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	<title>Agridoce &#187; Amizade</title>
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	<description>porque eu sou um agridoce de menina...</description>
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		<title>Carta</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 21:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ei, Belém. Confesso que morri de saudade de ti. Das pessoas que eu amo e que pertencem ao teu cotidiano. Do meu cotidiano quando estou aqui. Do calor sem dó nem piedade. Do amor. Eu sempre quis morar em Belo Horizonte, Belém, e nunca te escondi isso. Lá, as pessoas são umas queridas e só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, Belém. Confesso que morri de saudade de ti. Das pessoas que eu amo e que pertencem ao teu cotidiano. Do meu cotidiano quando estou aqui. Do calor sem dó nem piedade. Do amor.</p>
<p>Eu sempre quis morar em Belo Horizonte, Belém, e nunca te escondi isso. Lá, as pessoas são umas queridas e só de escrever isso, começo a sentir saudade das coisas de lá também.</p>
<p>Eu já me conformei: minha sina será sempre sentir saudade.</p>
<p>Tirando a minha casa que é, sobretudo, um lar, nesses dez dias que estou contigo o lugar que mais me emocionou foi a ruazinha estreita da escola onde trabalho.</p>
<p>Depois de andar léguas de Lomas, cheguei ao finalzinho dela e a rua estava lá: toda cheia de bandeirinhas verdes e amarelas, toda cheia dos meus alunos já de férias empinando papagaio, toda cheia daquela escola que nos momentos de maior aprendizagem me faz uma falta danada.</p>
<p>Quando meus professores me ensinam algo incrível, algo que na correria do meu dia-a-dia eu nunca parei pra pensar, é lá pra aquela escola escondida no bairro do Marco que eu tenho vontade de correr. Porque é lá que estão as pessoas que precisam que eu diga algo incrível.</p>
<p>E apesar da minha mãe e dos meus amigos e dos jornais dizerem que andas perigosa demais, não consigo ter medo de ti.</p>
<p>Eu queria todas as pessoas que moram em ti; queria todos os sabores, cores e canções; queria até mesmo o calor&#8230;</p>
<p>Sim, Belém, morro de frio em Beagá. Mas lá eu compro flores toda semana pra minha casa porque cada uma custa um real.</p>
<p>E vou de ônibus comprar as flores, no Mercado Central. E olho num cataloguinho que tem em casa o horário que o ônibus vai passar no ponto da esquina e me encaminho pra lá. E ele não atrasa. E para no ponto certinho, não no meio da rua fazendo fila dupla. Para no ponto onde todos esperam na calçada, não no meio da rua.</p>
<p>E quando entro no ônibus, pago 2,30, mas vale. Porque o ônibus é novo, limpo, sem pichações, sem vandalismos, sem papeluchos e chicletes espalhados pelo chão. E pra encantar ainda mais, montaram um projeto chamado <em>Leitura para todos</em> que me flechou por inteiro: há poemas espalhados, pendurados nos ônibus de Belo Horizonte.</p>
<p>E eu te pergunto, Belém, por que raios não pode ser assim contigo também?</p>
<p>O que aconteceu que minha mãe fica morrendo de medo quando saio na rua pra passear contigo? Por que ela não sente esse pavor quando digo que vou sair em Belo Horizonte?</p>
<p>Lá não tem peixe, Belém. Não tem caranguejo, tacacá – meu reino por um tacacá quando faz oito graus por lá –, não tem bacuri.</p>
<p>Não tem essas músicas que a gente reclama, mas dança; não tem lenda, rio, fruta.</p>
<p>Mas tem uns ipês cor-de-rosa que me comovem um bocado; umas pessoas carinhosas que parecem que estão eternamente prestes a te por no colo; uma nostalgia nas canções.</p>
<p>Tem aquele clube, aquele ramalhete, aquela rua de curiosidade. Fora o jeito todo antigo e especial de falar&#8230;</p>
<p>Por que não dá pra juntar vocês duas, Belém, e sossegar o meu coração?</p>
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		<title>Deu pra ti, baixo astral&#8230;*</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 12:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, quando você estiver lendo essas linhas, estarei em um carro vermelho, rumo a Florianópolis. Na verdade, Florianópolis será só a parada pra dormir. Meu destino é Porto Alegre, Gramado/Canela e Pelotas. Vou ali torcer pelo Inter, bater um papo com o Mário Quintana e o Erico Veríssimo, passear no Parcão, comer churrasco, galeto, café [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, quando você estiver lendo essas linhas, estarei em um carro vermelho, rumo a Florianópolis.</p>
<p>Na verdade, Florianópolis será só a parada pra dormir. Meu destino é Porto Alegre, Gramado/Canela e Pelotas.</p>
<p>Vou ali torcer pelo Inter, bater um papo com o Mário Quintana e o Erico Veríssimo, passear no Parcão, comer churrasco, galeto, café colonial e chocolate, etc e tal.</p>
<p>Volto dia 20 e aí os textos voltam também, certo?</p>
<p>Beijo, leitor.</p>
<p>* Nem tô de baixo astral. Mas todo mundo que se preze e vá pra Porto Alegre tem que cantarolar de leve essa música, hein?</p>
<p>PS &#8211; Fotos, claro.</p>
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		<title>Como será dois mil e SEX?</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 17:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[final do ano vamos ver se consegui fazer tudo o que planejo. rever porto alegre, gramado, rio, são paulo, salvador, ilhéus, ouro preto - conhecer florianópolis, pelotas, brasília &#8211; morar em beagá &#8211; fazer um primeiro ano de mestrado exemplar &#8211; voltar a blogar com regularidade &#8211; fazer o blog da copa uma coisa bacana pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>final do ano vamos ver se consegui fazer tudo o que planejo.</p>
<p>rever porto alegre, gramado, rio, são paulo, salvador, ilhéus, ouro preto - conhecer florianópolis, pelotas, brasília &#8211; morar em beagá &#8211; fazer um primeiro ano de mestrado exemplar &#8211; voltar a blogar com regularidade &#8211; fazer o blog da copa uma coisa bacana pra quem curte futebol como nós - ver o Brasil ser hexacampeão - fotografar beagá, escrever sobre beagá, tudo mais em beagá &#8211; dar adeus aos refrigerantes &#8211; ajudar as pessoas de alguma forma &#8211; abstrair mais &#8211; sentir saudade como de praxe &#8211; voltar a malhar e perder os malditos seis quilos que me assolam &#8211; ir mais ao cinema, ler mais e fazer mais todas aquelas coisas que nem deveriam fazer parte das promessas de fim de ano, mas do cotidiano &#8211; poupar (hahahahahaha!) &#8211; e&#8230;</p>
<p>que os textos desse Agridoce voltem a emocionar as pessoas.</p>
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		<title>Dois mil e love foi assim&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 18:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[hoje com os olhos mais claros olhando as coisas como as coisas são eu me desenho, amor, como se pinta um quadro novo com o brilho e a cor de toda mulher de trinta. . . trinta moleques que o tempo criou e muito embora eu nao sinta eu sei que eu sou o que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>hoje com os olhos mais claros<br />
olhando as coisas como as coisas são<br />
eu me desenho, amor, como se pinta um quadro novo com o brilho e a cor<br />
de <strong>toda mulher</strong> de trinta. . . trinta moleques que o tempo criou<br />
e muito embora eu nao sinta<br />
eu sei que eu sou o que eu fui e o que sou</em></p>
<p>meus alunos leram Ana &amp; Pedro e Capitães da areia &#8211; me formei em Jornalismo &#8211; voltei a Resende, Penedo, Mosqueiro, São Paulo, Beagá, Rio de Janeiro &#8211; escrevi um TCC sobre violência nas escolas que poderia ter sido bem melhor &#8211; fui reprovada no mestrado de Teoria Literária da UFMG &#8211; ampliamos o Dialética com mais pessoas queridas &#8211; coloquei aparelho nos dentes e não vou sorrir nunca mais &#8211; fui ao show de 50 anos de carreira do Rei Rob Car com a companhia ideal &#8211; conheci Ubatuba, Petrópolis, Parati, Campos do Jordão - tive dias de luluzinha com as amigas &#8211; passei a amar comida japonesa e comi mais temakis do que deveria &#8211; revi o belo parque do Ibirapuera &#8211; fui ao Museu do Futebol, à exposição do Vik Muniz no MASP, à exposição do Pequeno Príncipe na OCA -vi As pontes de Madison no teatro - li mais livros acadêmicos que livros por prazer (não que seja um desprazer a academia, vai) &#8211; vi A felicidade não se compra com o meu George Bailey particular &#8211; engordei seis malditos quilos - abandonei meus blogs (mas isso vai acabar!) - comemorei meus 30 anos (com carinha de 17 por conta do aparelho) - voltei a trabalhar como revisora em uma agência de publicidade - acompanhei o homem de todas as minhas vidas no primeiro Círio dele &#8211; passei no mestrado de Literatura Brasileira da PUC-MG - e&#8230;</p>
<p>FIQUEI NOIVA! <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Afinal, o nome já dizia: dois mil e LOVE.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1446" src="http://dialetica.org/agridoce/files/2009/12/DSC04027-300x225.jpg" alt="DSC04027" width="300" height="225" /></p>
<p>PS1 &#8211; Que o seu dois mil e LOVE tenha sido bem bom também, leitor. E que ano que ve m &#8211; que  já é logo amanhã &#8211; eu escreva mais e você venha mais me ler. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS2 &#8211; Post de amanhã: Como será dois mil e SEX?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um mail pra dois</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queridos, saudade imensa. Esse mail é só pra dizer que hoje meus alunos da oitava série fizeram um teste sobre Ana &#38; Pedro. Sim, eu coloquei toda a turma pra ler a história daquelas cartas mais queridas. Semana passada me crivaram de perguntas sobre o livro e foi bom falar em Ana, em Pedro. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos, saudade imensa.</p>
<p>Esse mail é só pra dizer que hoje meus alunos da oitava série fizeram um teste sobre Ana &amp; Pedro. Sim, eu coloquei toda a turma pra ler a história daquelas cartas mais queridas.</p>
<p>Semana passada me crivaram de perguntas sobre o livro e foi bom falar em Ana, em Pedro. Eu até confessei que na época me apaixonei pelo Pedro, mas desisti só por causa da Ana. Eles riram que riram&#8230;</p>
<p>Falar na Ana e no Pedro é falar em velhos amigos. Ficamos fazendo as contas de quantos anos eles têm agora e dizendo que já devem ter se reencontrado pela internet, pelo google. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou me formando em Jornalismo agora no final do ano. E, como já sou formada em Letras, tentando o mestrado. Me inscrevi na UFMG, mas não passei. Agora vou tentar a PUC-MG.</p>
<p>Ronald, se eu for ao menos fazer as provas em Beagá, queria muito conhecer você.</p>
<p>Beijo apertado que nem abraço! <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Luciana.</p>
<p>***</p>
<p>Acabo de mandar esse mail pra o Ronald e pra Vivina, autores de Ana &amp; Pedro. Ele resume bem o que se passa comigo agora: meus alunos leram Ana &amp; Pedro, me formo em menos de um mês, não passei na UFMG e amarguei uma decepção muito grande comigo mesma por conta disso, e agora estou tentando outra vez que nem na música do Raul Seixas.</p>
<p>E se eu for a Beagá mês que vem, mesmo que eu nem passe, já será lindo.</p>
<p>Torce, leitor.</p>
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		<title>Dez anos depois</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 03:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um dos textos que estou devendo e que hoje rolou. Esse texto é pra você que jura que eu odeio a, b ou c. Há duas semanas foi preso o único ser nessa vida que eu realmente odeio e ele atende pelo nome de Rafael Lobato. O Rafael Lobato há dez anos tirou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um dos textos que estou devendo e que hoje rolou.</p>
<p>Esse texto é pra você que jura que eu odeio a, b ou c.</p>
<p>Há duas semanas <a href="http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=60120" target="_blank">foi preso</a> o único ser nessa vida que eu realmente odeio e ele atende pelo nome de Rafael Lobato. </p>
<p>O Rafael Lobato há dez anos tirou a vida de uma das pessoas mais queridas pra mim, o Yuri.</p>
<p>O Yuri tinha 16 anos, teria 26 agora. Nos conhecíamos de um clube de jogos em rede e ele era o único que tinha paciência pra jogar Diablo II comigo.</p>
<p>Parênteses aqui: (Nas palavras do presidente do clube, o clube não era de jogos, era de amigos. Os jogos eram só um pretexto pra que aqueles amigos se reunissem todos os finais de semana em uma casa cor-de-rosa por fora e azul por dentro… uma das casas mais queridas pra mim nessa vida)</p>
<p>Eu de vez em quando paro e penso como o Yuri seria agora. Se ainda jogaria, se ainda andaria de patins que nem louco pelas ruas, se ainda jogaria RPG, se já teria se formado, se teria se formado em que, se teria conquistado a garota por quem ele era apaixonado… Se, se, se.</p>
<p>Foragido da polícia, o Rafael finalmente foi encontrado no Ceará e retornou ao presídio em Belém.</p>
<p>No dia que soube da prisão dele liguei pro presidente do clube &#8211; das pessoas mais queridas do mundo todo &#8211; e dei a boa nova. Falei que a minha vontade era ligar pra todos, era falar com todos do clube. Ele disse que pelo menos com o Marco eu deveria falar e disse que tentaria arranjar o número do telefone dele. Mas não conseguiu.</p>
<p>O Marco era meu namorado na época em que conheci o Yuri, praticamente conheci os dois juntos. Eram muito amigos também, a ponto de, no inicinho do nosso namoro, o Marco perguntar ao Yuri o que ele achava de mim.</p>
<p>A resposta do Yuri é o elogio  mais querido que já fizeram a mim: “A Luluca? A Luluca é o Beatles, Marco!”</p>
<p>Não sou muito de sair, mas no dia seguinte da notícia da prisão saí com duas amigas. Ao entrar na boate, a primeira pessoa com quem dei de cara foi com meu ex-namorado.</p>
<p>Encontrei o Marco na pista e nos abraçamos e gritamos um no ouvido do outro que aquele desgraçado finalmente está preso, e que isso não traz o Yuri de volta, mas dá um alívio que há dez anos esperamos. Sem contar o cala-boca enorme que deve ter sido na mãe dele, a senhora debochada e cretina que riu do país inteiro no Linha Direta sobre o caso.</p>
<p>Portanto, você que jura que eu lhe odeio, eu não lhe odeio não. A única pessoa que odeio é essa, que tirou a vida toda que o meu amigo ainda tinha pra viver.</p>
<p>Muito provavelmente, você que jura que eu lhe odeio, eu só não gosto de você…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>nostalgia</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 22:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[oi, leitor, você ainda tá aí? eu ainda estou aqui, acredite. fiz trinta anos. amarguei um inferno astral filho da mãe antes do meu aniversário. uma nostalgia imensa. você sabe, a nostalgia é a saudade que dói. dias antes do aniversário, um aluno me deu um recorte de jornal, com uma crônica, dizendo que tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>oi, leitor, você ainda tá aí?</p>
<p>eu ainda estou aqui, acredite.</p>
<p>fiz trinta anos.</p>
<p>amarguei um inferno astral filho da mãe antes do meu aniversário. uma nostalgia imensa. você sabe, a nostalgia é a saudade que dói.</p>
<p>dias antes do aniversário, um aluno me deu um recorte de jornal, com uma crônica, dizendo que tinha lido e lembrado de mim.</p>
<p>e o texto era sobre&#8230; nostalgia.</p>
<p>era de um cara dizendo as mil coisas que causavam nostalgia nele.</p>
<p>eu quase morri de chorar ali mesmo, mas não chorei porque sou uma professora dura na queda, né?</p>
<p>o engraçado é que ele recortou o texto e tirou o nome do autor.</p>
<p>aí perguntei pro Google de quem era aquele texto e ele me respondeu que era do José Roberto Torero.</p>
<p>e agora eu meti na cabeça que tenho que dar um livro do Torero pra esse meu aluno, porque é tão raro eles se interessarem pela leitura, é tão rara essa troca&#8230; fora o fato do texto realmente ter tudo a ver comigo naquele momento.</p>
<p>aí fiz trinta anos e minha nostalgia passou.</p>
<p>e meu tcc estacou. o meu blog estacou.</p>
<p>se você soubesse a lista enorme de coisas que tenho pra escrever aqui. tenho tudo anotado em um caderno.</p>
<p>mas eu continuo aqui e espero que você continue aí.</p>
<p>a emoção desse blog que não é emo, é emotivo, continua aqui também.</p>
<p>um beijo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ao bem-amado</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 16:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olha, já faz um tempo que venho pensando em escrever sobre casamento. Aí, quando foi anteontem, a Eva me enviou um mail sobre um casamento de dois jovens que namoravam desde a adolescência. Ela tinha câncer em estágio terminal, contudo fez questão de tratar dos mínimos detalhes do casamento. Eu poderia terminar meu relato dizendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, já faz um tempo que venho pensando em escrever sobre casamento.</p>
<p>Aí, quando foi anteontem, a <a href="http://www.dialetica.org/camarim">Eva</a> me enviou um mail sobre um casamento de dois jovens que namoravam desde a adolescência.</p>
<p>Ela tinha câncer em estágio terminal, contudo fez questão de tratar dos mínimos detalhes do casamento.</p>
<p>Eu poderia terminar meu relato dizendo que, <strong>infelizmente</strong>, ela faleceu cinco dias após à cerimônia, mas não o farei.</p>
<p>Não, porque o que ando pensando muito sobre casamento tem justamente a ver com isso: tempo.</p>
<p>São muitas &#8211; quase todas as que conheço! &#8211; as pessoas que perguntam quando vou me casar. Eu sempre respondo que <em>ainda falta</em> &#8211; a resposta mais subjetiva do mundo, eu sei.</p>
<p>A verdade é que entendi que dizer que quero logo me casar é veladamente dizer que quero logo ver o homem que eu amo todos os dias, afinal, ao casar, não vou mais viver longe fisicamente dele.</p>
<p>Tirando isso, minha felicidade já vem de quatro anos, quando eu o conheci. Ou seja: se eu morresse cinco dias depois do meu casamento, ainda assim, teria encontrado aquela pessoa que muitos levam vidas e vidas sem encontrar &#8211; a moça das fotos que a Eva me mandou, com absoluta certeza, também encontrou <strong>aquela pessoa</strong>.</p>
<p>E, então, só posso mesmo concordar com Vinicius de Moraes e reafirmar que <em>&#8220;tudo isso não adianta nada, se nesta selva escura e desvairada não se souber achar a bem-amada &#8211; para viver um grande amor&#8221;</em>.</p>
<p>Mais importante que o tempo que você passe com o seu bem-amado é que você o encontre para viver um grande amor.</p>
<p>O grande amor.</p>
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		<title>Tina &#8211; um ano depois</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 03:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uma semana recebi um mail do Plaxo: dia 09 de julho, aniversário de Tina Oiticica Harris. Infelizmente não falei com a Tina no aniversário dela do ano passado e não falarei esse ano. Mas pra compensar a falta das palavras dela não só escritas quanto faladas, tenho duas coisas a dizer: Primeiro, repetir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma semana recebi um mail do Plaxo: dia 09 de julho, aniversário de <a href="http://attu.typepad.com/universo_anarquico/2008/07/un-aniversrio-b.html">Tina Oiticica Harris</a>.</p>
<p> <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Infelizmente não falei com a Tina no aniversário dela do ano passado e não falarei esse ano. Mas pra compensar a falta das palavras dela não só escritas quanto faladas, tenho duas coisas a dizer:</p>
<p>Primeiro, repetir o mail amoroso que enviei à Tina no ano passado, sem saber da morte dela -</p>
<p><em>Tina, querida, feliz aniversário. </em><br />
<em>Eu gosto muito de você e desde nossa última conversa pelo Skype venho pensando bastante em ir aí um dia conhecer você e sua família. Ou mesmo ir te encontrar quando você voltar ao Brasil.</em><br />
<em>Desejo toda a felicidade pra você hoje e sempre. Você tem uma família linda e é isso que importa. Se metade da blogosfera brasileira tivesse carinho dentro de casa não seria tão boba e fútil. </em><br />
<em>Espero que você tenha aproveitado bem o seu dia e depois quero saber como foi. </em><br />
<em>André tá em Recife a trabalho e me mandou o áudio de duas horas de nossa conversa&#8230; Estou selecionando as partes que acho mais interessantes e divertidas pra que ele coloque no programa. </em><br />
<em>Não postei sobre você, mas farei isso assim que o podcast ficar pronto, sim? Será seu presente de aniversário. </em><br />
<em>Um abraço grande e muita, muita alegria, saúde e paz da sua amiga amazônica,</em><br />
<em>Luciana.</em></p>
<p>Segundo, dizer que hoje o <a href="http://www.dialetica.org/lovelive">Love Live </a>- podcast meu e do André &#8211; volta em grande estilo, depois de um ano de luto. Colocamos no ar finalmente o programa que gravamos com a Tina no final de semana antes dela nos deixar - o programa seria uma homenagem pelo aniversário dela, no ano passado.</p>
<p>Pra fechar, uma das certezas que <a href="http://www.dialetica.org/marmota">André</a> e eu sempre comentamos: a Tina sem dúvida alguma faria parte desse miniportal familiar, o Dialética. Em nossa conversa no Love Live cada um poderá entender os motivos.</p>
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		<title>MUITO feliz com o Dialética</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 11:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;É claro que te acho linda Em ti bendigo o amor das coisas simples&#8221; (Dialética &#8211; Vinicius de Moraes) Para o André Dia desses &#8211; acho que foi domingo, assim que o Necessaire entrou no ar &#8211; não resisti e liguei pro André pra dizer: &#8211; Ei, eu tô MUITO feliz com o Dialética! Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;É claro que te acho linda<br />
Em ti bendigo o amor das coisas simples&#8221; (Dialética &#8211; Vinicius de Moraes)</em></p>
<p><em><strong>Para o André</strong></em></p>
<p>Dia desses &#8211; acho que foi domingo, assim que o Necessaire entrou no ar &#8211; não resisti e liguei pro André pra dizer: &#8211; Ei, eu tô MUITO feliz com o Dialética!</p>
<p>Ele riu, perguntou se eu estava mesmo feliz, e eu confirmei que sim.</p>
<p>Em novembro do ano passado, quando iniciou, o Dialética só abrigava meu blog, o Agridoce; o blog com as fotografias que faço, o Belém, Belém; o podcast em que eu discuto a relação com o André, Love Live; o Se7e Segundos, do André; e o Próximos Capítulos, blog de novelas meu e do André também.</p>
<p>Nem preciso dizer que o grande responsável pelo Dialética.org é o André &#8211; eu sou a irresponsável. Eu sonho e ele realiza. Ele fez todo um esquema no Flickr pra eu poder postar por lá as fotinhas que ficam aqui, no Belém, Belém; faz o feed por mail dos blogs (rá!); se você digita o endereço errado de alguma página nossa e lê um poema, também é por ideia dele; e se sabe de todas as postagens pelo Twitter, é porque ele fez a coisa toda por lá &#8211; acredite, o Dialética tem mais seguidores que eu e eu acho isso lindo!</p>
<p>Até que em março desse ano o André trouxe o blog famoso dele &#8211; Marmota Mais dos Mesmos &#8211; para os nossos domínios. Quando ele veio, o &#8220;familiar&#8221; que designava o miniportal que criamos passou a fazer total sentido.</p>
<p>Mas decidimos não esperar os filhos se tornarem blogueirinhos para aumentar a família de blog do Dialética e começamos a convidar nossos amigos &#8211; que, afinal de contas, também são da família &#8211; para participar do miniportal.</p>
<p>Então veio a Cláudia, veio a Marília com o Rodrigo, veio a Luna. O Adilson, a Yasmin, o Cassio. A Eva, o Marcelo, a Elis, a Tainá.</p>
<p>Por conta do Blog da Copa, veio o Doni, o Marcos VP, o Pedro, o Leandro.</p>
<p>São pessoas que não preciso de links pra identificar porque são amigos do homem de todas as minhas vidas, meus amigos, amigos nossos.</p>
<p>Por isso estou TÃO feliz.</p>
<p>Mas como diz o André, sempre quero mais&#8230; Por isso, quero ainda a Lúcia aqui, a Pat&#8230;</p>
<p>Eu já disse aqui, né? Como são poucos, meus amigos são os melhores. <img src='http://dialetica.org/agridoce/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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