade explícita e uma certa dose de nostalgia.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando essa semana infame acabar, ainda haverá aquela foto legal, aquela praia e aquela montanha e tanto chocolate branco quanto preto.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Haverá abraço demorado, beijo apertado e calor nas relações.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando esse inverno sem sentido acabar, haverá você modificado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Haverá aquelas coisas devastadas e destruídas. Aquelas reconstruídas. E as novas invenções. As reedições.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Tudo de ruim e sujo e chato e feio e mau ainda haverá – mas, sobretudo haverá coragem para enfrentar.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Quando esse ano bobo acabar, haverá o retorno do verdadeiro significado do Natal; um cartão mais importante que o presente; um carnaval constante no peito.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> Haverá tudo o que sua mente conseguiu captar e todas essas suas recordações. Em colorido e em preto e branco.</span><span style="font-family: Verdana;color: #333333"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana;color: #333333">Haverá a certeza de que, de um modo ou de outro, cada um é especial. E que para pessoas especiais como você, estou com o Rick e não abro – apesar de tudo, sempre haverá Paris – ou Cassandoca. </span></p>
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		<title>Natal chegando&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prepare-se, leitor: vou começar a fazer os textos tradicionais de Natal&#8230; Roberto Carlos, etc. e tal&#8230;. Por hoje escreverei sobre A felicidade não se compra, o melhor filme de Natal do mundo! Olha, como disse ontem, passei o carnaval em Santiago. Comprinhas aqui, comprinhas ali&#8230; Já tínhamos achado o DVD Roberto Carlos em ritmo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2008/12/2266983324_04a5457453_b.jpg"></a>Prepare-se, leitor: vou começar a fazer os textos tradicionais de Natal&#8230; Roberto Carlos, etc. e tal&#8230;.</p>
<p>Por hoje escreverei sobre <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/felicidade-nao-se-compra/felicidade-nao-se-compra.asp">A felicidade não se compra</a>, o melhor filme de Natal do mundo!</p>
<p>Olha, como disse ontem, passei o carnaval em Santiago. Comprinhas aqui, comprinhas ali&#8230; Já tínhamos achado o DVD Roberto Carlos em ritmo de aventura e um CD do Neruda declamando poemas, quando nos deparamos com <strong>Que bello es vivir, una pelicula de Frank Capra</strong>!</p>
<p>Deus&#8230; Só não compramos porque já temos! Hahahahahahahahaha! (Já temos é ótimo. Na verdade o DVD é dele, dei no inicinho do ano passado).</p>
<p>Mas foi um daqueles momentos inesperados e, por isso mesmo, sublimes. Nós dois ali, tão longe de casa, tão perto um do outro e com o filme que eu vivo dizendo que é a cara dele nas mãos&#8230;</p>
<p>Porque ele é sim o meu George Bailey. Porque já o vi abrindo mão de si mesmo em prol dos outros. Porque por ele eu sairia de porta em porta pedindo ajuda se tivesse uma dívida enorme &#8211; mas ele nem tem, ainda bem! Porque eu sei que eu sou má mesmo, mas ele não. Ele é bom e merece meus cuidados e minhas preces&#8230;</p>
<p>Quando viaja, quando deixa a barba por fazer, quando dirige tarde da noite, quando não se alimenta direito, quando não se cuida, quando tem um dia difícil no trabalho.</p>
<p>Nós sempre, sempre, sempre teremos Bedford Falls&#8230; Feliz Natal.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2008/12/2266983324_04a5457453_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-218 aligncenter" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2008/12/2266983324_04a5457453_b-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Odeio chuva</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 16:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando eu tinha uns dez anos, lembro nitidamente de uma cena: mais uma vez chovia na hora da saída da escola e ficávamos todos amontoados no pátio, esperando os pais e/ou responsáveis. Aqui em Belém, onde moro, pode chover o que for, nunca esfria. Pelo contrário, fica abafado que só vendo. Foi quando eu disse, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Quando eu tinha uns dez anos, lembro nitidamente de uma cena: mais uma vez chovia na hora da saída da escola e ficávamos todos amontoados no pátio, esperando os pais e/ou responsáveis. Aqui em Belém, onde moro, pode chover o que for, nunca esfria. Pelo contrário, fica abafado que só vendo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Foi quando eu disse, curta e grossa, pra minha professora da 4ª série, a tia Terezinha: &#8211; Odeio chuva! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Minha professora me ensinou naquele dia a lição que, de todas, eu guardo até hoje com mais carinho: &#8211; Não fale assim. A chuva é uma bênção. Sempre que você se irritar com a chuva, lembre daquelas pessoas do sertão nordestino que nós estudamos nas aulas de Estudos Sociais. Pense no quanto elas queriam essa chuva, mas não têm. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Há quase 20 anos eu sempre lembro. Toda vez que pego uma chuva inesperada que me molha da cabeça aos pés, toda vez que fico presa em algum lugar, esperando a chuva passar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Anos antes da tia Terezinha ter me dito aquilo, fiz uma viagem de carro com meus pais e meu irmão – e mais meus tios e primos – pelo Nordeste praticamente inteiro. Meus tios e primos moravam em Salvador e saímos de Belém até lá de carro, só faltando mesmo conhecer Aracaju – mas um dia ainda vou a Aracaju só por causa da <a href="http://www.aprendendo.wordpress.com">Isabela</a>, do Gil e do <a href="http://www.rafael.galvao.org">Rafael</a>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Temos fotos daquela viagem. Muitas fotos. Fotos de grutas, de praias, de sertão. Temos fotos até da montanha em forma de galinha do filme O cangaceiro trapalhão. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">E temos fotos de famílias abandonadas no meio do nada. Vimos os Retirantes de Portinari ao vivo e a cores. Vimos a família de Fabiano e Sinhá Vitória. Acabávamos comendo pouco nas paradas, porque sempre dávamos a essas pessoas os biscoitos, os sanduíches e os refrigerantes que tínhamos levado. Eles olhavam assustados pra aquelas latinhas de refrigerantes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Meu irmão tinha onzes meses quando fizemos essa viagem. Hoje ele tem 24 anos. De dois em dois anos minha mãe viaja de ônibus com as colegas do trabalho para congressos de biblioteconomia que, geralmente, são no Nordeste. Ela já foi a Recife, Natal, Salvador. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Elas levam sacolas com cestas básicas e vão dando nas paradas para aquelas famílias esquecidas no meio do nada, igualzinho há mais de 20 anos&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">PS &#8211; Você sabia, leitor, que o Piauí é o estado mais pobre do Brasil? Você já ajudou as pessoas que moram lá de alguma forma? Mandando dinheiro, mantimentos, roupas? Não? Puxa&#8230; Aproveita&#8230; É Natal&#8230;</p>
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		<title>A pergunta que não quer calar é&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 20:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do que aconteceu ao Alberto Milfont Jr. alguém aqui ainda vai comprar um alfinete nas Casas Bahia? *** Sabe, todo fim de ano, há anos, minha mãe dá dinheiro para mim e para o meu irmão para que a gente compre o que quiser de Natal, de presente de Natal. A gente, na maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do que aconteceu ao <a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL857733-5605,00-ESTA+TUDO+DESTRUIDO+DIZ+IRMA+DE+JOVEM+MORTO+EM+LOJA+EM+SP.html">Alberto Milfont Jr.</a> alguém aqui ainda vai comprar um alfinete nas Casas Bahia? </p>
<p>***  </p>
<p>Sabe, todo fim de ano, há anos, minha mãe dá dinheiro para mim e para o meu irmão para que a gente compre o que quiser de Natal, de presente de Natal.  </p>
<p>A gente, na maioria das vezes sai junto, pra ajudar não só a escolher as coisas como pra carregar as sacolas!  </p>
<p>E sempre vamos muito, muito despojados, avacalhados, largados. A ponto até de minha mãe reclamar e brincar dizendo que vão acabar prendendo a gente no shopping.  </p>
<p>Nunca nos prenderam, mas já olharam com certo ar de displicência sim! Não sei se pelos chinelos do meu irmão ou se pelo meu ar descabelado de ser&#8230; &#8211; o meu irmão sempre argumenta que a gente tem que ir desleixado pra pensarem que a gente tá sem grana e não nos assaltarem!  </p>
<p>Eu sempre atribui esses olhares estranhos ao fato de que entramos em lojinhas chiques, boutiques etiquetadas, etc. e tal. E tanto eu quanto meu irmão sempre zoamos com a mudança de humor das atendentes quando vêem que a gente está com grana e vai pagar à vista e tudo mais. Só faltam nos carregar no colo!  </p>
<p>Pois Alberto Milfont Jr. nunca mais carregará o filho dele de cinco meses no colo porque um segurança das Casas Bahia julgou que a roupa dele não era adequada para comprar um colchão em uma loja de departamentos.  </p>
<p>Um dia, vou comprar colchão, cama, mesa, sofás, cadeiras. Eu não sei que dia vai ser, não sei de que cor vai ser, não sei se vai ser de vidro ou madeira. Só sei que nada, nem um alfinete da minha casa, será comprado nas Casas Bahia.  </p>
<p>Porque eu trabalho e uso roupa de trabalho e não de desfile, porque tenho filho pra carregar no colo, porque tenho sonhos de casar e ser feliz, porque um pouco desse tiro que matou o Alberto me atinge também. E dói.</p>
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		<title>Dos ritos</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 14:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Se vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!&#8221; Olha, foi isso que a raposa disse ao principezinho sobre a necessidade dos ritos. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Se vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!&#8221;</em></p>
<p>Olha, foi isso que a raposa disse ao principezinho sobre a necessidade dos ritos. E eu me encontro exatamente assim: a cada dia, a cada hora, a cada minuto mais feliz. Inquieta e agitada, descobrindo o preço da felicidade.</p>
<p>E dando valor a cada dia, a cada hora, a cada minuto. Como nunca, como sempre.</p>
<p>Porque, assim como o principezinho, eu descobri que não existe outra rosa no mundo igual a minha rosa.</p>
<p>E sou completa e irremediavelmente cativa da minha rosa, que faz o meu B-612 um lugar mais feliz.</p>
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		<title>Das minhas meninas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No finalzinho das férias de julho vi um filme no canal Brasil chamado Meninas. Meninas é um documentário da cineasta Sandra Werneck &#8211; a mesma que fez Pequeno Dicionário Amoroso e Cazuza &#8211; o tempo não pára -, produzido em 2006. O filme retrata a gravidez na adolescência de quatro meninas moradoras de morros cariocas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No finalzinho das férias de julho vi um filme no canal Brasil chamado Meninas.</p>
<p>Meninas é um documentário da cineasta Sandra Werneck &#8211; a mesma que fez Pequeno Dicionário Amoroso e Cazuza &#8211; o tempo não pára -, produzido em 2006.</p>
<p>O filme retrata a gravidez na adolescência de quatro meninas moradoras de morros cariocas.</p>
<p>O pensamento imediato que me ocorreu quando o filme acabou foi: meus alunos precisam ver esse filme.</p>
<p>Ora, aqui em Belém não tem morro, mas nem por isso deixa de ter meninas grávidas.</p>
<p>Passei o DVD para minha turma de sétima e oitava séries e segundo ano.</p>
<p>A sétima série produziu textos sobre o assunto &#8211; que também está sendo abordado pela professora de Ciências; o segundo ano decidiu fazer o trabalho da feira cultural a partir do documentário &#8211; dando ênfase ao uso da camisinha não só como forma de impedir uma gravidez, mas também para proteger de doenças sexualmente transmissíveis; e a oitava série fez um ciclo de debates.</p>
<p>É sobre os debates que quero falar.</p>
<p>A turma foi dividida em grupos e cada grupo ficou encarregado de levar um convidado para falar sobre o assunto &#8211; ao final, a gente abria para perguntas.</p>
<p>Os professores de Ciências foram chamados; a professora de Inglês que às vezes pára tudo e conversa com eles sobre assuntos relacionados à sexualidade; a psicóloga do posto de saúde que atende a comunidade em que eles vivem; três jovens que tiveram filhos na adolescência.</p>
<p>Dei minha opinião em alguns momentos, mas na maior parte do tempo deixei a coisa fluir do jeito deles.</p>
<p>Pontos relevantes: meus alunos queriam conversar sobre o assunto, mas se sentiam envergonhados, de modo que as perguntas não foram feitas diretamente, mas sim, por meio de bilhetes; em uma sala com 25 meninas, só três já foram a ginecologista; mesmo o trabalho sendo focado em prevenção, tivemos uma enxurrada de perguntas relacionadas ao aborto (algumas terríveis como: é verdade que tomando Coca-cola com Anador a gente consegue abortar?).</p>
<p>Os dois momentos importantes me dividiram ao meio e depois de relatá-los vou explicar o motivo.</p>
<p>Em um dos debates, onde a convidada era uma moça que tinha ficado grávida na adolescência, uma das alunas pediu pra falar e contou que aos 14 anos passou por uma espécie de gravidez psicológica &#8211; ela explicou que a menstruação atrasou e ela começou a enjoar e fixar na cabeça que estava grávida. Ao perceber essa mudança de comportamento, a mãe da aluna, ao invés de levá-la ao médico, a obrigou a tomar um remédio abortivo. A menina começou a passar muito mal e finalmente foi levada ao hospital, onde foi constatado que ela não estava grávida coisa nenhuma. Ou seja, minha aluna de 14 anos passou por uma gravidez psicológica e por um aborto &#8220;real&#8221; e cruel, imposto pela própria mãe &#8211; &#8220;aborto&#8221; esse que até hoje faz com que ela tome remédios para restaurar no organismo o que ficou deteriorado.</p>
<p>O outro relato, feito no último dia de debate foi também de uma aluna da sala, esta com 15 anos: ela está grávida de 5 meses.</p>
<p>Disse que o tempo todo em que o ciclo aconteceu ela já sabia e ficava angustiada em perceber que não adiantava mais nada. Disse que esperou passar bastante tempo pra contar para os pais para que não tivesse possibilidade de aborto. Contou também que o pai dela disse que ou sai ela ou sai ele de casa e não se falam mais e que o namorado tem 20 anos, vai assumir a criança e quer que ela vá morar com ele. Detalhe: esse rapaz de 20 anos também é meu aluno. Só que da 5ª série.</p>
<p>O que me partiu ao meio diante desses dois relatos tão próximos de mim foi a sensação de ter chegado tarde demais. Me senti impotente e arrasada por minhas alunas adolescentes terem passado ou estarem passando por problemas tão adultos, das piores maneiras possíveis, e eu não poder fazer nada para ajudá-las.</p>
<p>Eu, como diria Rubem Alves, não sou da turma do otimismo; eu sou da turma da esperança &#8211; que é algo muito mais além. E é dentro dessa esperança que desejo profundamente ter tocado essas pessoas tão do meu convívio, e que eles tenham a consciência de que sou um canal aberto para a conversa. Não só aquela conversa gramatical ou literária, mas aquela conversa capaz de mudar o rumo das coisas.</p>
<p>PS &#8211; Ultimamente sinto uma vontade enorme de escrever sobre meus alunos. Uma vontade tão grande quanto a preocupação e o carinho.</p>
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		<title>O jogo do eu ou De vez em quando até que eu sou altruísta</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 15:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há três anos, na Primavera dos Livros, a Patrícia comprou e me deu de presente um livrinho curioso chamado O jogo do eu. É curioso porque o teor do livro vem em cartas dentro de uma caixinha. Cada uma dessas cartas apresenta uma &#8220;tarefinha&#8221; como: abrace pelo menos três pessoas hoje, resgate seus sonhos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há três anos, na Primavera dos Livros, a <a href="http://www.carvoeiro.com.br">Patrícia</a> comprou e me deu de presente um livrinho curioso chamado O jogo do eu.</p>
<p>É curioso porque o teor do livro vem em cartas dentro de uma caixinha.</p>
<p>Cada uma dessas cartas apresenta uma &#8220;tarefinha&#8221; como: abrace pelo menos três pessoas hoje, resgate seus sonhos de adolescente, conte piadas, procure um lugar apropriado e grite, dê um beijo apaixonado em alguém (essa vou cumprir daqui a nove dias&#8230;).</p>
<p>Sempre encarei O jogo do eu como uma espécie de propagador de uma corrente do bem.</p>
<p>Dia desses, organizando a estante, abri a caixinha e a primeira cartinha que veio foi: livre-se de algo. Nela dizia:</p>
<p>&#8220;Procure entre suas coisas pessoais algo que possa ser jogado fora ou dado. Aquilo que &#8216;um dia pode ser que eu precise&#8217; por exemplo. Escolha o objeto e livre-se dele hoje mesmo!&#8221;.</p>
<p>Foi quando decidi dar 17 livros meus para 17 alunos meus.</p>
<p>(Minha turma mais querida &#8211; e que as outras não saibam disso! &#8211; é a minha turma de 2º ano do Ensino Médio, que tem 17 alunos apenas que aprendem Literatura comigo. As outras turmas aprendem o velho e bom Português&#8230;)</p>
<p>Bem, falando assim parece fácil, dar 17 livros para os alunos mais queridos &#8211; pelo menos desse ano, sim?</p>
<p>Ledo engano, leitor. Foi um suplício!</p>
<p>Fiquei acarinhando os livros antes, como se fosse algo muito precioso do qual eu abriria mão.</p>
<p>Mas no fundo isso é ilusão. O que há de precioso naqueles livros eu já tinha guardado pra sempre, pois já tinha lido todos eles. E, a partir daquele momento, eles enriqueceriam a vida dos meus alunos um pouco mais. Muito mais até do que todas as aulas barrocas, árcades, românticas que já dei.</p>
<p>Eu recomendei os livros &#8211; o meu Macunaíma, o meu Tom Sawyer, os meus contos do Machado, o meu Guarani, os poemas do Castro Alves, etc. -, disse para terem zelo e para depois emprestarem uns aos outros, como em uma espécie de clube do livro. Foi quando uma aluna perguntou quando tinham que devolvê-los a mim.</p>
<p>Quando eu disse que estava dando os livros, meus alunos ficaram bem felizes, sabe? E esse momento precioso eu, além de guardar, resolvi que, assim que voltasse a escrever, compartilharia com você, leitor que me lê.</p>
<p>PS &#8211; Vamos ver até quando vou conseguir escrever todo dia. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS2 &#8211; Ainda não tem &#8220;feed por e-mail&#8221; aqui. Mas terá. É que a equipe de layoutistas de uma pessoa só mexe em blog no final de semana. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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