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	<title>Agridoce &#187; Bicho</title>
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	<description>porque eu sou um agridoce de menina...</description>
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		<title>Relatos de viagem I &#8211; Ubatuba</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Bicho]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Mulherzinha]]></category>
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		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos a Ubatuba à noitinha e, depois de zanzar perdidos pra lá e pra cá, finalmente achamos a acolhedora pousadinha Ubatuba do Alto &#8211; recomendadíssima (o café da manhã é bem saboroso, com frutas, pão caseiro, bolo feito na hora; sem contar o monte de passarinhos multicoloridos cantando ao seu redor de manhã bem cedo!). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Chegamos a Ubatuba à noitinha e, depois de zanzar perdidos pra lá e pra cá, finalmente achamos a acolhedora pousadinha <a href="http://www.ubatubadoalto.com.br">Ubatuba do Alto</a> &#8211; recomendadíssima (o café da manhã é bem saboroso, com frutas, pão caseiro, bolo feito na hora; sem contar o monte de passarinhos multicoloridos cantando ao seu redor de manhã bem cedo!). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Encantados com o visual – a pousada fica incrustada em um morro com vista para a orla marítima – demoramos um tempo para ver que não estávamos sozinhos no chalé&#8230;</span></p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1138" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Foi quando deitei na cama e dei de cara com ele na cabeceira da cama. Ele: o sapo! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">O <a href="http://dialetica.org/marmota">André</a> veio com um papo de que estávamos em um ambiente rústico e que, em um ambiente rústico, aquilo era natural, e tentou me convencer de que poderíamos conviver pacificamente com aquele sapo ENORME! Mas não colou: era o sapo ou eu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Foi quando ele começou a caçada ao sapo. Como não estava mesmo querendo tirar o sapo de lá, o máximo que conseguiu foi fazê-lo pular da cabeceira da cama para o banheiro! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Pronto! Não poderia fazer xixi, tomar banho, escovar os dentes, nada! Era pro sapo ir para fora, não para o banheiro!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1139" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/2-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">E o André louvando o rústico e eu com saudade do bom e velho ar-condicionado&#8230; (ainda bem que em Resende ficaríamos no velho e bom e lindo e confortável River Park!).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Nesse ponto, o André entrou no banheiro e se trancou lá com o sapo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Uma eternidade depois, ele sai de lá, triunfante, com o sapo! Um lance “meu herói”, manja? Lindo demais! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">E é claro que ele não matou o sapo, afinal, ele é a favor do rústico! Ele aprisionou o sapo em um saco plástico e o soltou no mato, fora do chalé, devolvendo-o assim ao habitat natural dele.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Depois veio com um papo de que o sapo seria pego por predadores, mas eu resisti ao remorso mesmo assim. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">O mais fofo de tudo foi ele contando como foi que fez para capturar o sapo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">Ele disse que conversou com ele. Oun! Disse que explicou ao sapo que por ele, André, não tinha problema nenhum dele, sapo, ficar lá. Mas que a namorada dele, eu, tinha medo e, sabe como é, ele teria que tirá-lo de lá, mas que não faria mal nenhum.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">O sapo o compreendeu e confiou nele, aceitando pular no saquinho plástico que o removeria para o lado de fora do chalé. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">O jeito dele contar o diálogo que teve com o sapo faz com que a gente por um minuto acredite que realmente aconteceu. Tanto que cheguei até a perguntar qual era o nome do sapinho. E ele, sem pestanejar, respondeu: Agapito!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Achei muito curiosa a prontidão com a qual ele respondeu o nome do sapo e só me convenci que era tudo fantasia quando depois descobri que <a href="http://www.infantv.com.br/bambalalao.htm">Agapito era um sapinho do antigo Bambalalão</a> &#8211; coincidentemente, programa infantil favorito do André&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1142" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">PS – Em Ubatuba, ainda vimos uma queima de fogos de uma vista pra lá de privilegiada. Aconteceu que um navio passou o dia na cidade e à noite, na despedida, teve fogos de artifício. A dona da pousada disse que, na verdade, era pela nossa chegada e nós, alegremente, decidimos acreditar&#8230; </span></p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1141" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/5-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">PS2 – No dia seguinte fomos ao <a href="http://www.tamar.org.br">Projeto Tamar</a>, por motivos pra lá de sentimentais: quando o André fez 30 anos, adotei uma tartaruga marinha de lá e dei de presente a ele. Tudo por causa de uma metáfora que ele usava bastante quando nos conhecemos: a de que eu era uma águia e ele, uma tartaruga, e que apesar da essência dele de tartaruga de ter os pés no chão, ele voava quando a águia vinha buscá-lo&#8230; Ai, ai. </span></p>
<p><a href="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1140" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/03/4-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana">PS3 – Próxima parada: Paraty!<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana"></span></p>
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		<title>Da aprendizagem</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 22:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Bicho]]></category>
		<category><![CDATA[Catarse]]></category>
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		<category><![CDATA[Pirlimpimpim]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho uma amiga que se divorciou faz um tempo. Foi quando outra amiga deu uma gatinha, um bebê-gato, para ela, para fazer companhia, já que ela moraria sozinha dali em diante&#8230; Minha amiga mesmo não gostando de gatos &#8211; cresceu em uma casa com cachorros &#8211; aceitou o presente por educação, pensando em um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma amiga que se divorciou faz um tempo.</p>
<p>Foi quando outra amiga deu uma gatinha, um bebê-gato, para ela, para fazer companhia, já que ela moraria sozinha dali em diante&#8230;</p>
<p>Minha amiga mesmo não gostando de gatos &#8211; cresceu em uma casa com cachorros &#8211; aceitou o presente por educação, pensando em um dia passar a gatinha adiante.</p>
<p>A gatinha persa recebeu o nome de Mel, pois tem o pelinho todo dourado.</p>
<p>E a Mel cresceu. Cresceu e passou a tratar minha amiga como hóspede, como se o apartamento fosse dela, Mel, e não da dona&#8230;</p>
<p>E minha amiga querendo dar a gatinha a todo custo&#8230;</p>
<p>Foi quando a moça do Pet Shop disse que tinha uma menina interessada em uma gatinha persa, do jeitinho que a Mel era.</p>
<p>Na hora H de dar a gata, quem disse que minha amiga conseguiu?</p>
<p>Descobriu que não podia mais passar sem a gatinha. A gatinha com quem vive conversando, a gatinha a quem leva ao veterinário e a quem dá de comer todos os dias. A gatinha que ela criou feito cachorro &#8211; ela diz que a gata precisa de anos de analista pra entender o lado canino que desenvolveu&#8230; A gatinha que ela aprendeu a gostar enfim.</p>
<p>PS &#8211; Voltando de férias lindas acopladas a um lindo carnaval. Com muitas coisinhas para relatar. E vamos ver se a constância reina outra vez por aqui, sim?</p>
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